perspectivas

Quarta-feira, 2 Fevereiro 2022

Eu penso que o Polígrafo mente

Filed under: André Ventura,CHEGA,economia política,imposto é roubo — O. Braga @ 9:55 am
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Eu lembro-me de receber comissões adicionais ao fim do ano (o chamado “prémio anual de produtividade”) de cerca de 5.000 Euros, e de pagar, de IRS, cerca de 40% sobre esse valor ao Estado. O valor do imposto vinha mesmo discriminado na folha de salário.

Outro exemplo: um proprietário de um imóvel (por exemplo, um apartamento) pode pagar cerca de 30% de IRS sobre o valor das rendas que aufere (contrato de arrendamento). Por isso é que anda tanta gente a fugir aos contratos registados nas Finanças. Ora, um proprietário de um apartamento não é necessariamente rico.

O problema do Polígrafo — e da Esquerda, em geral — é que considera que quem ganha mais do que 1.500 Euros mensais já é rico (com excepção dos funcionários do Estado, que são sempre considerados “pobres”, mesmo que tenham rendimentos milionários); mas acontece que os impostos directos (neste caso, o IRS) pagos pelos funcionários do Estado são simples “transferência de caixa”: o dinheiro sai de um bolso do Estado, e entra noutro bolso do Estado; não é dinheiro fresco, como é o dinheiro do IRS pago pelos trabalhadores do sector privado da economia.

Eu não sou economista, e gostaria de ter uma opinião especializada sobre esta mentira do Polígrafo.

Sábado, 22 Dezembro 2018

O problema nosso não é só o de pagar demasiados impostos: é que ainda por cima somos gozados pelo corporativismo fiscal

Filed under: Estado,imposto é roubo — O. Braga @ 5:33 pm
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Estou de acordo com o João Távora em relação às Finanças — mas vou mais longe: o comportamento dos funcionários das Finanças, em geral, atingiu a raia do inimaginável em termos de sadismo.

Por vezes dá-me a sensação de que o normal funcionário das Finanças tem um prazer mórbido em gozar com o Zé Pagode: é com um sorrisinho nos olhos que nos dizem que estamos fornicados por um qualquer motivo fiscal. E quando reclamamos um mau serviço por parte dos funcionários das Finanças (o célebre “Livro Amarelo”), a resposta vem pronta e sempre corporativista: sempre contra o povo e a favor da corporação.

O problema nosso não é só o de pagar demasiados impostos: é que, ainda por cima, somos gozados pelo corporativismo fiscal: eles (os funcionários das Finanças) divertem-se à fartazana quando nos sentem fodidos pela máquina trituradora fiscal.

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Segunda-feira, 7 Agosto 2017

Em Portugal, mais vale fugir aos impostos

Filed under: Estado,imposto é roubo — O. Braga @ 9:34 am

 

Se eu (na qualidade de senhorio) alugo um T2, pago 28% de imposto ao Estado sobre a renda líquida recebida; mas se eu alugo dois quatros separados, não pago imposto nenhum ao Estado porque ninguém paga. Vejam o exemplo de desta página no FaceBook.

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O Estado quer tanto chular os senhorios, que acaba por incentivar a fuga aos impostos através do aluguer de quartos separados.

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