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Terça-feira, 12 Outubro 2021

Uma crítica da Fernanda Câncio é meio-elogio

Filed under: Fernanda Câncio,Raquel Varela — O. Braga @ 2:10 pm

Não consigo entender o ataque sanhoso de que é alvo a esquerdista Raquel Varela … vindo de gente da Esquerda, como é o caso da Fernanda Câncio!

De repente, esquerdistas de alto coturno parecem agora preocupados com a meritocracia (ou com a putativa falta desta).

Há uma coisa que devemos reconhecer: a Raquel Varela é uma mulher séria, mãe de família; mas o mesmo não podemos dizer da Fernanda Câncio que não serve de exemplo para quase nada de positivo.

Uma crítica da Fernanda Câncio é meio-elogio.

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Quinta-feira, 4 Março 2021

Exemplos de “válvulas do regime” e comissários políticos: José Pacheco Pereira e Joana Amaral Dias

Por definição, uma válvula é um dispositivo que permite a descarga de um recipiente, quando a pressão do seu conteúdo ultrapassa um determinado valor.


Em política, e por analogia (como é óbvio), existem agentes que exercem a função de “válvulas de escape”, no sentido da salvaguarda do regime político vigente.

Exemplos de “válvulas do regime”: Joana Amaral Dias, José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, ou Fernanda Câncio. São simultaneamente “válvulas de escape” do actual regime radical de Esquerda, e comissários políticos da actual ditadura de veludo da geringonça.

Determinados “liberais” — por exemplo, Maria João Marques, ou Pedro Marques Lopes, ou os “insurgentes” em geral — não se enquadram na definição de “válvulas do regime”, pela simples razão de não poderem ser classificados de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo. Estes ditos “liberais” são apenas os idiotas inúteis do sistema político em vigor.

Dois exemplos: quando se tornou evidente que o governo do monhé meteu a pata na poça na gestão da crise do COVID-19, a Joana Amaral Dias desempenha a função de “válvula de escape” do regime; e quando o governo do Costa pretende instalar câmeras de vigilância nas vias públicas, o José Pacheco Pereira vem a terreiro exercer a função de regulador das pulsões totalitárias e da tensão interna do regime.

De resto, o Daniel Oliveira exerce a função de “válvula de escape” do regime de uma forma sistemática: e o mesmo se pode dizer de Fernanda Câncio, que para além de “válvula de escape” também desempenha o papel de “vulva de escape”.

Terça-feira, 9 Fevereiro 2021

Segundo o Diário de Notícias, eu sou um fascista e um nazi (dose dupla)

Com 18 anos, comecei por votar no PPD (Partido Popular Democrático) de Sá Carneiro; depois do assassínio deste último, continuei a votar PPD no tempo de Pinto Balsemão (início da década de 1980) até que o José Pacheco Pereira entrou no partido pela mão de Santana Lopes, e aquele reforçou a sua influência no partido através do apoio político de Cavaco Silva: foi nesta altura que o PPD (Partido Popular Democrático) mudou de nome, e passou a chamar-se PSD (Partido Social Democrata). Tinha, assim, começado a subversão e corrupção do partido.

Ainda assim, continuei a votar Partido Social Democrata, até que o Durão Barroso (ex-MRPP) assumiu a presidência do partido, já no século XXI. Passei, então, a votar no CDS de Paulo Portas. Mais tarde, em 2010, com Passos Coelho como presidente do PSD, fui crítico da subserviência canina passista em relação à Troika: pensava eu que alguém que deve dinheiro à Banca não deixa de ter dignidade, quando pretende pagar a dívida — ao contrário do que Passos Coelho e seus acólitos pareciam defender. Com Passos Coelho, Portugal passou a ser um país com dívidas e sem dignidade.

Com Assunção Cristas na presidência do CDS, este partido passou a “fechar a Esquerda à direita”.

Assunção Cristas mostrou-se extremamente vulnerável às críticas da Esquerda na área da cultura antropológica — por exemplo, às críticas sistemáticas de Isabel Moreira (Partido Socialista) a Assunção Cristas, que praticamente não sabia como defender-se das invectivas esquerdiotas; aliás, toda a super-estrutura do CDS (que inclui o submarino Adolfo Mesquita Nunes) que agora critica o “Chicão”, alinhava com o sentimento de culpa de Assunção Cristas em relação à assunção pública do tipo de valores defendidos pelo PPD (Partido Popular Democrático) na década de 1980.

Pessoas como o José Pacheco Pereira e Durão Barroso foram minando o PPD (Partido Popular Democrático) por dentro, ao longo de duas décadas, transformando o partido em uma espécie de “facção menchevique” politicamente descartável através uma dialéctica inexorável que colocaria os novos “bolcheviques” (a geringonça) no Poder.

O “Chicão”, como presidente do CDS, não me convenceu — porque, embora ele pretendesse (aparentemente) romper com o passado canino e subserviente da Assunção Cristas, não teve a coragem necessária para enfrentar a nomenklatura politicamente correcta do seu (dele) partido — a nomenklatura que é uma espécie de “quinta coluna” esquerdiota comandada pelo gayzista Adolfo Mesquita Nunes, e que aglomera gente “correcta” como por exemplo Cecília Meireles, Telmo Correia, João Gonçalves, entre outros. O CDS e o PSD de Rui Rio compõem a “direitinha educadinha”, bem “comportadinha”, que obedece aos preceitos da Esquerda.

Por tudo isto, nas últimas eleições legislativas eu votei no CHEGA. E por isso, segundo o Diário de Notícias, eu passei a ser um “nazi” e um “fascista”.


O que a Esquerda (que inclui o CDS do Mesquita Nunes) pretende é “encostar” os dissidentes e relapsos políticos, às franjas radicais e violentas que sempre existem em qualquer regime — ou seja, é o maniqueísmo do sistema político esquerdiota a funcionar: “quem não concorda com a Esquerda, é fascista!”.

Através deste maniqueísmo ideológico explícito e assumido, e mediante a diabolização da oposição política, a Esquerda pretende provocar/fomentar fenómenos de violência política à Direita, para assim ter a justificação necessária para incrementar gradualmente a repressão política sobre qualquer tipo de heterodoxia ideológica.

Esta estratégia de erradicação da oposição política é alimentada ideologicamente pelos comissários políticos do actual regime esquerdopata.

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Adenda: a crítica objectiva a um determinado comportamento irracional e colectivo por parte de uma comunidade específica — seja uma comunidade étnica ou/e cultural — não é necessariamente “racismo”.

Por exemplo, quando uma pessoa critica a prática da excisão feminina na comunidade muçulmana, essa pessoa não é necessariamente “islamófoba”. O que está em causa, na crítica, é essa prática cultural em concreto — e não a comunidade toda entendida enquanto tal.

Criticar determinadas características culturais da comunidade cigana não é “racismo”.

Sábado, 5 Dezembro 2020

“OMO lava mais branco”: alegadamente, o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda são agora “social-democratas”

O Daniel Oliveira diz que o Partido Comunista e o Bloco de Esquerda são partidos social-democratas.

daniel-oliveira-be-pcp-webAliás, esta tese é compartilhada pelo José Pacheco Pereira, que (em 2015) defendeu publicamente a aliança (oficiosa) entre o Partido Socialista, por um lado, e o Partido Comunista e Bloco de Esquerda, por outro lado — a chamada “Geringonça”.

Um dia destes, se Deus quiser, o Daniel Oliveira irá dizer que o MRPP pertence a uma “direita moderada”.
Seguindo o “raciocínio” do Daniel Oliveira, agora percebo por que razão o CHEGA é classificado (pela Esquerda) de “nazi”!

Chama-se a isto: “baralhar e tornar a dar”.

Baralhando a opinião pública, os agentes do neomarxismo (ou do Totalitarismo de Veludo) vão tornando a ideologia marxista agradável ao paladar ideológico da populaça — desta vez, não através das ideias (entendidas em si mesmas), mas sim pela normalização (na cultura antropológica) de conceitos vagos e genéricos que sirvam a causa neomarxista.

Pessoas como o José Pacheco Pereira, Daniel Oliveira, Isabel Moreira, ou Fernanda Câncio, são exemplos de “comissários políticos” do Totalitarismo de Veludo que se faz sentir em Portugal.

Por exemplo: ¿alguma destas “comissariadas” criaturas se pronunciou contra a ilegalidade do confinamento obrigatório? Claro que não! Desde que seja para proteger o Totalitarismo de Veludo, o silêncio é de ouro! Esta gente é muito perigosa!

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Domingo, 9 Agosto 2020

A Messalina do bas-fond me®diático português (2)

Filed under: Fernanda Câncio,josé sócrates — O. Braga @ 5:55 pm

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Sexta-feira, 7 Agosto 2020

A Messalina do bas-fond me®diático português

Filed under: Fernanda Câncio,josé sócrates — O. Braga @ 5:59 pm

Quinta-feira, 9 Julho 2020

¿A Fernanda Câncio é uma “figura pública”?

Filed under: Fernanda Câncio — O. Braga @ 6:16 pm

f-cancio-sangue-menstrual-webUm tribunal de Lisboa — dirigido pelo juiz Afonso Nunes — cedeu miseravelmente a sua dignidade e independência ao lóbi político radical de Esquerda, ao não reconhecer o estatuto de “figura pública” à ex-amante do ex-primeiro-ministro José Sócrates.

Uma criatura que foi amante do primeiro-ministro e que foi com este (várias vezes) passar férias no estrangeiro, não pode ser outra coisa senão uma figura pública.


Desde logo, convém ter uma noção de “figura pública”.

Uma “figura pública” é uma pessoa que adquiriu uma determinada posição social em função de uma notória visibilidade e influência social que lhe é concedida pela população em geral e pelas elites em particular.


Esperamos que o jornalista José António Saraiva recorra de uma sentença pusilânime, cobarde, ilógica e politicamente enviesada, que o condenou penalmente por dizer a verdade.

No ordenamento jurídico da Common Law (não só nos Estados Unidos, mas também), uma qualquer figura pública só ganha uma demanda judicial — alegadamente por difamação ou por devassa da vida privada — se a informação publicada for falsa.

Como é auto-evidente, a cidadã Fernanda Câncio, ex-amante do primeiro-ministro José Sócrates, é uma figura pública (embora, em minha opinião, pelas piores razões).

Porém, o juiz Afonso Nunes acobardou-se e enfeudou a sua dignidade pessoal a uma certa Esquerda radical que os portugueses já estão cansados de aturar. Por isso, esperamos que o jornalista José António Saraiva recorra (para a instância superior) de uma sentença pusilânime, cobarde, ilógica e politicamente enviesada, que o condenou penalmente por dizer a verdade.

Domingo, 2 Fevereiro 2020

Isto já não vai com palavreado

O António Balbino Caldeira aborda aqui a temática da censura de informação, sob o pretexto de “fake news”.


censorship-webTal como no tempo de Salazar havia um alinhamento ideológico “politicamente correcto”, que justificava o “lápis azul” (a censura do Estado Novo), assim os mentores do politicamente correcto actual (o “totalitarismo de veludo”) criaram um sistema de purga da informação incómoda em relação ao sistema político vigente.

Este sistema censório tem origem nos me®dia internacionais, em primeiro lugar, que defendem os interesses da plutocracia globalista que os controla (ideológica- e financeiramente); e são os me®dia — CNN, MSNBC, ABC, NBC, BBC, CBC, etc. — que impõem o filtro censório à ruling class  em geral.

Em Portugal, pessoas da laia da Fernanda Câncio ou do Daniel Oliveira são comissários políticos do Totalitarismo de Veludo, e que fazem parte da classe dos caciques locais esquerdistas que servem a estratégia política da plutocracia globalista (só assim se entende que o Bilderberger globalista Pinto Balsemão, por um lado, e trotskista Daniel Oliveira, por outro lado, andem tacitamente alinhados).

As publicações “online” locais (nacionais) que não pertençam ao clube ideológico sancionado pelo Totalitarismo de Veludo, são sinalizadas pelos comissários políticos que se encarregam de recomendar a sua ostracização dos motores de busca, tornando “invisíveis” essas publicações censuradas.

De nada vale o relambório racional que faça a crítica da censura do Totalitarismo de Veludo: os comissários políticos do sistema politicamente correcto em vigor têm o poder na mão, e não há argumentos racionais que façam qualquer diferença.

Segunda-feira, 9 Julho 2018

Quando a “igualdade” incomoda a Fernanda Câncio

 

Será que a Fernanda Câncio sabe que os prémios para as e os tenistas do Grand Slam são iguais?

Ou seja, por exemplo: quem chega (por exemplo) a uma final ATP de mulheres, ou de homens, ganha o mesmo dinheiro.

Mas os jogos não são iguais: as mulheres jogam apenas 3 Sets, e os homens jogam 5 Sets — o que significa que os homens têm que suar mais tempo para ganhar o mesmo que as mulheres.

Segunda-feira, 13 Novembro 2017

A estratégia da auto-vitimização politicamente correcta

 

Da Fernanda Câncio, a gente já sabe da anormalidade; mas a besta do Paulo Baldaia, foi uma surpresa. Com o seu artigo, o Paulo Baldaia sancionou pessoalmente merda desta.

O feminismo de terceira geração — o chamado “feminazismo” — caracteriza-se pela auto-vitimização que se transforma em uma forma de agressão anti-masculina. Assumir-se como vítima endémica passou a ser uma forma de agressão, não só para o feminazismo, mas também para o marxismo cultural em geral (a chamada “política identitária”). Vemos aqui em baixo um exemplo da auto-vitimização da “política identitária” marxista cultural.

 

Outra característica do feminazismo — de que a Fernanda Câncio é o perfeito exemplo — é a falácia da generalização : pega-se em meia-dúzia de exemplos (ou uma dúzia, que seja) e cria-se uma lei geral que conduz invariavelmente à auto-vitimização.

O politicamente correcto tem imensa dificuldade em conceber um juízo universal, o que é característica de um nominalismo radical e irracional. A mente marxista cultural é anti-científica.

Finalmente, o feminazismo assume um novo tipo de puritanismo religioso. Quem ler a Fernanda Câncio é transportado para o tempo dos calvinistas do século XVII em Inglaterra.

Terça-feira, 13 Junho 2017

Quando leio o que escreve a Fernanda Câncio, apetece-me muito ser racista

Filed under: Fernanda Câncio,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 7:20 pm

 

A esmagadora maioria dos jovens do bairro de S. João de Deus, no Porto, não passou do ensino secundário; não chegou à universidade; mas não era constituída por pretos.

E quando leio o que escreve a Fernanda Câncio, apetece-me (muito mesmo) ser racista.

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Imagem daqui.

Segunda-feira, 3 Abril 2017

Quando a Fernanda Câncio ganha autoridade de direito, estamos já todos no Pigalle, em Paris

 

Não devemos dar atenção à Fernanda Câncio, mas convenhamos que ela sabe comunicar com os burros, quiçá em função da sua própria burrice. Por exemplo, quando ela compara uma festa do Partido Comunista em uma escola pública no Alentejo, por um lado, e uma missa católica em uma escola pública de Trás-os-Montes, por outro lado.

Vejamos o que escreveu Eric Voegelin1 , acerca da diferença que a Fernanda Câncio não enxerga:

« Os partidários de movimentos que se querem hostis à religião e ateus, erguem-se violentamente contra a ideia de que se possam revelar experiências religiosas nas raízes da sua atitude fanática, quando eles simplesmente veneram algo diferente da religião, contra a qual se batem. Devemos, por isso, tomar uma decisão linguística: as religiões espirituais que encontram o Realissimum no fundamento do mundo2 , designamo-las como religiões “supra-mundanas”; todas as outras, que encontram o divino em elementos parciais do mundo, designamo-las como religiões “intra-mundanas”. »

Ou seja, a festa marxista do Partido Comunista em uma escola do Alentejo é uma cerimónia de uma religião intra-mundana; e a missa católica em uma escola de Trás-os-Montes é uma cerimónia de uma religião supra-mundana. Mas Fernanda Câncio, na sua burrice propositada destinada a arregimentar os asnos que abundam, misturou os dois tipos de religião mediante uma comparação estúpida.

Mas, ¿será que os pais comunistas das crianças de uma escola do Alentejo — ou seja, os pais que são crentes de uma religião intra-mundana como é o marxismo — não têm o direito de festejar a revolução marxista de Outubro de 1917 na escola dos seus filhos?

Fernanda cancio webEu, que sigo Locke (mas não sigo Rousseau), penso que esses pais marxistas têm todo o direito a realizar uma qualquer cerimónia da sua religião intra-mundana (o marxismo) na escola pública com os seus filhos — desde que se respeite também a liberdade daqueles pais que não são marxistas em recusar participar na dita cerimónia.

Na senda de Locke, o Estado não é proprietário nem tutor das crianças (salvo nos casos excepcionais que confirmam a regra): a responsabilidade pela educação das crianças recai, em primeiro lugar, nos respectivos pais. E se os pais comunistas entendem que os seus filhos devem ser formados segundo a sua religião política (intra-mundana), o Estado não deverá intervir no domínio privado — mesmo quando as crianças frequentam a escola pública.

Os comunistas da escola do Alentejo têm todo o direito de organizar uma festa comunista para os seus filhos em uma escola pública. Quem não gostar da festa comunista na escola, não é obrigado a comparecer. O Estado não tem nada a ver com isso, porque a sua esfera de competência não deverá exceder o domínio estritamente público, por um lado, e a escola pública serve também interesses privados (por exemplo, através dos interesses das associações de pais), por outro lado.

Mutatis mutandis, o mesmo critério aplica-se à outra cerimónia, a da religião supra-mundana, de Trás-os-Montes.

Portanto, ficou aqui demonstrado por que razão a Fernanda Câncio é estúpida. Não se trata de um ad Hominem: ela é mesmo estúpida. Mas, podemos ir mais longe na demonstração da deficiência cognitiva da Fernanda Câncio.

A Fernanda Câncio invoca o artigo 41 da Constituição: "Ninguém pode ser perguntado por qualquer autoridade acerca das suas convicções ou prática religiosa, salvo para recolha de dados estatísticos não individualmente identificáveis."

Mas, para que os pais marxistas da escola do Alentejo organizem a sua cerimónia religiosa intra-mundana na companhia dos seus filhos, não é necessário que qualquer “autoridade” ande a indagar se a religião de uns e de outros é a marxista, ou não: adere à cerimónia quem quiser, sem necessidade de ser perguntado sobre as razões da sua adesão; e quem não quiser aderir, não tem que dar cavaco a ninguém (e muito menos a uma aberração humana como é a Fernanda Câncio).


Notas
1. “As Religiões Políticas”, 2002, Vega Lda., página 31
2. Do “mundo”, no sentido do “universo”

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