perspectivas

Quarta-feira, 13 Maio 2020

A escola pública ensina e aconselha aos adolescentes as “virtudes do infanticídio”

Filed under: ética,educação,Ensino,Esquerda,esquerdopatia,Peter Singer — O. Braga @ 5:08 pm

Peter Singer é um professor de filosofia (o que não significa que ele seja necessariamente um filósofo) nos Estados Unidos.

Faz parte da filosofia moral de Peter Singer a defesa da legalização do infanticídio; e é esta “filosofia moral” que é ensinada a adolescentes do 10º ano de escolaridade, no “telensino” do Rolando Almeida.

telensino-singer-web

E depois temos gente a pedir prisão perpétua para os infanticidas — fazendo de conta que não sabem que é o próprio sistema de ensino e a cultura adquirida que estimulam a prática de infanticídio.

Domingo, 5 Agosto 2018

O que os professores marxistas andam a “ensinar” às nossas crianças

Filed under: educação,Ensino,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 7:59 pm

 

 

Quarta-feira, 22 Novembro 2017

O João Miguel Tavares não vê a “professoridade”

Filed under: educação,Ensino,igualdade,igualitarismo,João Miguel Tavares — O. Braga @ 4:04 pm

 

Não existe, nem nunca existiu, essa entidade abstracta chamada “os professores” – existem dezenas de milhares de indivíduos a desempenhar uma função singular e complexa, que de forma alguma podem ser confundidos com um grupo profissional homogéneo, como se fossem mineiros, estivadores ou trabalhadores numa linha de montagem.”

João Miguel Tavares


Dizia Antístenes (o cínico) a Platão : “Eu vejo um cavalo, mas não vejo a cavalaridade”. Da mesma forma, o João Miguel Tavares não vê a “professoridade”, mas antes só vê o “professor”.

cross-eyed-webEu sou insuspeito para abordar este tema, porque nunca votei na Esquerda. Ou melhor, o partido mais à esquerda em que votei foi o PPD/PSD.

O argumento nominalista do João Miguel Tavares é um absurdo, porque é evidente que existe uma categoria que reúne as características comuns de criaturas a que se convencionou chamar de “professores”. Portanto, a categoria (científica) da “professoridade” (que o João Miguel Tavares não vê) existe. E o João Miguel Tavares só vê o que a ideologia lhe permite ver.

Aliás, a categoria é a condição da avaliação da qualidade.

Sem a “professoridade” não poderíamos avaliar a qualidade dos professores, entendidos tanto em termos colectivos como em termos individuais.


A minha bisavó materna foi professora, ainda no tempo dos reis; a minha avó materna também, e a minha mãe seguiu o mesmo caminho: mas até 1974, não existia em Portugal uma verdadeira massificação do ensino, no sentido do ensino igualitarista e obrigatório. Portanto, não podemos comparar o ensino obrigatório e massificado actual, por um lado, com o ensino tradicional, por outro lado.

A “professoridade” sempre existiu, desde que existem professores. A “professoridade” é uma categoria.

Portanto, negar a existência da categoria dos professores é psicose ideológica.

O problema — que o João Miguel Tavares se recusa a ver, em nome do conceito de “igualdade” que lhe corrói o espírito — é que a massificação do ensino trouxe consigo a massificação dos professores. Ou seja, o problema está a montante, na massificação (igualitarista) do ensino — mas o João Miguel Tavares é ideologicamente vesgo, só consegue ver a massificação dos professores, que é uma consequência e não a causa do problema.


“EL demócrata, en busca de igualdad, pasa el rasero sobre la humanidad, para recortar lo que rebasa: la cabeza. Decapitar es el rito central de la misa democrática → Nicolás Gómez Dávila

("O democrata, em busca da igualdade, passa a bitola sobre a humanidade, para cortar o que diferencia: a cabeça. Decapitar é o rito central da missa democrática”)

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