perspectivas

Segunda-feira, 19 Outubro 2020

A jornalista esquerdista da NBC, Savannah Guthrie, durante a recente entrevista a Donald Trump

Filed under: comunicação social,Donald Trump,me®dia,merdia — O. Braga @ 5:37 pm

Uma imagem vale mais do que mil palavras

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Ser jornalista, hoje, é ser criminoso; é ser inimigo da democracia; é tomar o partido exclusivista dos poderosos.

Terça-feira, 6 Outubro 2020

Imaginem o mulherio se o Trump ganhar outra vez…

Filed under: Donald Trump,feminazismo,feminismo,lixo feminino — O. Braga @ 10:21 am

Domingo, 27 Setembro 2020

Se os americanos não quiseram investir em Portugal, não podem agora reivindicar direitos de preferência

Filed under: China,Donald Trump,Estados Unidos,Portugal — O. Braga @ 5:01 pm

Quando o governo de Passos Coelho (2010 / 2011) quis privatizar a REN (Rede Eléctrica Nacional) e a EDP, nenhuma oferta credível foi feita a partir dos Estados Unidos (com excepção de uma oferta manhosa de uma EDGE FUND suspeita baseada em um OFF SHORE). Da União Europeia veio uma mão cheia de nada: ninguém credível se chegou à frente para comprar as referidas duas empresas portuguesas valiosas.

As únicas ofertas credíveis vieram da China: duas empresas que pertenciam ao Estado português passaram a pertencer ao Estado chinês.

marcelo-eua-webUma das razões por que Donald Trump foi eleito: Obama destruiu o capitalismo nos Estados Unidos — sendo que “capitalismo” não é a concentração da riqueza (de um país) em meia dúzia de plutocratas; isso é fascismo; ou, como escreveu G. K. Chesterton : “demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas”.

Na Europa, o capitalismo (propriamente dito) foi destruído pela União Europeia, por duas vias: a primeira, o aumento desmedido das dívidas soberanas nacionais; a segunda, a espoliação dos capitais nacionais, ou seja, o favorecimento da fuga do capital nacional privado, dos diferentes países da União Europeia, para paraísos fiscais, devido ao aumento brutal de impostos.

O investimento (empresarial) dos Estados Unidos em Portugal é muito baixo; talvez o único país da União Europeia que tem recebido investimento americano considerável, é a Irlanda.

E as empresas americanas (em geral) não investem nos países da União Europeia porque, ou estão descapitalizadas (a descapitalização operada pela governança de Obama), ou as grandes empresas que não estão descapitalizadas estão nas mãos de uma dúzia de plutocratas “anti-Trump” que mantêm relações privilegiadas com o Estado chinês (Google, Microsoft, Amazon, Apple, etc.).

É neste contexto de “descapitalização do capitalismo” norte-americano que surge a eleição do “reaccionário” Donald Trump.

O problema é o de que duas das maiores empresas públicas portuguesas já foram vendidas à China. Ou seja, quem não “se chegou à frente” em 2011, não pode agora reivindicar direitos. Se os americanos não quiseram investir em Portugal em tempo de crise, não podem agora reivindicar direitos de preferência.

Terça-feira, 22 Setembro 2020

"Trump derangement syndrome"

Filed under: Donald Trump,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 7:13 pm

Eu tenho um sério preconceito negativo em relação às mulheres na política — vai-se lá saber por que razão …!


Quarta-feira, 2 Setembro 2020

A “gangsterização” dos partidos políticos nos Estados Unidos

Filed under: Donald Trump,Estados Unidos — O. Braga @ 3:47 pm
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O fenómeno da gangsterização da política americana foi iniciado pelo Partido Democrata (pela Esquerda), através da tentativa (feita por este partido) de recuperação política da extrema-esquerda marxista: o Partido Democrata partiu do princípio politicamente correcto segundo o qual é possível agarrar num cagalhão pela sua parte mais limpa.

Foi neste processo de gangsterização agit-prop da política, adoptada pelo Partido Democrata, que criaturas extremistas, lunáticas e radicais da estirpe de Alexandria Ocasio-Cortez foram acolhidas no seio do partido; ou que uma criatura perfeitamente amoral, como é Kamala Harris, foi escolhida para candidata à vice-presidência dos Estados Unidos.

Como cereja no topo do bolo, foi escolhido pelo Partido Democrata um candidato demente à presidência dos Estados Unidos: o concurso político de Joe Biden tem apenas o intuito de salvar o seu (dele) filho (Hunter Biden) da pendente denúncia de corrupção perpetrada por este (com o apoio político do pai) na Ucrânia durante o consulado de Obama.

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O massivo financiamento de movimentos de extrema-esquerda (marxistas radicais e terroristas), como por exemplo o Black Lives Matter e os Antifa, tem vindo a ser investigado pelo Dept. de Justiça da administração Trump; porém, esta investigação revela-se extremamente difícil, porque a própria estrutura dirigente do FBI serve claramente os interesses do Partido Democrata — a polícia federal não é politicamente neutra, e já não segue a letra da lei.

O sistema político americano já foi desvirtuado através da gangsterização do Partido Democrata: os Estados Unidos caminham a passo largo para uma terceiro-mundização, em que o poder político passa a depender mais do nepotismo da ruling class do que da própria estrutura da lei.

O Partido Democrata e a ruling class americana (Hollywood, universidades, os plutocratas) colocaram o país na antecâmara de um golpe-de-estado (intervenção das Forças Armadas).

bilionarios-pandemia-webPara que se tenha uma ideia do problema da relação promíscua entre o globalismo plutocrata defendido pelo Partido Democrata, por um lado, e a Esquerda radical e marxista — apenas durante a actual pandemia do COVID-19, a fortuna de Bezos (o dono da Amazon e do Washington Post) aumentou em 76 mil milhões de US Dollars; a fortuna do Zuckerberg (dono do FaceBook) aumentou em 42 mil milhões de US Dollars; e a fortuna de Bill Gates aumentou em 16 mil milhões de US Dollars (estamos a falar de apenas cinco meses). Entretanto, cerca de 40 milhões de pessoas correm o risco de perder as suas casas e passar a viver em tendas.

Para os mais ricos do mundo, o COVID-19 veio mesmo a calhar!

A gangsterização política do Partido Democrata, através da utilização discricionária da violência pública e do assassinato de opositores políticos (Black Lives Matter e Antifa), irá conduzir (mais cedo do que tarde) a uma reacção congénere da parte do Partido Republicano. Paradoxalmente, é o próprio Donald Trump que tenta impedir uma radicalização do Partido Republicano (ou da maioria branca), através de um discurso político de conciliação rácica — que é exactamente o oposto do que o Partido Democrata tem feito até agora.

Porém, parece-me que a constituição de grupos clandestinos armados e bem organizados, oriundos da maioria branca, será inevitável. E quando isso acontecer, criaturas como o Soros, Gates ou Bezos (entre muitos outros) passarão a ser sérios candidatos a defuntos.

Terça-feira, 1 Setembro 2020

A Esquerda americana tira partido de um demente

Filed under: Donald Trump — O. Braga @ 7:50 pm
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Sexta-feira, 15 Maio 2020

Eu não sei se é uma agenda política (dos me®dia), ou pura estupidez natural

“Todos os dias, depois de engolirem impávidos e serenos tudo o que o poder e a DGS lhes digam ou o contrário, os pobres diabos dos telejornais têm dois pequenos momentos obtusos sobre o Brasil e os EUA. O conteúdo é planeado e escrito por uma combinação de imbecis e chicos-espertos.”

A horinha dos imbecis


Covid-15-5

Segunda-feira, 11 Maio 2020

Um resumo da escatologia política dos me®dia portugueses

Filed under: comunicação social,Donald Trump,me®dia,merdia,Obamacrimes — O. Braga @ 8:04 am

Quando o Trump dá um peido, os me®dia portugueses vêm logo a terreiro fazer um eco desgraçado; mas quando o Obama se borra todo, os me®dia (incluindo o José Pacheco Pereira) fazem de conta que ‘no pasa nada’.

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Sexta-feira, 24 Abril 2020

O jornaleco “Observador” e o Argumentum ad Trumpum

Como toda a gente sabe — excepto o jornaleco Observador  (o artigo do pasquim não está assinado) —, as ondas ultravioletas são (há bastante tempo) utilizadas para descontaminar biologicamente superfícies fechadas (por exemplo, o interior de aviões, ou de espaços restritos em hospitais).
Mas quando o Donald Trump se referiu aos raios ultra-violetas para desinfectar os vírus, caiu o Carmo e a Trindade nos me®dia, e “Aqui d’El Rei que o homem é ignorante!”.

Temos aqui mais um exemplo do Argumentum ad Trumpum.


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Depois, para os jornaleiros dos me®dia cognitivamente deficientes (incluindo os do Observador, em juízo universal), uma pergunta feita por Donald Trump é sempre uma afirmação peremptória.

Se, por hipótese, Donald Trump perguntar: “¿Será que é possível ir ao Sol de noite?” — os jornaleiros dos me®dia que temos irão publicar: “Donald Trump disse que é possível ir ao Sol de noite!”.

Ora, uma pergunta, por mais estúpida que nos possa parecer, não é uma afirmação. Confundir uma afirmação e uma pergunta só pode vir de um liberal retardado (passo a redundância).

Eu tenho mais respeito pelo pasquim Público do que pelo jornaleco Observador — desde logo porque o Público não segue o Acordo Ortográfico, ao passo que o Observador seguiu as ordens dos neoliberais “progressistas” e globalistas, no que diz respeito à cultura e língua portuguesas; e depois porque o pasquim Público não engana ninguém, ao contrário do jornaleco Observador que passa a vida a fingir que é de Direita.

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Sábado, 18 Abril 2020

O António Balbino Caldeira e o Argumentum ad Trumpum

Basta que se associe uma determinada ideia a Donald Trump, para que essa ideia seja automaticamente desacreditada.

Esta é uma característica da Esquerda que o António Balbino Caldeira também perfilha (acredito que de forma inconsciente).

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O conceito de “Argumentum ad Trumpum” foi engendrado pelo médico e pensador Theodore Dalrymple:

  • se uma determinada opinião se assemelha, de qualquer modo possível, às ideias de Donald Trump (nem que seja porque chega às mesmas conclusões lógicas), então não é necessária qualquer refutação racional dessa ideia: ela está automaticamente (e irracionalmente) refutada;
  • o tipo de “argumentação” do Argumentum ad Trumpum não utiliza o cérebro; em vez disso, utiliza as vísceras: o ódio a Donald Trump é tal, que qualquer coisa que possa ser remotamente imputável a Donald Trump a torna (a essa coisa) desqualificada para qualquer consideração inteligente e inteligível.

Sexta-feira, 11 Outubro 2019

A Turquia é um Estado terrorista, e como tal deve ser tratado

Filed under: Donald Trump,Síria,Turquia,União Europeia — O. Braga @ 2:58 pm

A posição “acagaçada” da União Europeia, em relação à política externa da Turquia, dá razão à posição de Donald Trump de pretender retirar as tropas americanas da Síria.

Ou seja, os políticos europeus detractores da decisão de Donald Trump de abandonar os curdos na Síria, perdem a razão quando se acobardam perante o Estado terrorista que é a Turquia.

Quinta-feira, 10 Outubro 2019

A mentira sistémica do Diário de Notícias

Dois colaboradores do advogado pessoal do presidente dos EUA foram detidos. Estão a ser acusados de violarem as regras de financiamento da campanha eleitoral. Lev Parnas e Igor Fruman terão ajudado Rudy Giuliani a pressionar a Ucrânia para investigar Joe Biden.”

Detidos dois colaboradores do advogado de Trump - DN -web

Vemos aqui a notícia verdadeira na Fox News News: os dois homens detidos são empresários (“homens de negócios”), e não trabalham para o advogado de Donald Trump; ou seja, não são “colaboradores” do advogado de Donald Trump. (ver aqui a notícia do pasquim em PDF).

Reparem bem como a “notícia” do Diário de Notícias (seguindo o paradigma da CNN) foi construída de tal modo que 1/ não só branqueia os crimes de corrupção do vice-presidente de Obama, Joe Biden, mas sobretudo 2/ utiliza a acusação de alegado crime de doação excessiva de dinheiro para a campanha de Donald Trump para induzir no leitor a ideia segundo a qual a investigação dos crimes de corrupção do esquerdista Joe Biden, em si mesma, é um crime.

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