perspectivas

Domingo, 29 Outubro 2017

A opinião do cardeal de Lisboa — D. Manuel Clemente — acerca de Lutero, é anticatólica

 

Ando tão afastado da actual Igreja Católica do papa Chiquinho que nem sabia que o Bispo de Lisboa já tinha recebido o cardinalato. E leio a notícia: «Cardeal Patriarca de Lisboa vê Lutero como "grande fonte de inspiração"».

A opinião do cardeal de Lisboa acerca de Lutero é totalmente falsa. D. Manuel Clemente não resistiria a 5 minutos de troca de texto comigo. Aliás: a opinião do cardeal de Lisboa é anticatólica.

Toda a gente sabe que a chamada “Reforma” de Lutero teve um fundamento político, e não propriamente teológico.

Por isso é que o cardeal de Lisboa mente. E a prova disso é que grandes porções da Alemanha (por exemplo, a Baviera) manteve-se católica apesar de Lutero, porque a política bávara não seguiu o paradigma político dos príncipes alemães do norte.

O cardeal de Lisboa segue, de forma canina, a opinião anticatólica do papa Chiquitito acerca de Lutero. Se o Chico fosse da opinião que nos devêssemos lançar a um poço, o cardeal de Lisboa seria o primeiro a lançar-se ao poço.

O que o cardeal de Lisboa faz de conta que não sabe (ou, se calha, não sabe mesmo!) é o seguinte:

  • Lutero separou a Fé, por um lado, e a Razão, por outro lado.
  • Lutero separou a acção humana, por um lado, das consequências dessa acção, por outro lado.

Por favor leiam dois textos que reduzem o cardeal de Lisboa à insignificância intelectual que ele merece:

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Quarta-feira, 13 Setembro 2017

O papa estúpido

 

O Chico está a estudar uma maneira de dar a volta à encíclica Humanae Vitae do Papa Paulo VI, de forma a que a Igreja Católica aceite e recomende a pílula-do-dia-seguinte, por exemplo; e isto numa altura em que estudos científicos comprovam que as pílulas anticoncepcionais prejudicam seriamente a saúde das mulheres que as tomam.

Logicamente que o próximo passo do Chico será a aceitação do aborto por parte da Igreja Católica. O Anselmo Borges deve andar feliz.

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É este mesmo cabrão (um enorme filho de uma puta!) que diz que “quem não acredita no Aquecimento Global Antropogénico é um estúpido”. Ou melhor: quem não acredita nas “alterações climáticas”, porque o conceito de Aquecimento Global Antropogénico já deu com os burros na água porque existe o Sol — quem lhes dera que o Sol não existisse!, em nome da “ciência”!

Quem ouvir este tipo de besta pensa que o planeta Terra nunca teve “alterações climáticas”. Segundo essas bestas bípedes, só agora é que existem “alterações climáticas”. E mais!: declaram (em nome da ciência!) que controlam o curso do clima e que conhecem o futuro das “alterações climáticas”! –> A mesma ciência que no século XIX (por exemplo, com Ernst Haeckel) defendeu a ideia segundo a qual “a célula viva era uma coisa muito simples e que tinha surgido espontaneamente da lama”.

“Puta que os pariu!” (Luiz Pacheco).

Sábado, 3 Junho 2017

Anselmo Borges, o asno bergogliano

 

« A primeira pergunta pertenceu à RTP, pela voz de Fátima Campos Ferreira. Que impulso agora, a partir de Fátima, para a Igreja e para o mundo? E que pode esperar o mundo do encontro com Trump?

Francisco:
"Fátima tem, sem dúvida, uma mensagem de paz. Que pode esperar o mundo? Paz. De que vou falar daqui para diante seja com quem for? Da paz. E quereria dizer uma coisa que me tocou o coração. Antes de embarcar para Fátima, recebi cientistas de várias religiões, também agnósticos e ateus, e um ateu disse-me: "Sou ateu. Peço-lhe um favor: diga aos cristãos que amem mais os muçulmanos." Isto é uma mensagem de paz." »

MAOMERDAS-RADICAL-webVemos — implícita- ou explicitamente — neste pequeno trecho uma série de enormidades próprias de um asno bergogliano, por exemplo:

1/ Um ateu pode ser cristão; aliás, um ateu pode ser mais cristão do que muitos que vão regularmente à missa”.

Este conceito segundo o qual “um ateu pode ser mais cristão do que os cristãos” é próprio da Nova Teologia que é descaradamente adoptada (pelo menos parcialmente) pelo Chiquinho e pelo Anselmo Borges.

Ou seja, o valor da subjectividade — ou o uso da casuística se aplica em relação a quem não é cristão ou católico; para estes últimos (segundo o Chico burrico), a subjectividade e a casuística não se aplicam.

2/ “Um ateu que pede para que os cristãos amem mais os muçulmanos” — diz o Chico orgulhoso do ditame, e o Anselmo Borges bate palmas.

Há aqui uma negação evidente do Direito Natural, uma negação do princípio da auto-conservação.

O Chiquitito, à maneira da mente revolucionária, inverte o sujeito/objecto: segundo se subentende do Anselmo Borges e do Chico burrico, a culpa (de os muçulmanos assassinarem uma média de 150 cristãos todos os dias em todo o mundo) é dos cristãos que não amam suficientemente os muçulmanos. Esta asserção do Chico burrico é extraordinária, e só um asno bergogliano (como é o Anselmo Borges) faz dispensa de qualquer espírito crítico para a citar.

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