perspectivas

Sexta-feira, 6 Abril 2018

Os CTT portugueses e ingleses

Filed under: Coelhismo,ctt,Passos Coelho — O. Braga @ 6:47 pm

Quarta-feira, 4 Dezembro 2013

A privatização dos CTT é crime

Filed under: Coelhismo — O. Braga @ 11:23 am
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Em nenhum país da zona Euro, os serviços dos correios estão na mão de entidades privadas.

Passos Coelho deverá ser levado a tribunal por um crime lesa-pátria. Quando algumas regiões do país passarem a ter a recepção do correio apenas duas vezes por semana, então os portugueses perceberão a dimensão do crime de Passos Coelho.

Segunda-feira, 2 Dezembro 2013

O “Alemão”

Filed under: Coelhismo — O. Braga @ 5:13 pm
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Sexta-feira, 29 Novembro 2013

Rui Rio: um homem que não está à venda

Filed under: Coelhismo — O. Braga @ 6:38 pm
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“O ex-presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, foi convidado pelo Governo para liderar o futuro Banco de Fomento, cuja sede ficará no Porto. Surpreendido pelo convite, Rio pediu “uns dias” para pensar. Gastou-os a recolher opiniões junto de amigos e conselheiros e a ponderar os prós e os contras da situação. Amadurecida a decisão, declinou o convite.”

Eu já critiquei aqui muitas vezes Rui Rio, principalmente quando ele transformou a Avenida da Liberdade, na cidade do Porto, em uma espécie de calçada de um cemitério (ver as imagens abaixo, clique nelas para ampliar). Mas mesmo que o que Rui Rio pretenda é o lugar de Passos Coelho (o que é legítimo), diria eu que “há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não…!”


Avenida dos Aliados, antes de Rui Rio

av aliados antes


Avenida dos Aliados, depois de Rui Rio

av aliados depois2av aliados depois 1

Sábado, 23 Novembro 2013

Não lembra ao diabo!

Filed under: Coelhismo,Esta gente vota — O. Braga @ 8:25 am
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Obrigar um polícia a pagar o seu fardamento e restante equipamento de trabalho com o seu salário, não lembra ao diabo! Mas lembra a sacanas e vigaristas travestidos de “políticos”.

passos coelho orelhas de burro web

Sexta-feira, 22 Novembro 2013

É preciso explicar a Passos Coelho o que é o “Direito de Necessidade”

Filed under: A vida custa,Coelhismo — O. Braga @ 12:34 pm
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Notrecht

passos coelho donkey-ears WEBO conceito de Notrecht, segundo Hegel, baseia-se no Direito Natural e significa basicamente “direito de necessidade”.

O direito à propriedade privada deve ser respeitado, mas há situações de perigo extremo – por exemplo, a miséria – que comprometem princípios morais inalienáveis – como por exemplo o direito à vida – em que o sujeito viola o direito à propriedade – por exemplo, quando um pobre rouba um pão para não morrer de fome –, cometendo assim, um delito jurídico e uma falta moral.

Neste caso, impõe-se legitimamente que o direito de necessidade (Notrecht) faça valer o direito a viver em detrimento do direito de propriedade. Esse direito a viver, que decorre do direito de necessidade (Notrecht) excede as simples considerações de circunstâncias atenuantes do delito jurídico, e exige a intervenção de uma “potência ética superior que vele pela sobrevivência de cada um” 1.

“Com efeito, por um lado, há violação infinita da existência empírica, portanto, ausência total de direito, enquanto, pelo outro, mais não há do que violação de uma existência empírica limitada e singular da liberdade” 2

policias protesto parlamento


Notas
1. Hegel, “Filosofia do Direito”
2. Hegel, ibidem, §127.

Sexta-feira, 8 Novembro 2013

A bovinotecnia do João Miranda

Filed under: Coelhismo — O. Braga @ 4:30 am
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O bovinotécnico João Miranda justifica assim a baixa da taxa de desemprego:

“Não é o crescimento que causa a baixa do desemprego, é a baixa do preço do trabalho que torna a economia mais competitiva e causa crescimento e baixa o desemprego.”

bovinotecniaEm apenas um ano, mais de 100.000 portugueses emigraram para trabalhar lá fora. Ora, cem mil trabalhadores são cerca de 2% da população activa portuguesa.

E se a taxa de desemprego baixou algumas décimas percentuais, concluímos que não só que a taxa de desemprego real não baixou, como aumentou alguma coisa. Ou seja, nem com a baixa do preço do trabalho — que existe em casos de novos postos de trabalho que estão muito longe de ser a norma — podemos falar em aumento do emprego em Portugal.

Em suma: baixou a taxa de desemprego nominal mas não aumentou o emprego real.

Mais uma vez: ¿quem é que paga ao João Miranda para escrever "aquilo"?

(*) A bovinotecnia é a arte de tratar do "gado" de uma forma tal que se consiga fazer crer aos "bovinos" que serão livres se abandonarem o seu estatuto de bovinidade.

Quarta-feira, 6 Novembro 2013

O populismo negativo de Durão Barroso

 

durrao barroso e o TC

Existe uma certa lógica política que se baseia na seguinte ideia: se uma sondagem de opinião, provavelmente manipulada pelos me®dia, demonstrar que a maioria do povo é contra a Constituição, então segue-se que o Tribunal Constitucional deve fazer vista grossa em relação às medidas inconstitucionais do governo do Pernalonga, e anular de facto o texto constitucional.

É neste contexto ideológico que se interpreta a pressão política do burocrata europeísta Durão Barroso sobre o Tribunal Constitucional. Eu sou a favor dos referendos, mas o que Durão Barroso defende aqui não é um referendo: é, em vez disso, a manipulação da opinião pública.

Eu sou de opinião que se deveria referendar a Constituição; ou melhor: deveria fazer-se um plebiscito sobre uma eventual nova versão da Constituição. Mas não é isso que está implícito nas declarações do burocrata Durão Barroso: o que ele pretende é um golpe-de-estado constitucional a reboque de uma putativa tendência da opinião pública disciplinada através de uma argumentação ad Baculum. Estamos em presença de um populismo negativo.

Sábado, 2 Novembro 2013

Tragédia humanitária: Portugal estará pior do que a Grécia em 2014

 

A população portuguesa abaixo do nível de pobreza era de 18% em 2006, e na Grécia era de 20% em 2009. Hoje, o nível de pobreza é (alegadamente) de 25% em Portugal e tende a aproximar-se do nível de pobreza grego em 2014. Entretanto, os banqueiros portugueses estão hoje no topo dos banqueiros mais bem pagos em toda a Europa, e com a conivência política de Passos Coelho.

(more…)

Domingo, 13 Outubro 2013

Os me®dia portugueses e a espiral do silêncio da coelhada insegura

 

que se lixe a troika 2

Ontem comprei o jornal “i” e qual foi o meu espanto quando li um artigo, da autoria de Tiago Mota Saraiva (¿por que é que os lisboetas assinam quase sempre com três nomes?!) acerca de uma Manif a realizar em Lisboa no dia 26 de Outubro próximo.

Manif ?! Mas como é que eu não sabia da Manif?! O Tiago Saraiva dá a explicação:

“Durante esta semana, alguns subscritores a manifestação deram uma conferência de imprensa, num local em que Passos Coelho discursava, anunciando os mais de 650 subscritores (da Manif). Os jornalistas estavam lá. Gravaram. Numa televisão passou como mais um protesto à passagem do primeiro-ministro. Noutros telejornais, a informação não passou.”

A informação não passou; e por isso é que eu não sabia de nada. São os me®dia a colaborar na espiral do silêncio imposta pelo PSD do Pernalonga acolitado pelo Partido Socialista do (in)Seguro. Naturalmente que eu não vou fazer 700 quilómetros para ir à Manif. Mas se vivesse perto de Lisboa, ia.

Quarta-feira, 7 Agosto 2013

Um aviso à direcção do CDS/PP

1/ Qualquer governo – seja este ou outro – só terá legitimidade para baixar as pensões de reforma – sejam públicas ou privadas – quando o Estado se desmarcar das PPP (Parcerias Público-privadas). O Estado tem duas opções: ou se desmarca das PPP (Parcerias Público-privadas) e deixa-as entregues ao sector privado, ou nacionaliza as PPP (Parcerias Público-privadas).

Enquanto essa demarcação não for feita, qualquer corte nas reformas dos cidadãos contribui para a morte acelerada do regime. O problema, antes de ser económico, é ético e moral.

2/ A privatização dos CTT transforma um monopólio do Estado num monopólio privado. Entre os dois males, é preferível o primeiro.

3/ A ideia segundo a qual “a História chegou ao fim“, e que o fim da História justifica tudo e mais alguma coisa, foi um dos erros políticos do espírito de cada tempo, sempre recorrentes desde Hegel. É impossível prever o futuro.

Quinta-feira, 20 Junho 2013

Precisamos de compromissos, e não de reformas

“Revolucionário ou reformador – o erro é o mesmo. Impotente para dominar e reformar a sua própria atitude para com a vida, que é tudo, ou o próprio ser, que é quase tudo, o homem foge para querer modificar os outros e o mundo externo. Todo o revolucionário, todo o reformador, é um evadido. Combater é não ser capaz de combater-se. Reformar é não ter emenda possível.” – Fernando Pessoa, Livro do Desassossego

Seria bom que, em vez de ouvirmos os políticos dizer que “precisamos de reformas”, dissessem que “precisamos de compromissos”. A reforma, tal qual entendida pela política, não é compromisso.

Uma reforma é uma acção revolucionária embora faseada e prolongada no tempo. E as revoluções podem ser de esquerda ou de direita – também existem revolucionários de direita, como por exemplo, Hayek.
Karl Marx – ao contrário do que foi, mais tarde, feito pelos bolcheviques – defendeu a ideia segundo a qual a implantação do comunismo poderia demorar séculos e mediante reformas. O que está acontecer hoje na área de educação e ensino é uma reforma de Passos Coelho — que já vem de José Sócrates — no sentido em que a escola é vista como “uma empresa cujo objectivo social é dar lucro”.

O que está a acontecer, hoje, em Portugal na área do ensino e educação é o confronto entre duas estirpes de reformadores: uns que querem transformar o ensino de crianças em uma actividade essencialmente comercial e lucrativa, e outros que querem transformar a escola e as crianças em um instrumento de implantação de um totalitarismo neomarxista. Nos dois casos, a escola é vista como um meio e não como um fim em si mesma.

A reforma é sempre imposta por uma elite de auto-iluminados que quer “modificar os outros” sem se modificar a si mesma, e sem negociação séria com a sociedade civil. A reforma – seja de esquerda ou de direita – não tem respeito pela família, que é a instituição de base da sociedade, e por isso não respeita a pessoa reduzindo-a ao indivíduo.

Vamos eliminar a palavra “reforma” do léxico político, e substituí-la pela palavra “compromisso”. Queremos fazer compromissos, e não reformas.

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