perspectivas

Quarta-feira, 22 Setembro 2021

António Costa, o monhé manhoso

Filed under: António Costa,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 6:13 pm

António Costa faz lembrar um certo ministro do Trabalho socialista do início da década de 1980 (talvez do IX Governo, de Mário Soares; ¿ou seria ainda do governo de Maria de Lurdes Pintasilgo?): quando se viu perante uma grande Manif sindical à porta do ministério, o referido ministro saiu do ministério pelo seu próprio pé, e incorporou a Manif (!)… que se realizava contra o próprio ministro do Trabalho!

Foi a cena mais surreal que alguma vez vi em política. Não me lembro do nome do referido ministro socialista; se alguém se lembrar do nome dele, por favor coloque aqui nos comentários.

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Quarta-feira, 25 Agosto 2021

As efusivas expectorações dos tolos

Filed under: António Costa,José Pacheco Pereira,monhé das cobras — O. Braga @ 10:24 am

jpp tolinho web

Domingo, 11 Julho 2021

António Costa é um criminoso

Filed under: António Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 1:37 pm

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Sábado, 19 Junho 2021

O monhé manhoso já merece uma lápide

“O momento, registado por uma mãe em vídeo, mostra cinco agentes armados, da Guarda Nacional Republicana (GNR), em Vila Pouca de Aguiar, a levar a filha depois de alegadamente terem ameaçado arrombar-lhe a porta de casa.

(…)

A menina de 12 anos foi retirada da guarda da mãe, divorciada e desempregada, por alegadamente recusar-se a usar máscara na escola, tendo sido levada para a casa da avó paterna.”

Os portugueses têm que deixar de ser “mansos”; quando um desses “cães grandes” do Terreiro do Paço “amochar”, pode ser que os cabrões comecem a ter mais respeito pelo povo.

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Quarta-feira, 24 Fevereiro 2021

O regime “Xuxalista” de António Costa e comandita

Filed under: António Costa,corrupção,Partido Socialista,socialismo — O. Braga @ 4:27 pm

A corrupção “xuxalista” grassa em Portugal, sob o olhar cúmplice do PSD de Rui Rio. E ainda não chegou o “supositório” europeu bilionário relativo ao COVID-19.

 

Terça-feira, 1 Dezembro 2020

O filho-de-puta do monhé pretende cancelar o Natal dos portugueses

Filed under: António Costa — O. Braga @ 1:23 pm

¿Não há ninguém que lhe dê um tirinho na moleirinha?!

costa a fumar web

Recebo a notícia de que o emblemático Café Majestic, no Porto, fechou as portas — depois de 98 anos consecutivos de funcionamento. Só o filho-de-puta do monhé poderia conseguir um feito destes….

Em contraponto ao Toque de Midas: em tudo o que o monhé toca, transforma-se em merda. Temos o Toque de Midas, por um lado, e o Toque do Merdas, por outro lado.

Esta coisa de um filho-de-puta de um monhé qualquer pretender proibir a celebração do Natal a uma nação de tradição católica, faz com que seja legítimo arrancarmos o mal pela raiz.

Quinta-feira, 22 Outubro 2020

O Pacheco deve andar orgulhoso da merda do regime kostista e geringonço para que contribuiu activamente

Filed under: António Costa — O. Braga @ 6:14 pm

Segunda-feira, 19 Outubro 2020

O Estado de Direito da Isabel Moreira

Filed under: António Costa,Isabel Moreira,Marcelo Rebelo de Sousa — O. Braga @ 5:08 pm
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Nos Estados Unidos, onde a Constituição tem mais de duzentos anos, existe hoje uma Esquerda que pretende alterá-la radicalmente: desde logo, pretende eliminar a 2ª Emenda da dita Constituição, que é a que garante o uso e porte de armas aos cidadãos; depois, a Esquerda pretende limitar a abrangência política da 1ª Emenda, que diz respeito à liberdade de expressão e ao ónus da prova judicial; e, finalmente, a Esquerda americana pretende também alterar a 25ª Emenda da Constituição, que diz respeito aos critérios de avaliação da capacidade (física, intelectual) do presidente da república.

De repente, o cidadão americano comum percebeu que, para a Esquerda, a Constituição não passa de um conjunto de palavras que pode ser alterado a seu (da Esquerda) bel-prazer; para a Esquerda, nada há de sagrado na Constituição; aliás, para a Esquerda, o sagrado não existe fora dela própria: a própria Esquerda constitui-se como o “sagrado universal” [“O homem é a medida de todas as coisas”].


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Portanto, o conceito de “Estado de Direito” segundo a Esquerda é ideologicamente muito frágil; e a própria Isabel Moreira constata isto mesmo, quando ela “rosna” em direcção ao Monhé das Cobras e ao Homem de Borracha:

“Numa publicação na rede social Facebook com o título "Não nos ameacem", a deputada do PS e constitucionalista, apela a António Costa e a Marcelo Rebelo de Sousa para que não tentem convencer os portugueses pelo medo. “Não nos tentem convencer a aceitar medidas inconstitucionais acenando com cenários de confinamento ou de estado de emergência”, escreve Isabel Moreira.”

marcelo-plastic-man-webA Isabel Moreira sabe perfeitamente que a Constituição é (como se fosse, a título de analogia) uma espécie de folha de cálculo do Excel, onde podemos lá escrever o que pudermos (no sentido de Poder político); por isso, o conteúdo da Constituição torna-se irrelevante, em termos práticos; e o que se torna mais importante (como é evidente) — no processo de semântica dita “democrática” do Direito Positivo — é a forma ou “processo de promulgação das leis”: ou seja, o estrito e rigoroso cumprimento da forma pode (em muitos casos) justificar a alteração (em termos práticos) do conteúdo da base legal dos fundamentos positivos da lei.

Por isso é que muitos textos constitucionais fazem referência a Deus — por exemplo, Austrália, Argentina, Brasil, Canadá, Alemanha, Grécia, Hungria, Irlanda, Nicarágua, Noruega, Paraguai, Peru, Polónia, Rússia, África do Sul, Suécia (!), Suíça, Ucrânia, Venezuela, a maioria das constituições estaduais nos Estados Unidos, mas já não no Portugal maçónico do 28 de Abril e troca o passo e na Espanha jacobina pós-franquista.

A referência de algumas Constituições em relação a Deus (o que não existe no Portugal da maçonaria irregular) invoca os fundamentos metajurídicos da lei positiva, que se baseiam na Lei Natural, do Direito Natural, e na Tradição, por um lado; e por outro lado, tem a função de fazer ressaltar e sublinhar (na cultura antropológica) a ideia segundo a qual o Estado não detém um Poder absoluto (assim como os reis medievais não detinham — teoreticamente — um Poder absoluto) face ao Poder Absoluto de Deus.

A posição pueril assumida pela Isabel Moreira de “guardiã” da Constituição maçónica portuguesa, não passa de “fogo de vista” para “inglês ver”, ou de procura de protagonismo político.

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Domingo, 11 Outubro 2020

“Muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos” — Mateus 22, 14

Filed under: António Costa — O. Braga @ 11:47 am

muitos chamados web

Quinta-feira, 17 Setembro 2020

O Monhé das Cobras, o amigo do peito do “Pacheco MRPP”

Filed under: António Costa,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 9:25 pm

O José, do Porta da Loja, chama-lhe “manhoso(“O lar de Reguengos e o inquérito que nunca existiu”).

Eu penso que ele é mesmo “monhé”. Aliás, não há monhé que não seja manhoso, faz parte do ADN da besta.

Dizer que “o monhé é manhoso”, é uma redundância.

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Quinta-feira, 3 Setembro 2020

Temos que convidar o Sérgio Sousa Pinto para o #Chega

Este é o Partido Socialista de António Costa & Comandita Radical, controlado pelo Bloco de Esquerda.

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Sexta-feira, 28 Agosto 2020

Com a ascensão do monhé Costa, os políticos portugueses ficaram capados

Filed under: André Ventura,António Costa,CHEGA,Monhé Costa,monhé das cobras — O. Braga @ 7:34 pm
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A excepção é André Ventura.

“O deputado único do Chega entregou esta sexta-feira um projecto de resolução no Parlamento para revogar a decisão do Conselho de Ministros de declarar a situação de contingência em todo o país a partir de 15 de Setembro”.

André Ventura contra estado de contingência a partir de 15 de Setembro


O único deputado com colhões é André Ventura; o resto é tudo uma cambada de capados que não se atreve a desafiar o monhé — incluindo o Marcelo Rebelo de Sousa, que se converteu num castrato e agora pia fininho.

Rui Rio é o capado-mor: quando o monhé berra, o Rio assobia.

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