perspectivas

Segunda-feira, 6 Julho 2015

A propaganda gayzista: a conquista do poder político através da emoção e da irracionalidade

 

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Fonte (via).

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Terça-feira, 28 Outubro 2014

O Partido Socialista quer discutir o sexo dos anjos

 

“O PS quer que 17 de Maio passe a ser o Dia Nacional contra a Homofobia e a Transfobia. A data – que evoca o dia em que a Organização Mundial de Saúde retirou a homossexualidade da sua classificação de doenças, em 1990 – já é assinalada como Dia Internacional. O PS quer agora consagrá-la no calendário português.”

PS quer criar dia contra homofobia e transfobia

Até hoje, ninguém me conseguiu dar uma definição  de “homofobia”; e de “transfobia”, também não. Haja alguém, por favor, que defina “homofobia”, para eu poder ter uma noção. E o povo português também tem direito a uma noção de “homofobia”, e não a um mero conceito alargado e subjectivista.

Não havendo uma definição de “homofobia”, o Partido Socialista anda a discutir o sexo dos anjos. Ou seja, está a falar de algo que não se sabe bem o que é. O conceito abstracto de “homofobia” está a ser utilizado pelo Partido Socialista para enganar os portugueses e para desviar a atenção do povo em relação à realidade concreta e objectiva do país.

Quarta-feira, 20 Agosto 2014

"Faz sentido o Nuno morrer para levantar a questão da coadoção"

 

A lobotomia cultural anti-natura continua nos me®dia de Pinto Balsemão.

É uma narrativa comparável à dos fascistas do período temporal anterior à II Guerra Mundial. É a lógica de uma ideia (ideologia): da mesma forma que os fascistas do século XX defendiam a ideia segundo a qual os judeus eram seres natural e ontologicamente inferiores, os novos fascistas defendem a ideia — utilizando a propaganda nos me®dia — de que os homossexuais são seres natural e ontologicamente superiores a ponto de ser legítimo que desafiem as leis da natureza, e tenham privilégios em lugar de direitos.


Entretanto, em Itália:

« La loi de pénalisation de l’homophobie va introduire “pour la première fois depuis la fin du fascisme il y a 70 ans, un crime d’opinion évocateur des temps noirs et troublés, longtemps vaincus et que l’on a cru révolus, des idéologies d’Etat. Des temps où l’Etat identifiait des positions idéologiques qu’il imposait par la force, supprimant tous ceux qui n’étaient pas conformes.” »

Traduzindo:

“A lei da penalização da homofobia vai introduzir “pela primeira vez depois do fim do fascismo de há 70 anos, um crime de opinião que evoca os tempos negros e conturbados, há muito vencidos e que se acreditava estarem resolvidos, das ideologias de Estado. Dos tempos em que o Estado identificava as posições ideológicas que eram impostas à força, suprimindo todas aquelas que não estavam em conformidade.”


Estamos perante um novo fascismo que se entranha na cultura antropológica através da propaganda como, por exemplo, a propaganda política do “Faz sentido o Nuno morrer para levantar a questão da coadoção”. É uma narrativa que apela à emoção — assim como os fascistas do século XX apelavam à emoção da populaça para fazerem valer os seus pontos de vista — no sentido de uma lobotomia geral totalitária.

Quinta-feira, 14 Agosto 2014

A Gaystapo e a adopção de crianças por pares de invertidos: ¿A criança não tem pai biológico?

 

O lóbi político gayzista “ILGA” publicou hoje um vídeo que pode ser visto abaixo.

Cerca do minuto 1:15, a amiga da mãe biológica diz o seguinte:

“Se acontecesse alguma coisa à criança e a tivesse que a levar ao hospital, iam perguntar quem eu era. Apresento o cartão de cidadã da criança, e eu não estou lá. Está lá só o nome da mãe biológica… e eu? Estou onde? Não estou em lado nenhum…”

Admira-me que a RTP tenha transmitido este documentário. A RTP anda a brincar com assuntos sérios à custa dos contribuintes portugueses.

O Código Civil português estipula que não podem haver filhos de pai incógnito. Ao que parece, aquela criança é filha de pai incógnito — o que vai contra o espírito da lei.


Artigo 1835 do Código Civil

1. A paternidade nos termos dos dos artigos anteriores contará obrigatoriamente do registo do nascimento do filho, não sendo admitidas menções que a contrariem.

(…)

Artigo 1865 do Código Civil — Averiguação Oficiosa

1. Sempre que possível, o tribunal ouvirá a mãe acerca da paternidade que atribui ao filho.

2. Se a mãe indicar quem é o pai ou por outro meio chegar ao conhecimento do tribunal a identidade do pretenso progenitor, será este também ouvido.

3. No caso de o pretenso progenitor confirmar a paternidade, será lavrado termo de perfilhação e remetida certidão para averbamento à repartição competente de registo.

4. Se o presumido pai negar ou se recusar a confirmar a paternidade, o tribunal procederá às diligências necessárias para averiguar a viabilidade da acção de investigação de paternidade1.

5. Se o tribunal concluir pela existência de provas seguras da paternidade, ordenará a remessa do processo ao agente do Ministério Público junto do tribunal competente, a fim de ser intentada a acção de investigação.

 


No caso concreto das duas amigas (uma das quais é mãe da criança), pode ter acontecido que o tribunal não tivesse ouvido a mãe biológica — como estipula a alínea 1. do artigo 1865 —, talvez porque a juíza estivesse com diarreia ou o juiz estivesse com o penso.

Se a mãe biológica foi ouvida pelo juiz ou pela juíza, o que aconteceu certamente é que a mãe biológica se recusou a indicar a identidade do pai biológico — e não há nada na lei que obrigue a mãe biológica a indicar a identidade do progenitor da criança. Parece certo que a mãe da criança não quis revelar o nome do pai que ela sabe bem quem é, porque em Portugal não é permitida a inseminação artificial in vitro em mulheres solteiras.

Portanto, estamos perante uma lésbica que engravidou de um homem e não quis identificar o pai da criança no tribunal. Ou seja, estamos perante alguém que quis criar um facto para, a partir dele, criar uma norma jurídica: a perfilhação da criança por parte da sua amiga.


Quando uma mulher, com filhos, se divorcia do seu marido e volta a casar com outro, a situação do segundo marido em relação aos filhos da sua esposa é exactamente a mesma se ele (o segundo marido) for ao hospital com um dos filhos da sua actual esposa e mãe biológica — porque o segundo marido não perfilhou nem pode perfilhar os filhos da sua actual esposa, uma vez que as crianças foram previamente perfilhadas pelo pai biológico (o primeiro marido dela).

Portanto, o que está aqui em causa não é adopção, mas antes é a perfilhação.

O que o lóbi político gayzista (vulgo “Gaystapo”) pretende é que um dos elementos de um par de homossexuais possa perfilhar um filho biológico do outro elemento da parelha, à revelia do espírito da lei que diz que “o tribunal ouvirá a mãe acerca da paternidade que atribui ao filho”.

Ou seja, e em resumo: o que a Gaystapo pretende é instituir a legalização do estatuto de “filho da puta”, por um lado, e por outro lado pretende erradicar a árvore genealógica das crianças.

Estamos perante uma tentativa de uma revolução antropológica delirante, através de engenharias sociais psicóticas.

Nota
1. por exemplo, fazer testes de ADN ao putativo pai e ao filho.

Quinta-feira, 7 Agosto 2014

O pânico cultural criado pela ditadura gayzista

 

Um professor americano de língua inglesa foi despedido depois de se ter referido, no seu blogue, às palavras “homófonas”. O dono da escola (privada) alegou que o prefixo “homo” da palavra “homófono” poderia ser confundido com “homófobo”.

“A social media specialist for a Utah language school that teaches English to non-native speakers says he was fired for writing a blog post about homophones—words that sound the same, but carry different meanings—because his boss was afraid readers would think it was about “gay sex.”

Language School Blogger Fired for Writing About Homophones

Segunda-feira, 4 Agosto 2014

A evidência da ligação do lóbi político homossexual à tentativa de legalização da pedofilia

Filed under: homocepticismo,Homofascismo,Homofobia,Homofobismo — O. Braga @ 7:23 pm
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“Paedophilia Information Exchange (PIE) était une organisation fondée en 1974, issue du lobby homosexuel, et destinée à obtenir la légalisation de la pédophilie. Son président, Keith Hose, était également impliqué dans le Gay Liberation Front. En 1975, Keith Hose a tenu un long discours en faveur de la pédophilie au cours du congrès annuel de Campaign for Homosexual Equality (CHE).”

Du lobby homosexuel au lobby pédophile au Royaume-Uni : histoire de scandales politiques

Terça-feira, 15 Julho 2014

A SIDA/AIDS é monstruosamente homófoba, reaccionária, conservadora e ignorante

 

A SIDA é ignorante; e homófoba!, (todos os homófobos são ignorantes).  

gayroller-webNo seguimento de uma “explosão da epidemia” homófoba que atinge os “grupos de risco” que são vitimas da homofobia da SIDA, a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda que “homens que têm actividade sexual com homens” tomem medicamentos retrovirais — à custa de todos os contribuintes homófobos —, como “método suplementar de prevenção”, para que dessa forma se possa atenuar a homofobia da SIDA.

Actualmente, e devido ao conceito homófobo de “SIDA”, os pobres homossexuais — que não passam de vítimas da SIDA homófoba — têm 19 vezes maior risco de serem contaminados, quando comparados com o resto da população que é, por definição, também homófoba. Por isso, a OMS (Organização Mundial de Saúde) aconselha que os homossexuais tomem diariamente uma pílula que combina dois tipos diferentes de retrovirais — para além do preservativo —, alegadamente no sentido de diminuir os riscos de contaminação de 20 a 25%, o que alegadamente significa “evitar um milhão de novas infecções homófobas nos próximos dez anos”.

Os retrovirais diários contra a homofobia da SIDA serão pagos, como é óbvio, pela esmagadora maioria da população que é homófoba e ignorante.

Eu penso que se deveria retirar o termo “homofobia” dos dicionários, e proibir que se falasse de “homofobia” em público, para que automaticamente a SIDA desaparecesse. Porque tudo isto é uma questão de linguagem: se o conceito de “homofobia” não existisse ou fosse proibido, a SIDA também não existiria!

Sábado, 17 Maio 2014

A secretária-de-estado Teresa Morais e a homofobia

Filed under: Homofobia,Homofobismo,politicamente correcto — O. Braga @ 9:22 am
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A secretária-de-estado Teresa Morais pertence (obviamente) ao Partido Social Democrata; mas poderia pertencer ao Bloco de Esquerda. Aliás, em matéria cultural, o Bloco de Esquerda manda no Partido Social Democrata.

“A secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, alertou hoje para o facto de as vítimas de bullying homofóbico terem mais tendência para cometer suicídio e defendeu uma maior intervenção das escolas no combate ao fenómeno.”

“Vítimas de homofobia têm mais tendência para cometer suicídio”

O que a secretária-de-estado Teresa Morais quer dizer é que a alta taxa de suicídio entre adolescentes alegadamente “vítimas de bullying homofóbico” depende do meio-ambiente “homofóbico” em que vivem. Ou seja, segundo a secretária-de-estado Teresa Morais, se o meio-ambiente se alterar e se tornar “gay friendly”, então a percentagem de incidência do suicídio entre adolescentes alegadamente gays ou supostamente gays, diminuiria e ficaria a um nível normal na curva de gauss.

Mas a verdade é que a taxa de incidência do suicídio entre adolescentes supostamente homossexuais não depende do meio-ambiente homofóbico ou “gay-friendly”, mas antes essa taxa é intrínseca à própria condição psicológica do adolescente que se julga homossexual.

A secretária-de-estado Teresa Morais e a homofobiaMesmo que fosse possível que todos os alunos de uma determinada escola se tornassem homófilos ou mesmo homossexuais (o tal ambiente 100% “gay friendly” defendido pela secretária-de-estado Teresa Morais do Partido Social Democrata), não só a taxa relativa de suicídio não diminuiria nessa escola, como o bullying dito “homofóbico” continuaria a existir — porque o bullying não é homofóbico em si mesmo: só se acaba com o bullying quando se conseguir acabar com a competição e com a competitividade entre as crianças.

E, por outro lado, é conhecido o facto de existir um bullying muito agressivo entre os próprios homossexuais, só que esse bullying homossexual é escondido da opinião pública pelo cientificismo ao serviço da política correcta da senhora secretária-de-estado Teresa Morais do Partido Social Democrata.

Segundo o professor de psicologia Dr. Ritch Savin-Williams, da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, a tendência suicida dos adolescentes supostamente homossexuais é baseada no estereótipo cultural imposto pela política correcta: “Nós é que lhes estamos a passar a mensagem de que eles são suicidas em potência”, afirmou o Dr. Ritch Savin-Williams:

“Dr. Ritch Savin-Williams, a psychologist from Cornell University in Ithaca, New York, questioned the notion that LGB youth are more likely to attempt suicide at all, and said the issue is more controversial.

He said that while LGB youth report suicide attempts more often than straight youth, their idea of a suicide attempt may be skewed. “We have given them the message that they are suicidal,” Savin-Williams”.

Em vez de criamos ambientes gay-friendly (o que é uma impossibilidade objectiva, que só pode passar pela cabeça psicótica da secretária-de-estado Teresa Morais do Partido Social Democrata), o que se deve fazer é desencorajar os adolescentes a auto-classificarem-se como “homossexuais” — quanto mais não seja porque é sabido que a identidade de uma pessoa só se consolida a partir de uma determinada idade. É isto que deveria ser ensinado nas escolas, em vez de enfiarem patranhas na cabeça dos miúdos sobre a “orientação sexual determinada biologicamente”, coisa que não existe.

Domingo, 17 Novembro 2013

A homofobia das lésbicas é uma coisa muito feia

 

Un couple lesbien se sépare : coup de couteau passionnel en plein centre-ville

Uma lésbica homofóbica enfiou uma faca com uma lâmina de 14 centímetros no peito de uma outra lésbica que assim foi vítima de homofobia. A homofobia dos gays e das lésbicas é uma coisa muito feia.

Quarta-feira, 30 Outubro 2013

Hoje é um dia feliz para o curandeiro da RDP: a pedofilia passou a ser uma “orientação sexual”

 

juliomachadovazwebJúlio Machado Vaz irá certamente festejar: a pedofilia foi retirada do grupo das parafilias pela APA (Associação Americana de Psiquiatria) e considerada uma “orientação sexual”.

«In the fifth edition of the Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM V), the American Psychiatric Association (APA) drew a very distinct line between pedophilia and pedophilic disorder. Pedophilia refers to a sexual orientation or profession of sexual preference devoid of consummation, whereas pedophilic disorder is defined as a compulsion and is used in reference to individuals who act on their sexuality.»

Agora, já é possível a Júlio Machado Vaz defender a pedofilia em directo nas emissoras da rádio nacional. Deixa de existir a vergonha, porque a "ciência" sanciona positivamente a falta de vergonha. Júlio Machado Vaz não irá certamente perder esta ocasião de parecer moderno, actual, retrófobo e de vistas largas, mente aberta, virado para o futuro; e de cair bem nas hostes esquerdistas, habituadas à falácia ad Novitatem.

Naturalmente que ele irá dizer, aos microfones da RDP, que existe uma diferença entre a "orientação sexual" pedófila (que, por ser uma "orientação sexual", é absolutamente normal e não é uma doença mental ou parafilia), por um lado, e, por outro lado, a compulsão do pedófilo em “comer” criancinhas. Ou seja, segundo a nova norma do politicamente correcto, um pedófilo que não “coma” criancinhas é absolutamente normal. E quem sabe, com o “progresso da opinião pública”, o Júlio Machado Vaz ainda venha a ter a alegria de ver a "ciência" verificar e confirmar o acto pedófilo como um acto absolutamente normal: é tudo uma questão de ele continuar, com afinco, as ensaboadelas culturais na RDP no sentido do "progresso da opinião pública".

(more…)

Sábado, 3 Agosto 2013

A metafísica da homofobia

« Olhe-se, por exemplo, para a opinião de uma muçulmana sueca muito mediática, Suad Mohamed: “não me peçam para a aceitar ou dizer que o meu deus permite a homossexualidade, porque ser homossexual é proibido (…) ser homossexual é uma escolha, não se nasce assim (…) é o mesmo que beber ou matar. Está a agir de forma errada; a fazer coisas que Deus não gosta”. »

– Texto de Henrique Raposo, respigado no Facebook, que pode ser lido na íntegra aqui e em PDF


Eu concordo com a Suad Mohamed, excepto com a ideia dela segundo a qual ser homossexual seja “igual a beber e matar”. É óbvio que ser gay não é igual a ser um assassino ou um bêbedo. A ética tem uma hierarquia racional (baseada na razão) que determina os graus dos seus valores.

Mas, até hoje, ainda não houve ninguém que me definisse “homofobia”. Se consultarmos a Wikipédia, por exemplo, a definição de “homofobia” tem mais de uma página escrita, o que não é uma definição. Eu não posso definir uma coisa escrevendo um livro inteiro acerca dessa coisa: neste caso, escrevo sobre um conceito alargado, e não sobre uma definição (uma definição implica uma noção, e uma noção tem que ser expressa em poucas palavras).

E enquanto não me definirem “homofobia” – ou seja, enquanto não existir uma noção de homofobia -, quem utiliza essa palavra e seus derivados (incluindo o Henrique Raposo) escreve sobre uma coisa indefinida. Seria, por exemplo, como se eu escrevesse sobre o tema da “estrogonofobia”: ninguém sabe bem o que significa “estrogonofobia”, e portanto, escrever sobre a “estrogonofobia”, para além de ser tempo perdido, é absurdo.

O conceito de “homofobia” é, na sua ambiguidade plural, semelhante, por exemplo, ao conceito medieval escolástico de “intelecto” que podia significar várias coisas: espírito, alma, inteligência, entendimento, saber, etc.. Por isso, não podemos afirmar que tenha existido, na escolástica medieval, uma noção de “intelecto”: em vez disso, era um conceito alargado que era “pau para muitas colheres”.

Não faz sentido escrever sobre uma coisa que não tem definição, senão no âmbito da metafísica. O conceito de “homofobia” pode ser (absurdamente) considerado metafísico, na medida em que só lhe podemos conhecer a forma mas não o conteúdo. Quando alguém pergunta: ¿o que significa “homofobia”?, a resposta é longa, e varia de pessoa para pessoa e conforme as subjectividades.

A forma racional – se não a única – de conceber uma coisa, definindo-a, é opondo-lhe outra coisa. A dicotomia entre os valores faz parte da forma como o ser humano compreende o mundo. Por exemplo, o Homem compreende o significado do Ser contrapondo-lhe o Não-ser. Ou compreende a morte em contraposição à vida. Ou compreende o mal em oposição ao bem. Etc..

Neste contexto dicotómico, se me disserem que “homofobia” é o oposto de homofilia, então começa a ser possível encontrar uma definição para o termo “homofobia”, porque já existe uma definição – por derivação semântica – de “homofilia”.

Por exemplo, a palavra “anglofilia” significa amor pelos ingleses, seus costumes e cultura; a palavra “germanofilia” significa amor pelos alemães, seus costumes e cultura; a palavra “islamofilia” significa amor pelos islamitas, seus costumes e cultura. Etc..

Por maioria de razão, a palavra “homofilia” significa amor pelos gueis, seus costumes e cultura. E só neste sentido se compreende o significado da palavra “homofobia”: significa, por oposição a “homofilia”, o repúdio dos gueis, seus costumes e cultura. Pode-se ser homófobo da mesma maneira que se pode ser anglófobo, germanófobo, ou islamófobo. E por isso é que, na “metafísica da homofobia”, entre ser homófilo ou ser homófobo, e se me derem licença e liberdade, prefiro concordar parcialmente com a Suad Mohamed.

Quinta-feira, 9 Maio 2013

Elevadores homófobos

Filed under: A vida custa,Homofobia,Homofobismo — O. Braga @ 6:17 pm

Consta que o socialista François Hollande vai proibir a existência de elevadores homófobos nos hospitais franceses — como os representados na foto abaixo. Para tal, François Hollande vai nomear o socialista português António Correia de Campos para ministro da saúde.

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