perspectivas

Domingo, 23 Fevereiro 2020

O FaceBook já censura as caras dos utilizadores

Filed under: A vida custa,Facebook — O. Braga @ 6:20 pm

Domingo, 12 Janeiro 2020

O pânico moral da nova Inquisição esquerdista

politicamente correcto gráfico webO António Balbino Caldeira (ABC) é o exemplo do pânico moral imposto pela Esquerda: a reacção à censura de opiniãoqualquer que seja o tipo de opinião, desde que não coincida com os cânones do politicamente correcto do esquerdalho — é de pânico: tal como a vítima da velha Inquisição, o ABC jura a pés juntos que “não é racista”.

Uma das consequências do pânico moral que a Esquerda instituiu é a de que o cidadão tem que provar a sua inocência: é a chamadainversão do ónus da prova”; não são os censores que têm que provar a culpa do acusado: é o próprio acusado que tem que provar que é inocente (neste caso, que não é “racista”) 1.

Foi o que fez o António Balbino Caldeira com esta lengalenga, em que ele jura “que não é racista” — tal como a súplica do condenado à fogueira ou à forca, no tempo em que os acusados tinham que provar que estavam inocentes.

Mas não lhe adianta muito: o novo tribunal do santo ofício, coordenado pelos plutocratas globalistas em aliança tácita com os caciques locais radicais de Esquerda, já lhe colou o rótulo. Perante a acusação que o incrimina automaticamente, só resta ao ABC enfiar a carapuça e sair de cena, entrar no anonimato. De nada lhe adianta chorar baba e ranho e de pedir perdão pelo pecado que não cometeu.

O que há de mais pérfido no governo dito “democrático” de Esquerda, é que consegue ser pior do que uma ditadura: é um regime de Silêncio que se verga a uma pretensa “Tolerância” Tirana.

Adenda: aconselho a leitura deste artigo da Helena Matos no Observador (ver aqui em PDF).


Nota
1. A plataforma mais livre, do ponto de vista da liberdade de expressão, é o Twitter.

Porém, convém dizer que quem cesura o ABC no FaceBook (como já me censuraram também; não tarda muito e o ABC será apodado de “Radical de Extrema-direita) é português: embora com o patrocínio do FaceBook nos Estados Unidos, os censores do FaceBook em Portugal são portugueses. São militantes políticos esquerdistas que actuam no Facebook.

Sábado, 9 Março 2019

O puritanismo esquerdista do FaceBook

Filed under: A vida custa,Facebook — O. Braga @ 8:31 pm

 

Os puritanos esquerdistas do FaceBook suspenderam-me por 30 dias (outra vez!) porque eu partilhei este artigo do Blasfémias.

Já não se pode dizer “paneleiro”, porque os paneleiros ficam ofendidos. Ora, se é verdade que um paneleiro é paneleiro, ¿por que razão se ofendem?!

Mas calha bem, estes 30 dias: vou apagar a conta do Facebook. É o Zuckerberg que precisa de nós, e não o inverso.

Domingo, 6 Janeiro 2019

Esta imagem foi censurada no FaceBook …

Filed under: Facebook — O. Braga @ 6:58 pm

 

… mas vai lá estar presente através deste verbete…

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Sábado, 8 Dezembro 2018

O Facebook já entrou em declínio

Filed under: Facebook — O. Braga @ 12:51 am

Domingo, 2 Dezembro 2018

Bloqueado e censurado pelo FaceBook (outra vez)

Filed under: censura,Facebook — O. Braga @ 7:15 pm

Desta vez, o FaceBook foi buscar publicações minhas de há dois e três anos para justificar o bloqueio e a censura.

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A censura e bloqueio do FaceBook actuais a muitas contas na Europa têm a ver com a campanha política contra o Pacto de Imigração da ONU que se assina em Marraquexe em Dezembro (daí a censura por 30 dias).

Provavelmente, logo que tenha acesso a fotografias e imagens que tenho na minha conta do FaceBook, irei fechá-la.

Lembrem-se de que é o FaceBook e o Zuckerberg que precisa de nós: nós não precisamos do Zuckerberg.

Entretanto, vou estar mais activo no

(principalmente nestes dois),

Segunda-feira, 24 Setembro 2018

Fui suspenso do FaceBook por 3 dias, por ter partilhado um artigo do Blasfémias

Filed under: Facebook — O. Braga @ 7:33 pm

 

Partilhei este artigo do Blasfémias, e o FaceBook mandou-me para a “prisão” por 3 dias.

Terça-feira, 21 Agosto 2018

A liberdade de expressão e os tubarões da Internet

Filed under: Facebook,liberdade de expressão,Twitter,YouTube — O. Braga @ 5:21 pm

 

1/ Um padeiro americano ganhou uma batalha judicial contra um par de gays, porque estes se queixaram em tribunal de discriminação, porque o padeiro se recusou a cozinhar um bolo para o seu (deles) “casamento” gay.

¿E por que razão o padeiro ganhou o processo judicial? Porque o direito à liberdade e consciência religiosas é garantido pela Constituição dos Estados Unidos (a Primeira Emenda). Não fosse essa garantia constitucional americana, o padeiro perderia a contenda judicial.

2/ Quando dois direitos colidem ou entram em conflito (por exemplo, o direito do padeiro a não cozinhar o bolo do “casamento” gay por motivos religiosos, contra o direito do par de gays em ser servido de um bolo para o seu “casamento”), quem ajuíza deve ter sempre presente a validade jurídica do “direito negativo” (desde que este esteja plasmado na lei) — o padeiro não está a impedir o “casamento” gay: apenas se recusa a colaborar com a realização de qualquer “casamento” gay. A essa recusa chamamos “direito negativo”, que em nada impede ou proíbe o direito dos gays à realização do seu (deles) “casamento” gay.

Porém, não existe na Constituição dos Estados Unidos nenhuma cláusula ou emenda constitucional que permita a uma empresa privada que preste serviço público discriminar cidadãos em função de meras opiniões pessoais.

Ou seja, não existe, na lei americana — incluindo na Constituição dos Estados Unidos — nenhuma disposição legal que autorize uma empresa privada que preste serviços públicos a praticar a censura em função de ideias políticas.

3/ Mas há por aí uns burros, que se dizem “libertários”, que pensam que a liberdade está acima da lei.

A ideia que anda por aí é a seguinte:

“O FaceBook, o Twitter, o YouTube, etc., são empresas privadas; e, por isso, têm o direito absoluto de censurar a opinião de quem muito bem entenderem, segundo critérios muito vagos e pouco objectivos, ambíguos, discricionários até.
O direito à propriedade privada é um direito absoluto; e por isso, essas empresas privadas podem censurar conteúdos em função de critérios que não tem necessariamente que ser públicos, e sem dar cavaco a ninguém”.

Porém, não existe, na lei americana, qualquer disposição legal que autorize uma empresa privada a discriminar os cidadãos em função das suas opiniões políticas. Pelo contrário, a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos proíbe a censura de opinião. Portanto, essas empresas privadas, ao censurar opiniões, não estão a respeitar a lei fundamental dos Estados Unidos.

4/ O que iremos assistir, infelizmente, é a regulamentação (por parte do governo de Donald Trump) da actividade dessas empresas privadas, por forma a que a Constituição dos Estados Unidos seja cumprida.

As empresas privadas não estão acima da lei. O direito à propriedade privada não é um direito absoluto.

5/ Na Idade Média, a propriedade privada não era considerada um direito: em vez disso, era um privilégio concedido pelo Rei e confirmado pelas Cortes.

Até finais do século XVIII, o “direito” à propriedade privada era controverso, como podemos verificar nos escritos de conservadores políticos, como David Hume ou Edmund Burke. Nem no tempo do liberalismo clássico (Adam Smith) o direito à propriedade privada era considerado absoluto. Foi só com o marginalismo que o direito à propriedade privada passou a ser considerado um direito absoluto.

Domingo, 19 Agosto 2018

O fassista Donald Trump que os políticos portugueses odeiam

 

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Quarta-feira, 15 Agosto 2018

A agenda política do FaceBook

Filed under: Facebook,Homofobismo,politicamente correcto — O. Braga @ 9:16 am

Eu fui já várias vezes “castigado” pelo FaceBook por não ter as ideias consideradas correctas. A última vez fui suspenso por 30 dias por ter publicado um vídeo que o FaceBook considerou “racista”.

Mas perfis e imagens como estas, aqui em baixo, são perfeitamente aceitáveis pelos censores do Facebook: para não ser censurado, o que interessa é não ser patriota, não ser contra o globalismo plutocrático, não ser a favor da existência de fronteiras, não ser contra a islamização da Europa, não ser contra a imigração massiva, não simpatizar com Donald Trump, etc..

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Domingo, 12 Agosto 2018

Jeff Deist: o perigo do “Complexo Industrial Dos Me®dia”

Filed under: Facebook,Google,me®dia,merdia,Twitter — O. Braga @ 3:28 pm

 

Jeff Deist é o actual presidente do Instituto Von Mises, e um libertário.

Contudo, neste vídeo, Deist reconhece que ele próprio coloca em dúvida as suas próprias convicções libertárias, quando se verifica a censura política enviesada levada a cabo actualmente por empresas privadas como o FaceBook, o Twitter, o Google, etc..

Ou seja, segundo Deist, hoje vemos as empresas privadas, ligadas aos me®dia e à Internet, em conluio com os Estados, ou seja, o “Complexo Industrial Dos Me®dia” que cria uma elite tecnológica que não tem Poder através dos votos, mas antes assume o Poder através dos meios à sua disposição, e criam um Poder anti-democrático.

 

Quinta-feira, 26 Julho 2018

O FaceBook já entrou em declínio

Filed under: Facebook — O. Braga @ 8:07 am

 

Outras plataformas de comunicação tendem a substituir o FaceBook, como por exemplo o WhatsApp.

“The tech-heavy Nasdaq was set for a big down day Thursday after disappointing quarterly results from Facebook sent the social media giant hurtling toward its biggest share price decline ever and on track to lose more than $125 billion in market value”.

Tech stocks set to crater on Thursday with Facebook on track for biggest drop ever

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