perspectivas

Sábado, 12 Dezembro 2015

Morreu o Windows Live Writer. Viva o Open Live Writer!

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 9:23 am
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O Windows Live Writer, da Microsoft, acabou. Quem o usava poderá optar pelo Open Live Writer. Alguns problemas de acesso do Open Live Writer à plataforma Blogger estão a ser resolvidos aqui.

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Terça-feira, 17 Dezembro 2013

Renovar ou morrer!

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 4:16 pm

 

Vamos renovar! Agora publico aqui.

Segunda-feira, 16 Dezembro 2013

A “coisa” mudou

Filed under: A vida custa,Blogosfera — O. Braga @ 11:24 am
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Após vários anos de escrita no Perspectivas, chegou a hora de deixar o WordPress.com — por várias razões: desde logo, o WP tornou-se uma plataforma com pouca velocidade de acesso, o que afasta os leitores. Depois, a única vantagem do WP em relação ao Blogger é o sistema de comentários que impede automaticamente o SPAM; mas como eu tenciono filtrar os comentários, essa desvantagem do Blogger não se coloca com grade acuidade.

(more…)

Sexta-feira, 12 Abril 2013

Publicação no WordPress com o BlogDesk

Filed under: Blogosfera,internet — O. Braga @ 9:39 pm
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O BlogDesk é um utensílio de publicação em blogues que eu uso aqui. blogdesk webPermite publicar rapidamente e sem perda de tempo em múltiplos blogues e em diferentes plataformas (softwares) de publicação, como por exemplo o Blogger ou o WordPress.com.

Só tem um problema: não lhe é possível utilizar as imagens já publicadas anteriormente no blogue; mas mesmo com este “senão”, aconselho a sua utilização.

Quinta-feira, 28 Fevereiro 2013

Sobre os blogues colectivos

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 9:48 am

Confesso que não gosto de blogues colectivos porque não gosto de assumir posições colectivas. Eu respondo por mim, e não por um colectivo.

Cartaz_L'Auberge_espagnole webOs blogues colectivos são, muitas vezes, utilizados para fazer passar a cobardia e a irracionalidade de alguns por entre a razão e a coragem de outros; comportam-se como os vírus que mudam de comportamento consoante a acção de novos retrovirais e antibióticos.

Um blogue colectivo pode defender hoje uma coisa, e amanhã o seu contrário, sob o eufemismo da “liberdade de opinião” de um indivíduo co-autor do blogue. Como diria a Ivone Silva: “com um vestido preto, nunca me comprometo”. Um blogue colectivo é semelhante ao vestido preto: sejam quais forem as circunstâncias, há sempre uma hipótese qualquer de não se comprometer: basta que se mudem alguns editores do blogue.

Por exemplo, um blogue colectivo liberal em economia política é, de certa forma, uma contradição em termos. Se o liberalismo económico defende radicalmente o princípio do interesse próprio do indivíduo, um blogue colectivo liberal assemelha-se a um albergue espanhol.

Domingo, 10 Fevereiro 2013

Dois escarros blogosféricos acerca do caso Liliana Melo

1/ Se eu pertencesse a um blogue colectivo onde alguém pudesse escrever isto (ver ficheiro PDF), eu seria o primeiro a retirar o meu nome da lista dos autores do blogue. Diz o povo: ”Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és.”

Os blogues colectivos servem, entre outras coisas, para acoitar a cobardia.

2/ Este outro verbete (ficheiro PDF), de outro blogue, tenta justificar o injustificável. Repare, caro leitor: (more…)

Terça-feira, 22 Janeiro 2013

Novo endereço do blogue Gates of Viena

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 6:41 pm
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O blogue Gates of Viena, que foi sujeito a censura pelo Blogger (Google), voltou à rede, desta vez em plataforma WordPress. O endereço é o seguinte: http://gatesofvienna.net/ .

Embora eu não concorde com grande parte do que se escreve naquele blogue, perfilho a opinião de Voltaire: “Não concordo com uma única palavra do que dizes, mas defenderei até à morte o vosso direito de dizê-la”. A censura da opinião só se justifica em caso de alarme social que coloque em causa a segurança pública.

Sábado, 14 Julho 2012

Cortando duas fitas ao mesmo tempo

Filed under: Blogosfera,Vamos Endireitar — O. Braga @ 6:57 pm

Dizem alguns: sem o Estado, não haveria determinados serviços. Não: o que não haveria era determinadas corporações com vantagens que hoje desfrutam.

via Síndrome de Estocolmo, ou da impotência de nos libertarmos – Corta-fitas.

O Estado é apenas a forma como a Nação se administra. A Nação tem passado e, provavelmente, futuro; o Estado é apenas um fenómeno de cada presente, embora necessário. Se eliminarem algumas corporações que influenciam determinantemente as políticas do Estado, surgirão outras que o farão. E a ideia de uma sociedade sem Estado é tão utópica como o comunismo: o que se passa em Portugal, hoje, é que uma certa ideologia pretende transferir o Estado português para Bruxelas, e essas corporações de influência estatal constituem um tremendo óbice à desnacionalização do Estado.


Entre os gregos , o valor era tanto uma qualidade dos indivíduos como da comunidade de pertença. O kudos ( glória) de um guerreiro representava toda a sua tribo. Em Homero, a astúcia é uma qualidade porque pode ter êxito onde falta o valor. No estelífero duplo padrão utilizado pelos que ontem verberavam a turbo-licenciatura de Sócrates e agora contorcem-se para defender Relvas, não há valor, mas também não há contradição.

Esses funcionários apenas revelam astúcia e espírito de tribo. No caso de Sócrates nunca os preocupou a ética, a exigência e um ramo de coentros. O contorcionismo – habitual em alguns, surpreendente noutros – apenas exibe capacidade adaptativa e funcional.

via Nada de muito novo – Corta-fitas.

O homem grego caracterizou-se pelo individualismo e pelo racionalismo. A cidade era apenas uma forma ou um meio ou um instrumento de afirmação de ambas as características do grego antigo — e tanto assim é, que foram inúmeros os casos de traição à cidade, incluindo o caso de Sócrates [o grego]. O grego antigo era tudo menos tribalista, e essa foi razão por que foram sucessivamente e facilmente dominados por Alexandre O Grande, que não era grego, e mais tarde pelos romanos.

Até o sofismo ateniense teve como objectivo a afirmação absoluta do indivíduo e a subalternização manifesta da tribo e da cidade em relação ao indivíduo. Portanto, o raciocínio do Novo Corta-fitas está errado: o contorcionismo político é sofista e individualista, e nada tem a ver com famílias, classes, cidades ou tribos. Aristóteles diria que qualquer relação entre o contorcionismo político e a cidade, é puro acidente.

Sábado, 7 Julho 2012

Um postal é necessariamente sintético

Filed under: Blogosfera,Tempo de Café,Ut Edita — O. Braga @ 4:20 pm

A escrita de um verbete — ou postal, como é comummente chamado — que contenha entre 300 a 400 palavras demora-me sensivelmente entre 15 a 20 minutos, contando já com o tempo da sintaxe e da morfologia. Se incluirmos o tempo da procura de uma imagem para ilustrar o postal, andarei à volta de 25 minutos de tempo consumido.

A escrita de um postal com 300 palavras tem que necessariamente sintetizar ideias. E quando se sintetizam ideias, o conteúdo ideológico do postal é susceptível de eventuais interpretações inadequadas, porque lhe falta o detalhe que expurgaria grande parte dos mal-entendidos. Isto faz com que, ao lermos um postal com 300 palavras, tenhamos que nos concentrar naquilo que é objectivo nele — aquilo que está lá escarrapachado e escrito — e não naquilo que pensamos que não está está nele expresso.

Não devemos partir do princípio de que pelo facto de não transparecer, num postal de 300 palavras, um determinado detalhe ou uma certa ideia, decorra desse facto que o autor ignore esse detalhe ou essa certa ideia — porque um postal de 300 palavras não é, obviamente, um postal de 1500 palavras, ou mesmo um opúsculo ou um livro de lombada larga. Fazendo uma analogia: quando escrevemos um postal de 300 palavras, tiramos uma fotografia a um objecto, ao mesmo tempo que ignoramos, mais ou menos, todo o ambiente em redor desse objecto.

Um postal de 300 ou 400 palavras não é um artigo de fundo, daqueles que encontramos nos jornais especializados. A blogosfera ou a Internet não substituem a consulta e a leitura de livros: um postal de 300 palavras pode dar eventualmente e apenas algumas dicas sobre temas a consultar na biblioteca.

Nota: este verbete tem 284 palavras.

Segunda-feira, 23 Abril 2012

Uma história mal contada

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 3:24 pm

Neste postal pode ler-se:

“Sheryl Sandberg, Directora Executiva do Facebook, teve a coragem de proclamar que só trabalha das 9h às 17h, porque quer acompanhar a família. Esta afirmação causou um burburinho na Web.”

Contaram mal a história ao escriba do Povo. (more…)

Terça-feira, 17 Abril 2012

Este verbete merece ser copiado

Filed under: ética,Blogosfera — O. Braga @ 5:48 pm

«Este país trata as crianças e os adolescentes como atrasados mentais, pretendendo apenas permitir-lhes uma passa num cigarro ou refrescarem-se com uma cerveja depois de adultos (o que oficialmente ocorrerá no dia da passagem dos 17 para os 18 anos, por passe de mágica), impedi-los de irem a corridas de toiros, a enterros e velórios, de assistirem à matança do porco, probi-los de andarem de patins ou bicicletas sem joelheiras, cotoveleiras, capacetes, ou de carro sem serem amarrados a cadeiras e bancos especiais, tudo num ambiente puríssimo e protector.

Este país quer proibi-los de tudo, com excepção da actividade sexual. Pois ou muito me engano ou ainda se vai considerar normal que um professor de teatro coloque as crianças de 14 e 15 anos da sua aula quase em situação de nu integral, lhes corte madeixas de cabelo e promova a criação ou desenvolvimento de sketchs homossexuais (se preferirem, de cariz sexual, para incluirmos os sketchs heterossexuais), com beijocas e tudo. Chama-lhe a confrontação dos medos. Pois.»

via algo não pode estar bem – Corta-fitas.

Sábado, 31 Março 2012

Brasil: 1964, o Ano Que Nunca Terminou

Filed under: Blogosfera — O. Braga @ 9:11 pm
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« A “anistia ampla, geral e irrestrita” instituída em 1979, que propiciou a prescrição de todos os crimes cometidos durante a luta armada e repressão (1963-1976) no Brasil, parece ter os dias contados.

Se fosse um “passsar a limpo” todos os crimes cometidos por ambos os lados, de modo claro e sem “filtros”, até que não seria má ideia.

O país, desde o fim da ditadura em 1985, não tem feito outra coisa do que reverenciar falsos heróis (os “Roques Santeiros” da “luta pela liberdade”) e satanizar aos que enfrentaram a radicalização e mantiveram o país funcionando.»

via Nadando contra a Maré… Vermelha: 1964: O Ano Que Nunca Terminou.

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