perspectivas

Quarta-feira, 27 Maio 2020

Em geral (salvo honrosas excepções), a mulher que se diz “de direita” é quase sempre de Esquerda

Filed under: direitinha educadinha,direitinha paneleira,imigração — O. Braga @ 1:33 pm

Quando o jornal Observador surgiu, confesso que senti alguma esperança no jornalismo português; mas depressa essa esperança se desvaneceu — não porque o projecto fosse má ideia, mas antes porque muitos dos protagonistas do projecto são de má qualidade.

Dou como exemplo da “má qualidade” que pulula no Observador, a “advogada” Inês Azevedo (¿será ela advogada, ou licenciada em Direito? São coisas diferentes).

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Desde logo, a idade média dos portugueses (segundo o censo de 2019) não é 46 anos (como diz a referida avantesma), mas antes é de 44 anos. E depois, a idade média dos portugueses é similar à da média da União Europeia que é de 43 anos de idade. E, ademais, a taxa de fertilidade portuguesa é de 1,41 (2019) filhos por mulher, e não de 1,3 (como escreve o estupor).

Eu aposto que o referido estupor não tem filhos; e depois defende a importação de carne para canhão.

mlp-imigrationEstudos credíveis têm revelado que não existe uma ligação entre a imigração, por um lado, e o aumento da produtividade, por outro lado — a não ser que os imigrantes se sujeitem a condições de trabalho inumanas, como acontece em algumas áreas no sul dos Estados Unidos.

Pelo contrário!, quando os imigrantes são sujeitos às mesmas leis laborais dos autóctones europeus, a produtividade dos países europeus diminui — como acontece hoje, por exemplo, com a Suécia.

Na Alemanha, por exemplo, metade da população turca imigrante (cerca de 5 milhões) não trabalha e vive à custa do Estado alemão (ver ficheiro PDF). É isto que aquele estupor “causídico” defende para Portugal.

É-me muito difícil compreender a estrutura mental de estuporadas como a referida “advogada”. Normalmente, são as mulheres que defendem um aumento da imigração — quiçá, a procura subconsciente e ninfomaníaca de um pénis africano. Por razões desta ordem, eu defendo que as mulheres devem ter um acesso restrito na definição das políticas a seguir.

Em vez de defenderem medidas de incentivo à natalidade portuguesa — como está a fazer, por exemplo, a Hungria —, este tipo gentinha defende uma substituição da população europeia: é disto que se trata: a defesa da imigração não é um problema económico (nem pode ser, porque a imigração faz baixar a produtividade de um país), mas antes é um problema ideológico e político (o anti-europeísmo e a substituição da população europeia).

Sábado, 16 Maio 2020

Só nos faltava esta… um submarino na presidência da república

Com Marcelo Rebelo de Sousa como Chefe de Estado, já não existe uma primeira-dama em Portugal; mas a propaganda do actual regime de Esquerda Goebbelsiana Me®diática quer ir mais longe: pretende instalar, na cultura antropológica portuguesa, a figura simbólica do “primeiro-damo”.

“This is the age of minorities; of groups that rule, rather than represent.”
~ G. K. Chesterton

Qualquer dia, o regime da Esquerda Goebbelsiana Me®diática transforma o palácio de Belém em um puteiro.

O Chefe de Estado não é apenas um símbolo político-partidário, simplesmente maioritário: deve ser, sobretudo, um símbolo cultural que represente a esmagadora maioria do povo português.

Sem uma cultura fundamental e universal, não há política coerente.

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Sexta-feira, 8 Maio 2020

A mentira sistémica e nojenta dos me®dia portugueses

Se eu fosse jornalista, sentiria uma vergonha profunda pela SISTEMÁTICA manipulação da informação.

Gente como o Miguel Sousa Tavares deveria ter uma pinga de vergonha na cara quando critica o presidente Jair Bolsonaro pela gestão da crise do covid19 no Brasil.

Temos aqui em baixo um gráfico das mortes no Brasil devido a COVID19; e verificamos que “o lindo Portugal do António Costa” (o Portugal dos jornaleiros esquerdopatas portugueses) tem — de longe! — um pior desempenho do que o Brasil de Bolsonaro.

O Brasil tem 43 mortes por milhão de habitantes. Portugal tem o dobro das mortes brasileiras, por milhão de habitantes.

Mentirosos da me®dia!

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Domingo, 1 Dezembro 2019

A “Direitinha” insurgente estupidificada

Donald Trump promulgou uma lei que proíbe o animal crushing (ver significado); mas essa lei não proíbe nem a caça, nem as garraiadas texanas com touros, nem outras actividades desportivas que impliquem a utilização de animais (por exemplo, não proíbe o tiro aos pombos, nem proíbe as touradas no Estado do Novo México).

E, nisto, vem um estúpido da "Direitinha" educadinha e politicamente correcta dizer que “chamar marxista cultural a tudo o que não encaixa numa certa cartilha e fazer um policiamento constante é basicamente uma nova versão de politicamente correcto (só que um politicamente correcto da direita)”.

Ademais, o burro em causa confunde o sufrágio das mulheres defendido pelas sufragistas do princípio do século XX, por um lado, com o feminismo de tipo “Betty Friedan” (que é o que impera ainda hoje no Ocidente), por outro lado — o que revela uma enorme ignorância; ou então revela-se, no burro, a Lei de O’Sullivan em todo o seu esplendor.1

Nota
1. De acordo com o jornalista britânico John O’Sullivan, há uma lei segundo a qual uma qualquer organização ou instituição, que não se defina claramente como sendo de Direita nos seus princípios éticos, com a passagem do tempo acaba sempre e invariavelmente por cair na Esquerda.

Domingo, 22 Setembro 2019

A Maria João Marques é um dos píncaros da intelectualidade portuguesa de “direita”

Publico aqui em baixo um tuite do humorista Rui Cruz, em que podemos ver uma imagem da interacção da Maria João Marquês — uma escriturária do blogue da “direita liberal” Insurgente e do jornal de “direitinha” O Observador — com um indivíduo do sexo masculino, acerca do feminismo:

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Note-se que a Maria João Marques bloqueou-me no Twitter — não porque eu tivesse comentado qualquer coisa acerca dela no Twitter, mas sim pelo que eu escrevi neste blogue acerca das ideias dela (ver a categoria “Maria João Marques”).

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Contudo, é deste tipo de gente que se alimenta a "Direitinha" portuguesa — a "Direitinha" do PSD do Rui Rio e da “Aliança” do Pedro Santana Lopes; a "Direitinha" do Bilderberger Pinto Balsemão que tem sustentado o José Pacheco Pereira que afirma que “o PSD é de esquerda”; a "Direitinha" do CDS da Assunção Cristas, do gayzista Adolfo Mesquita Nunes e do espertalhão Michael Seufert que são a “quinta coluna” da Esquerda no CDS e que fecham a Esquerda à direita; ou a "Direitinha" do “Telmo Três Nomes” do Blasfémias, que se distingue de um qualquer militante do Bloco de Esquerda apenas porque aquele defende a propriedade privada dos meios de produção.

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É desta merda que é feita a Direita em Portugal.

Quarta-feira, 17 Julho 2019

Outro que deveria ser eutanasiado compulsivamente

Filed under: direitinha educadinha,direitinha paneleira — O. Braga @ 3:00 pm

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Segunda-feira, 15 Julho 2019

A "Direitinha" não gosta do Trump; prefere o mangalho da Esquerda

Filed under: direitinha educadinha,direitinha paneleira,Donald Trump — O. Braga @ 3:57 pm

Ilhan Omar Desta vez estou parcialmente de acordo com a "Direitinha" : Donald Trump atacou particularmente uma deputada radical islâmica, de seu nome Ilhan Omar — uma anti-semita primária, anti-israelita, uma radical islâmica defensora da implementação da Lei Islâmica (Sharia) nos Estados Unidos, uma criatura que desculpou os atacantes radicais islâmicos das torres gémeas de 11 de Setembro de 2001, uma vaca que casou com o seu próprio irmão para que este pudesse emigrar para os Estados Unidos, etc..

Naturalmente que a "Direitinha" do Observador tinha que defender a vaca islâmica e atacar o Donald Trump.

A minha relação com Trump é a seguinte: quando comecei a ver que a Esquerda toda, maila  Direitinha (incluindo o CDS da Assunção Cristas, que fecha a Esquerda à direita), atacavam sistematicamente o homem, percebi que talvez fosse melhor deixar o meu cepticismo de lado e passar a defendê-lo.

A Direitinha não gosta de Trump. Como se diz aqui : “com as sondagens a dar a esquerda perto dos 2/3 do parlamento necessários para uma revisão constitucional”, a "Direitinha" prepara-se para ser enrabada a sangue frio — e ainda por cima gosta, e pede mais mangalho esquerdista.

A Direitinha é paneleira.

Quarta-feira, 26 Junho 2019

Não queremos a Política Identitária esquerdopata em Portugal

Sociologicamente, a estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular.”

Nicolás Gómez Dávila 


Em termos práticos, um tal Alexandre Homem Cristo defende aqui a implementação em Portugal de uma Política Identitária — o Bloco de Esquerda não poderia estar mais de acordo com o tal Homem: está na moda importar as modas políticas mais nefastas oriundas dos Estados Unidos.

fap-webPortugal nunca teve uma tradição segregacionista marcada (nem sequer nas ex-colónias) — como aconteceu nos países de tradição anglo-saxónica; portanto não faz sentido copiar as práticas políticas americanas que conduziram à actual desunião radical da União Americana.

Pela primeira vez estou de acordo com o Carlos Fiolhais.

Quem, como eu, cresceu numa colónia portuguesa, sabe por experiência própria que muitos dos mais valorosos combatentes pelo exército português foram negros.

A negritude e o patriotismo português não têm sido (historicamente) conceitos contraditórios. E é necessário que continuem a não ser contraditórios.

A Política Identitária (que o tal Homem defende de uma forma indirecta, quiçá involuntariamente) iria dividir desnecessariamente a população de Portugal, por um lado; e por outro lado, a estatística não resolve problemas sociais exactamente porque as ciências humanas não são ciências exactas.

Sábado, 8 Junho 2019

Manuel Monteiro a Presidente da República

…e eu, que sou monárquico, abriria uma excepção e até iria votar nas eleições presidenciais…

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Quinta-feira, 21 Março 2019

É hora de votar numa Direita que não se alia à Esquerda



Quarta-feira, 13 Março 2019

O Portugal político digladia-se entre duas utopias que se anulam

Filed under: A vida custa,direitinha educadinha,Esquerda — O. Braga @ 1:41 pm

 

Ele há (actualmente) a utopia da Esquerda, que é resumida pela Teoria Crítica e pela tolerância repressiva do marxismo cultural (ou aquilo a que se convencionou chamar de “política identitária”, ou “política das identidades”) do Partido Socialista, do PAN (Pessoas-Animais-Natureza), do Bloco de Esquerda, e um pouco do Partido Comunista; mas há outra utopia, aquela que pretende uma Direita da anomia social, culturalmente pulverizada ou culturalmente neutra (a ilusão utópica da “neutralidade”), a Direita do individualismo radical que não se preocupa minimamente com o sentido dos fins e dos valores que a prática histórica e das comunidades pressupõe.

Esta é a Direita utópica que se manifesta assim:

“Já ganhamos: juntar pessoas que se afirmam de direita, sem complexos, sem contabilidades de pénis, de cor de pele, origem, religião ou actividade sexual são o pesadelo dos instalados”.

É esta Direita utópica que gerou o Rui Rio que agora se diz próximo do Partido Socialista de António Costa. As utopias convivem amiúde entre si; alimentam-se umas das outras. É esta Direita utópica que gerou a Assunção Cristas que coloca o valor da paridade de sexos acima do valor do mérito, e aprova leis do Bloco de Esquerda sobre a permissão da devassa das contas bancárias privadas.

Por exemplo, a interpretação utópica (neutral) desta Direita, acerca dos Direitos do Homem, pretende expressar o ponto de vista do homem como tal, abstraindo de qualquer determinação histórica ou de qualquer determinação cultural (a tal Direita “sem quaisquer contabilidades”).

Porém, em bom rigor, a pretensão de aceder a critérios de avaliação neutros é ilusória, porque a construção de qualquer concepção acerca da realidade (da sociedade e da justiça) insere-se no contexto de uma tradição prática particular que é portadora de critérios, e é pressuposta por uma compreensão específica do que é racional do ponto de vista prático.

A crença na possibilidade de princípios e de regras universais (ou seja, regras independentes da cultura antropológica, ou de regras independentes das tradições práticas), não exprime senão o ponto de vista de uma tradição particular que é a tradição do individualismo radical que, como qualquer outra tradição ideológica, possui os seus próprios modelos de justificação racionalizada e os seus próprios textos de referência ideológica.

Ou seja, a crença de que é possível reunir (em Portugal) num mesmo movimento político de Direita, por exemplo, um eunuco do califado, um negróide do Burkina Fasso, um cidadão da Coreia do Norte, um animista do bantustão, e um fanchono da Lapónia — esta crença faz parte de uma ideologia, ou seja, de uma utopia.

Quinta-feira, 25 Outubro 2018

Adolfo Mesquita Nunes contribui para a tarefa política de fechar a Esquerda à direita

 

Eu não simpatizo minimamente com a pessoa de Adolfo Mesquita Nunes. E não é de agora. Adolfo Mesquita Nunes é um “submarino” que, dentro da “Não-esquerda”, cumpre o ideário de Esquerda. Adolfo Mesquita Nunes contribui para a tarefa política de fechar a Esquerda à direita

Neste artigo, Adolfo Mesquita Nunes distribui as culpas pela “polarização” política, igualmente pelas actuais Esquerda e Direita — como se a responsabilidade da tal “polarização moral” pudesse ser atribuída igualmente aos dois lados da contenda política; como se o patriotismo ou nacionalismo fosse um fenómeno cultural e político tão historicamente recente quanto é o globalismo plutocrata ou o internacionalismo trotskista (não confundir “globalismo” com “globalização”).

tolerant-liberal-webOra, não há nada mais perigoso do que o discurso falsamente conciliatório, que tem como função absolver os verdadeiros culpados mediante a distribuição igualitária de responsabilidades.

O Adolfo Mesquita Nunes faz lembrar a Catarina Martins, que está sempre do lado dos criminosos contra a polícia que mantém a ordem legal. E, para não dar razão à polícia, o Adolfo Mesquita Nunes diz que “toda a gente é criminosa”, e por isso (alegadamente) “ninguém pode falar de tarimba e alegar que tem razão”. Em resumo, é isto que o Adolfo Mesquita Nunes quis dizer no artigo em causa.

Ou seja, para o Adolfo Mesquita Nunes, a Direita também é culpada pela tal “polarização moral”, porque a Direita não aceita (no todo, ou em parte) a estratégia gramsciana e marxista cultural.

A narrativa do Adolfo Mesquita Nunes dirigida à Direita pode ser resumida assim: “Se levas um murro nas trombas, deves procurar apaziguar o agressor, mesmo que continues a levar no focinho”. É fácil percebermos de que lado está o “submarino” Adolfo Mesquita Nunes. Ele só engana quem gosta de ser enganado.

É claro que o Adolfo Mesquita Nunes defende uma estratégia de cedência política ao marxismo cultural.

Aliás, a defesa que o Adolfo Mesquita Nunes fez da legalização da adopção de crianças por pares de invertidos revela até que ponto a agenda política de Adolfo Mesquita Nunes coincide com a do marxismo cultural.

No domínio dos princípios, o conservadorismo é incompatível com o marxismo cultural. Não é possível conciliar, por exemplo, o Jacob Rees-Mogg com Jeremy Corbyn — e escolhi dois nomes ingleses, porque em Portugal não existe conservadorismo.

Não se deixem enganar por falinhas mansas de pseudo-conservadores que se dizem “liberais”, que militam em partidos ditos de “inspiração cristã”, e simultaneamente defendem princípios da agenda política marxista cultural.

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