perspectivas

Domingo, 6 Janeiro 2019

Esta imagem foi censurada no FaceBook …

Filed under: Facebook — O. Braga @ 6:58 pm

 

… mas vai lá estar presente através deste verbete…

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Sábado, 8 Dezembro 2018

O Facebook já entrou em declínio

Filed under: Facebook — O. Braga @ 12:51 am

Domingo, 2 Dezembro 2018

Bloqueado e censurado pelo FaceBook (outra vez)

Filed under: censura,Facebook — O. Braga @ 7:15 pm

Desta vez, o FaceBook foi buscar publicações minhas de há dois e três anos para justificar o bloqueio e a censura.

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A censura e bloqueio do FaceBook actuais a muitas contas na Europa têm a ver com a campanha política contra o Pacto de Imigração da ONU que se assina em Marraquexe em Dezembro (daí a censura por 30 dias).

Provavelmente, logo que tenha acesso a fotografias e imagens que tenho na minha conta do FaceBook, irei fechá-la.

Lembrem-se de que é o FaceBook e o Zuckerberg que precisa de nós: nós não precisamos do Zuckerberg.

Entretanto, vou estar mais activo no

(principalmente nestes dois),

Segunda-feira, 24 Setembro 2018

Fui suspenso do FaceBook por 3 dias, por ter partilhado um artigo do Blasfémias

Filed under: Facebook — O. Braga @ 7:33 pm

 

Partilhei este artigo do Blasfémias, e o FaceBook mandou-me para a “prisão” por 3 dias.

Terça-feira, 21 Agosto 2018

A liberdade de expressão e os tubarões da Internet

Filed under: Facebook,liberdade de expressão,Twitter,YouTube — O. Braga @ 5:21 pm

 

1/ Um padeiro americano ganhou uma batalha judicial contra um par de gays, porque estes se queixaram em tribunal de discriminação, porque o padeiro se recusou a cozinhar um bolo para o seu (deles) “casamento” gay.

¿E por que razão o padeiro ganhou o processo judicial? Porque o direito à liberdade e consciência religiosas é garantido pela Constituição dos Estados Unidos (a Primeira Emenda). Não fosse essa garantia constitucional americana, o padeiro perderia a contenda judicial.

2/ Quando dois direitos colidem ou entram em conflito (por exemplo, o direito do padeiro a não cozinhar o bolo do “casamento” gay por motivos religiosos, contra o direito do par de gays em ser servido de um bolo para o seu “casamento”), quem ajuíza deve ter sempre presente a validade jurídica do “direito negativo” (desde que este esteja plasmado na lei) — o padeiro não está a impedir o “casamento” gay: apenas se recusa a colaborar com a realização de qualquer “casamento” gay. A essa recusa chamamos “direito negativo”, que em nada impede ou proíbe o direito dos gays à realização do seu (deles) “casamento” gay.

Porém, não existe na Constituição dos Estados Unidos nenhuma cláusula ou emenda constitucional que permita a uma empresa privada que preste serviço público discriminar cidadãos em função de meras opiniões pessoais.

Ou seja, não existe, na lei americana — incluindo na Constituição dos Estados Unidos — nenhuma disposição legal que autorize uma empresa privada que preste serviços públicos a praticar a censura em função de ideias políticas.

3/ Mas há por aí uns burros, que se dizem “libertários”, que pensam que a liberdade está acima da lei.

A ideia que anda por aí é a seguinte:

“O FaceBook, o Twitter, o YouTube, etc., são empresas privadas; e, por isso, têm o direito absoluto de censurar a opinião de quem muito bem entenderem, segundo critérios muito vagos e pouco objectivos, ambíguos, discricionários até.
O direito à propriedade privada é um direito absoluto; e por isso, essas empresas privadas podem censurar conteúdos em função de critérios que não tem necessariamente que ser públicos, e sem dar cavaco a ninguém”.

Porém, não existe, na lei americana, qualquer disposição legal que autorize uma empresa privada a discriminar os cidadãos em função das suas opiniões políticas. Pelo contrário, a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos proíbe a censura de opinião. Portanto, essas empresas privadas, ao censurar opiniões, não estão a respeitar a lei fundamental dos Estados Unidos.

4/ O que iremos assistir, infelizmente, é a regulamentação (por parte do governo de Donald Trump) da actividade dessas empresas privadas, por forma a que a Constituição dos Estados Unidos seja cumprida.

As empresas privadas não estão acima da lei. O direito à propriedade privada não é um direito absoluto.

5/ Na Idade Média, a propriedade privada não era considerada um direito: em vez disso, era um privilégio concedido pelo Rei e confirmado pelas Cortes.

Até finais do século XVIII, o “direito” à propriedade privada era controverso, como podemos verificar nos escritos de conservadores políticos, como David Hume ou Edmund Burke. Nem no tempo do liberalismo clássico (Adam Smith) o direito à propriedade privada era considerado absoluto. Foi só com o marginalismo que o direito à propriedade privada passou a ser considerado um direito absoluto.

Domingo, 19 Agosto 2018

O fassista Donald Trump que os políticos portugueses odeiam

 

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Quarta-feira, 15 Agosto 2018

A agenda política do FaceBook

Filed under: Facebook,Homofobismo,politicamente correcto — O. Braga @ 9:16 am

Eu fui já várias vezes “castigado” pelo FaceBook por não ter as ideias consideradas correctas. A última vez fui suspenso por 30 dias por ter publicado um vídeo que o FaceBook considerou “racista”.

Mas perfis e imagens como estas, aqui em baixo, são perfeitamente aceitáveis pelos censores do Facebook: para não ser censurado, o que interessa é não ser patriota, não ser contra o globalismo plutocrático, não ser a favor da existência de fronteiras, não ser contra a islamização da Europa, não ser contra a imigração massiva, não simpatizar com Donald Trump, etc..

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Domingo, 12 Agosto 2018

Jeff Deist: o perigo do “Complexo Industrial Dos Me®dia”

Filed under: Facebook,Google,me®dia,merdia,Twitter — O. Braga @ 3:28 pm

 

Jeff Deist é o actual presidente do Instituto Von Mises, e um libertário.

Contudo, neste vídeo, Deist reconhece que ele próprio coloca em dúvida as suas próprias convicções libertárias, quando se verifica a censura política enviesada levada a cabo actualmente por empresas privadas como o FaceBook, o Twitter, o Google, etc..

Ou seja, segundo Deist, hoje vemos as empresas privadas, ligadas aos me®dia e à Internet, em conluio com os Estados, ou seja, o “Complexo Industrial Dos Me®dia” que cria uma elite tecnológica que não tem Poder através dos votos, mas antes assume o Poder através dos meios à sua disposição, e criam um Poder anti-democrático.

 

Quinta-feira, 26 Julho 2018

O FaceBook já entrou em declínio

Filed under: Facebook — O. Braga @ 8:07 am

 

Outras plataformas de comunicação tendem a substituir o FaceBook, como por exemplo o WhatsApp.

“The tech-heavy Nasdaq was set for a big down day Thursday after disappointing quarterly results from Facebook sent the social media giant hurtling toward its biggest share price decline ever and on track to lose more than $125 billion in market value”.

Tech stocks set to crater on Thursday with Facebook on track for biggest drop ever

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Terça-feira, 17 Julho 2018

O FaceBook permite a presença de grupos que apelam ao assassinato de deputados do partido republicano

Filed under: censura,Esquerda,esquerdalho,Facebook — O. Braga @ 7:45 pm

 

Eu fui bloqueado no FaceBook por publicar um vídeo.

Entretanto, o FaceBook acolhe prazenteiramente (sem censura) grupos que apelam ao assassinato de deputados do partido republicano dos Estados Unidos.

Bloqueado no FaceBook por 30 dias

Filed under: censura,Facebook — O. Braga @ 8:02 am

 

Fui bloqueado no FaceBook por trinta dias porque publiquei o seguinte vídeo (que também publiquei no YouTube):

Quarta-feira, 27 Junho 2018

Como funciona a minoria radical de Esquerda no FaceBook (Parte II)

Filed under: Esquerda,esquerdalho,Facebook — O. Braga @ 9:03 am

 

Para que se faça uma ideia de como funciona o partenariado entre o FaceBook e a Esquerda radical, vou relatar uma situação que se passou comigo há poucos dias.

Saiu a notícia de uma senhora alemã de 91 anos que foi violada por um "refugiado” muçulmano — aliás, na esteira de um incremento geométrico da criminalidade na Alemanha, devido à imigração islâmica.

Eu coloquei no FaceBook a ligação para a notícia, com o seguinte comentário : “Alemanha. Uma senhora de 91 anos violada por um imigrante muçulmano”. A minha publicação foi imediatamente censurada pelo FaceBook e classificada de “discurso de ódio”.

Pensei, então, que o problema estaria na palavra “muçulmano”. E resolvi que iria doravante evitar a todo o custo a utilização de palavras como “muçulmano”, “Islamismo”, “Islão”, “islamitas”, etc..

E voltei a publicar a notícia com o seguinte comentário : «Alemanha. Uma senhora de 91 anos violada por um imigrante “ala de rabo para o ar”».

Desta vez a censura demorou mais tempo, e deram-me a possibilidade de me defender; mas o FaceBook acabou por justificar a censura por “discurso de ódio” porque (foi esta a justificação) o termo “ala de rabo para o ar” era suposto aplicar-se a muçulmanos.

Ou seja, o FaceBook, orientado ideologicamente pela Esquerda radical internacionalista e pela maçonaria jacobina globalista, já censura conteúdos em função de uma putativa, subjectiva e eventual alteração semântica da linguagem. O FaceBook já imagina aquilo que alguém pretende dizer, se esse alguém pretende fazer notícia de um facto que possa eventualmente ser considerado crítico em relação aos muçulmanos.

Estou convencido de que, por exemplo, se eu escrevesse : «Alemanha. Uma senhora de 91 anos violada por um daqueles suspeitos do costume», o FaceBook censuraria também, alegando que a categoria “suspeitos do costume” estaria a ser intencionalmente aplicada (por mim) aos muçulmanos. Ou seja, o discurso torna-se impossível!: independentemente de qualquer que seja a terminologia utilizada, o que se pretende é esconder, da opinião pública, os factos da realidade em que vivemos.


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Neste contexto, é inevitável que me refira a Aldous Huxley, que escreveu que as novas formas de totalitarismo se dedicariam a formatar as consciências; e, antes de Huxley, a Tocqueville na “Democracia na América”: hoje, a violência é intelectual e pretende restringir a vontade humana e o espírito crítico — tudo isto em nome da “democracia”. Ou pensamos segundo o paradigma politicamente correcto que erradica o espírito crítico da sociedade, ou então somos condenados ao ostracismo: ficamos vivos, é verdade; mas com uma vida que é pior do que a morte.

Este é o Homem Novo profetizado por Tocqueville, o Homem Unidimensional segundo Marcuse (e Habermas também, diga-se), é o homem das massas cretinizadas que obedecem caninamente aos postulados da ideologia triunfante; e quem se atrever a questionar o status quo é condenado a uma vida pior do que a morte.

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