perspectivas

Segunda-feira, 3 Julho 2017

O ‘efeito’ Francisco na Igreja Católica, e o Frei Bento Domingues

 

Quando leio alguma coisa escrita pelo Frei Bento Domingues (e pelo Anselmo Borges também), tenho imensa dificuldade em comentar — porque é difícil comentar uma narrativa desprovida de nexo racional.

fbd-2-webPor exemplo, este texto do Frei Bento Domingues: diz ele que Lutero faz falta à Igreja Católica; e (pergunto eu), ¿por que razão Lutero faz falta à Igreja Católica? O Frei Bento Domingues não diz a razão. Seria como se eu dissesse que “faz falta que os portugueses comam muito feijão”, mas não explique por que razão se deve comer tal semente. A narrativa do Frei Bento Domingues não tem nexo racional.

Antes de mais, caro leitor, veja aqui o “efeito Francisco” na Igreja Católica da Austrália. Desde que o Chico entrou no Vaticano, a Igreja Católica australiana têm vindo a decair a olhos vistos. São factos, e não uma narrativa: olhem para os números. Ora, é isto que o Frei Bento Domingues e o Anselmo Borges pretendem para Portugal: o “efeito Francisco”.

Se existe inimigo interno da Igreja Católica em Portugal, é o Frei Bento Domingues.

Aos católicos, pouco interessa que o Chico seja muito popular entre ateus e agnósticos. O que interessa aos católicos é que, de facto, o “efeito Francisco” tem vindo a degradar a Igreja Católica em si mesma, como podemos ver no caso da Austrália.

Portanto, a “deformação da Igreja Católica”, a que se refere o Frei Bento Domingues, vem do próprio Chiquinho.

A ideia do Frei Bento Domingues segundo a qual a Igreja Católica do papa Chico deve adoptar a Doutrina da Justificação de Lutero, é digna de um filho-de-puta; e, a um filho-de-puta destes, só lhe falta a defesa do determinismo calvinista da salvação dos eleitos.

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Sábado, 10 Junho 2017

O filho-de-puta do Chico mandou colocar a bandeira sodomita no santuário de Fátima

Filed under: cardeal Bergoglio,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 9:49 pm

 

“No que fizerdes, trabalhai de todo o coração — como quem o faz para o Senhor e não para os homens, sabendo que é do Senhor que recebereis a herança como recompensa.”

→ Carta de S. Paulo aos Colossenses, 3 – 23,24


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É perfeitamente evidente que o Chico trabalha para os homens, e por isso a sua (dele) herança não será a herança do Senhor.

Sexta-feira, 9 Junho 2017

A asneira bergogliana do papista messiânico Anselmo Borges

 

O burrinho Anselmo Borges escreveu mais um panegírico messiânico acerca do papa Chiquinho. Todas as semanas temos no Diário de Notícias o relambório habitual da cavalgadura que transforma o Chico no Messias.

papa-açorda

papa-burro-webO Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Cardeal Gerhard Müller, recordou aos fiéis que o papa não é o messias, mas o vigário de Cristo; portanto exortou a não cair no papismo asinário do Anselmo Borges.

A última estupidez do Chiquitito foi proferida em plena praça de S. Pedro, no Vaticano. Disse o asno que “Deus não pode existir sem o ser humano”. Ora, isto é exactamente o que o Feuerbach e o próprio Karl Marx defenderam.

“Dear brothers and sisters, we are never alone. We can be far, hostile; we can even say we are ‘without God.’ But Jesus Christ’s Gospel reveals to us that God cannot be without us: He will never be a God ‘without man’; it is He who cannot be without us, and this is a great mystery! God cannot be God without man: this is a great mystery!”

A asneira do Chico burrico

Mesmo do ponto de vista filosófico e teológico, o Chico diz asneira, como é hábito nele. Basta pensarmos que o universo tem, segundo estimativas científicas, cerca de 13,8 mil milhões de anos-luz, e a espécie homo sapiens sapiens terá surgido há cerca de 100 mil anos. Os seja, segundo o Chico estúpido, antes de surgir o ser humano na Terra não existia nem o universo nem Deus.

Ca’gand’a burro!

É esta avantesma com uma deficiência cognitiva infinita que o asno Anselmo Borges venera como sendo o Messias.

Sábado, 3 Junho 2017

Anselmo Borges, o asno bergogliano

 

« A primeira pergunta pertenceu à RTP, pela voz de Fátima Campos Ferreira. Que impulso agora, a partir de Fátima, para a Igreja e para o mundo? E que pode esperar o mundo do encontro com Trump?

Francisco:
"Fátima tem, sem dúvida, uma mensagem de paz. Que pode esperar o mundo? Paz. De que vou falar daqui para diante seja com quem for? Da paz. E quereria dizer uma coisa que me tocou o coração. Antes de embarcar para Fátima, recebi cientistas de várias religiões, também agnósticos e ateus, e um ateu disse-me: "Sou ateu. Peço-lhe um favor: diga aos cristãos que amem mais os muçulmanos." Isto é uma mensagem de paz." »

MAOMERDAS-RADICAL-webVemos — implícita- ou explicitamente — neste pequeno trecho uma série de enormidades próprias de um asno bergogliano, por exemplo:

1/ Um ateu pode ser cristão; aliás, um ateu pode ser mais cristão do que muitos que vão regularmente à missa”.

Este conceito segundo o qual “um ateu pode ser mais cristão do que os cristãos” é próprio da Nova Teologia que é descaradamente adoptada (pelo menos parcialmente) pelo Chiquinho e pelo Anselmo Borges.

Ou seja, o valor da subjectividade — ou o uso da casuística se aplica em relação a quem não é cristão ou católico; para estes últimos (segundo o Chico burrico), a subjectividade e a casuística não se aplicam.

2/ “Um ateu que pede para que os cristãos amem mais os muçulmanos” — diz o Chico orgulhoso do ditame, e o Anselmo Borges bate palmas.

Há aqui uma negação evidente do Direito Natural, uma negação do princípio da auto-conservação.

O Chiquitito, à maneira da mente revolucionária, inverte o sujeito/objecto: segundo se subentende do Anselmo Borges e do Chico burrico, a culpa (de os muçulmanos assassinarem uma média de 150 cristãos todos os dias em todo o mundo) é dos cristãos que não amam suficientemente os muçulmanos. Esta asserção do Chico burrico é extraordinária, e só um asno bergogliano (como é o Anselmo Borges) faz dispensa de qualquer espírito crítico para a citar.

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Domingo, 21 Maio 2017

Este papa Chico está a criar confusão na Igreja Católica.

 

A confusão, em si mesma, não é necessariamente má quando se sabe que se trilha um caminho positivo; o problema é que ninguém tem um vislumbre de certeza — nem mesmo o Chico — de que o caminho escolhido pela actual elite clerical católica é o melhor caminho.

Por isso é que o Chico ataca descaradamente os cardeais que manifestaram dúvidas em relação à encíclica papal “A Alegria do Adultério”. Para o Chico, perguntar é ofensa; “os quatro cardeais perguntaram e ofenderam, e dividiram a Igreja Católica”. Não foi o Chico que dividiu a Igreja Católica: foram os 4 cardeais.

A justificação melíflua do Chico para atacar os 4 cardeais que fazem perguntas é a seguinte: os cardeais transformam a doutrina  (da Igreja Católica) em ideologia  (política) — que é exactamente que o Chico e os seus apaniguados fazem!: misturar a religião e a política. O Chico cabrão acusa os outros de fazerem aquilo que ele próprio faz.


Eu já começo a reparar alterações na liturgia da missa.

Por exemplo, o Padre aqui da freguesia já começou a entrar em diálogo com os participantes na missa que se transforma em uma espécie de “brainstorming” de analfabetos funcionais. E depois, o Padre mete os pés pelas mãos nos “diálogos com os crentes”, como aconteceu hoje em plena homilia na missa, por exemplo, quando, em resposta a uma pergunta de um participante na missa, tentou explicar “racionalmente” “o que é o Espírito Santo”. 1 

A hierarquia da Igreja Católica portuguesa — o Bispo do Porto, nomeadamente —, em vez de implementar as modernices que transformam a Eucaristia em uma “pseudo-sessão de reflexão colectiva New Age”, deveria ensinar, por exemplo, os sacerdotes a explicar simbolicamente o que é a Santíssima Trindade, tal como explicou Santo Agostinho há dois mil anos nas “Confessiones”: a realidade humana também é trinitária: nós somos, nós amamos, nós conhecemos.

Nós experimentamo-nos a nós próprios e ao mundo na perspectiva da primeira pessoa (eu sou), na perspectiva da segunda pessoa (eu amo um tu) e na perspectiva da terceira pessoa (eu conheço um ele, uma ela, uma coisa). Eu encontro-me no mundo como um eu, encontro o tu de um outro ser humano, e tudo isto acontece dentro do espaço e do tempo, dentro das estruturas e coisas que são descritas com os pronomes ele e ela. O nosso mundo constrói-se a partir do eu, do tu e das coisas. O mundo aparece-nos nesta trindade: é sempre o mesmo mundo, mas eu tenho uma relação tríplice com ele.

As propriedades de Deus, que são determinantes para a minha existência no tempo e na eternidade, e pelas quais posso orientar a minha vida em confiança e segurança, revelam-se-me no contexto destas três categorias. É neste contexto que o cristão faz as experiências fundamentais sobre a essência interior de Deus, experiências essas que têm o poder de interpretar todas as outras experiências do mundo.

Bastaria ao Padre ter previamente lido Santo Agostinho para explicar simbolicamente ao povo o que é a Santíssima Trindade.

Mas os padres andam confusos com as modernices do Chico. Os padres já não sabem quem é Santo Agostinho: só sabem quem são os teólogos da moda, os supra-sumos do espírito do tempo, os novos fariseus como o Anselmo Borges e o Frei Bento Domingues.


Nota
1. Na Idade Média, os diálogos entre o Padre e os crentes também existiram, mas era sempre no fim da missa, antes de as pessoas abandonarem a igreja — e não em plena homilia!

Segunda-feira, 15 Maio 2017

Ela deve estar c’o penso

 

Ela pensa que pensa, quando deve estar com o penso.


Pelo menos desde 1891, com a encíclica Rerum Novarum do Papa Leão XIII, que a Igreja Católica faz uma crítica àquilo que se convencionou chamar de “capitalismo selvagem”, que se reduz ao darwinismo social que é aliás, a substância ideológica de um certo tipo de “libertarismo” que caracteriza, por exemplo, Nozick ou Ayn Rand.

Mas recuemos à Idade Média.

A Igreja Católica, ou instituições ligadas à Igreja Católica, fundaram em Itália de fins do século XV, a rede de Bancos Monti Di Pietá (que deu origem ao nosso Banco Montepio) para combater a especulação financeira dos judeus que emprestavam dinheiro a juros altíssimos. Reparem bem: os primeiros Bancos do mundo foram fundados pela Igreja Católica do século XV! E já não falamos na actividade bancária dos Templários no século XIII, e dos franciscanos menores do século XII que inventaram o Prémio de Seguro de Risco.

Portanto, a Igreja Católica nunca foi contra o capitalismo; a Igreja Católica era contra o abuso de posição privilegiada de um certo tipo de capitalismo que o católico G. K. Chesterton resumiu assim:

« Quando eu uso o termo capitalismo, eu quero significar o seguinte: “A condição económica na qual existe uma classe de capitalistas, mais ou menos reconhecível e relativamente pequena, em cuja posse está concentrada a maioria do capital e de tal forma que uma larga maioria dos cidadãos servem esses capitalistas em troca de um salário”.

Este estado de coisas, em particular, pode existir e existe mesmo, e devemos ter uma qualquer designação para ele e uma qualquer forma de o discutir. Mas essa palavra (capitalismo) é, sem dúvida, uma má palavra, porque é utilizada no sentido de significar outras realidades diferentes.

Algumas pessoas identificam “capitalismo”, por um lado, com “propriedade privada”, por outro lado. Outras supõem que “capitalismo” significa qualquer coisa que envolva o uso de capital. Mas se este tipo de uso da palavra “capitalismo” é literal, também é demasiado alargado e abrangente. Se o uso do capital é “capitalismo”, então tudo é capitalismo. O bolchevismo é capitalismo e o comunismo anarquista é capitalismo: e todos os esquemas revolucionários, selvagens que sejam, continuam a ser capitalismo. »

→ G.K. Chesterton: "The Outline of Sanity."

ou ainda:

“Too much capitalism does not mean too many capitalists, but too few capitalists.”

→ G. K. Chesterton : ‘The Uses of Diversity.’

(Demasiado capitalismo não significa a existência de demasiados capitalistas, mas antes significa a existência de muito poucos capitalistas).


O “capitalismo selvagem”, de que nos falou o Papa João Paulo II e o Papa Bento XVI, é o tipo de capitalismo que tem muito poucos capitalistas — que é o capitalismo defendido pelo Nozick e pelos pseudo-libertários que falam em nome de Von Mises.

O que nós precisamos — e é o que a Igreja Católica sempre defendeu — é um capitalismo com muitos capitalistas, e se possível, um capitalismo que promova, em cada cidadão, um capitalista. Ora, é este tipo de capitalismo do “cidadão capitalista” que os Rothschild, os Rockefeller, e outros globalistas, não querem ver no mundo (por várias razões que não cabem agora aqui).

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O que se passa com o papa Chico é coisa diferente. João Paulo II visitou Cuba para atenuar a perseguição aos católicos por parte do regime comunista, em troca de uma visibilidade internacional de pseudo-tolerância religiosa cubana.

Em contraponto, o Chico tem uma predilecção especial por todos os ditadores de Esquerda da América Latina, por um lado, e, por outro lado, o Chico é contra o capitalismo privado mas é a favor do capitalismo de Estado. Ou seja, o Chico é, no mínimo, socialista (para não dizer comunista).

Chama-se “capitalismo de Estado” ao sistema no qual o Estado é proprietário dos meios de produção. Ora, nunca foi este o tipo de capitalismo (de Estado) defendido pelos Papas João Paulo II e Bento XVI; jamais!

Quando a Maria João Marques está com o penso, pensa que pensa.

Terça-feira, 14 Março 2017

O papa Chico é um Joaquim de Fiore actual

Filed under: Anselmo Borges,cardeal Bergoglio,Igreja Católica,papa Chico — O. Braga @ 11:29 am
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Temos aqui mais um texto panegírico do Anselmo Borges dedicado ao papa Chiquitito. Digo o seguinte: desprezo este papa como sendo ele um agente da força do Mal. Existe um livrinho de Eric Voegelin com o título “Religiões Políticas” que toda a gente deveria ler — quanto mais não seja para compreender por que razão o papa Chiquinho é, também ele, um agente da força do Mal.

Todos os seres humanos (uns mais do que outros) têm defeitos. Nenhum ser humano é perfeito, e nenhum papa jamais foi perfeito. Mas este papa quer ser visto (pelas pessoas, em geral) como “sendo perfeito quando afirma publicamente a sua imperfeição” — o que, podemos dizer, é o cúmulo da hipocrisia; e, para isso, utiliza amiúde a utopia.

“A cidade imaginada pelo utopista é sempre de mau gosto, a começar pela do Livro do Apocalipse.”
→ Nicolás Gómez Dávila

O papa Chico é uma espécie de Joaquim de Fiore actual, ideologicamente explorado pelos seus correligionários gnósticos modernos, como é o caso do Anselmo Borges. O seu mundo é imanente, e quando ele fala em “transcendência” é para enganar o povo católico.

O Anselmo Borges pode escrever uma biblioteca inteira com a apologética do papa Chiquinho, que não é por isso que a realidade se transforma através de uma fé metastática, e o papa-açorda passa a ser santo.

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