perspectivas

Quinta-feira, 18 Julho 2019

O cabritinho assado do António Costa

Filed under: A vida custa,António Costa,Esta gente vota,Partido Socialista — O. Braga @ 1:55 pm

Durante algum tempo, entre 1989 e 1993, eu ia amiúde comer um “cabritinho” assado ao restaurante D. Fernando, perto do aeroporto do Porto. O “cabritinho” é um cabrito de leite, praticamente acabado de nascer, e que por isso tem uma carne muito tenra e saborosa.

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Porém, acontece que o cabritinho assado no restaurante D. Fernando era bastante caro para aquela época. Lembro-me de que, já nos idos de 1990, uma dose do cabritinho assado rondaria os 25 Euros (5 mil escudos por pessoa).

Ora, não era eu que pagava a conta: fui sempre convidado de uma empresa privada — e entre negócios entre pessoas privadas, o Estado não tem que se meter.

Acontece que, talvez por muitas coincidências, era normal eu ver o socialista António Costa, acabado de chegar de Lisboa de avião, a comer o cabritinho da praxe no D. Fernando — a expensas do Estado português, por intermédio das despesas do Partido Socialista.

Que o António Costa coma o seu cabritinho assado à sua (dele) custa ou dos seus amigos (privados), o problema seria dele; mas que ande a comer cabritinho à custa dos impostos de todos os portugueses, bardamerda para o Costa !

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Segunda-feira, 15 Abril 2019

Não lembra nem ao careca: a geringonça do Costa quer modelos masculinos na Guarda

Filed under: António Costa,Esquerda,esquerdalho,esquerdopatia — O. Braga @ 6:13 pm
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« Polémica en Portugal por los insólitos requisitos que exige la Administración a los candidatos que quieran presentarse a las oposiciones de guardia forestal. Ni calvos, ni con caries, ni con cicatrices visibles, como si de un concurso de modelos se tratara, el Gobierno luso ha publicado estas exigencias en el Diario de la República.»

Los insólitos requisitos para ser guardia forestal en Portugal: ni calvos, ni con caries

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Sábado, 15 Dezembro 2018

A Esquerda e a destruição da economia portuguesa

 

“¿Será verdade que decorrem «negociações ao mais alto nível», ou seja, entre Costa e o director-geral da VW, para que a Auto Europa não feche?

¿Será verdade que o último automóvel sairia da linha de montagem às 24 horas de hoje, quinta feira, após o que a fábrica encerraria por 20 dias?

¿Será verdade que, pendendo as altas negociações, essa data foi adiada para as 24 horas de sexta-feira?”

Será verdade que não se ouve, lê, nem vê uma notícia?

É evidente que interessaria ao Bloco de Esquerda transformar Portugal em uma espécie de Venezuela, e chamar à Catarina “Madura”. Só um burro não vê — incluindo o zarolho José Pacheco Pereira que se diz militante do PSD, e que abandonou as aventuras da “blogação”: agora já não interessa ao José Pacheco Pereira escrever o que seja, porque já viu a merda ideológica que defendeu com a promoção da geringonça do António Costa.

JPP-ZAROLHO

Terça-feira, 25 Setembro 2018

As 5 características principais do Totalitarismo de Veludo que começamos a sentir em Portugal

 

1/ leis opacas de difícil entendimento, ou de interpretação ambígua e ambivalente, insuficientemente objectivas em relação às punições respectivas; politização da justiça;

2/ presença de comissários políticos que se infiltram em todos os níveis da sociedade, e intelectualmente pouco qualificados (por exemplo, alguns jornalistas — como Daniel Oliveira ou Fernanda Câncio — operam, na prática, como comissários políticos do Totalitarismo de Veludo);

3/ ética definida pelo estatuto da pessoa — por exemplo, o homem branco heterossexual e cristão é um alvo preferencial de perseguição política.

4/ medo da discussão pública de assuntos controversos mas fundamentais (a “espiral do silêncio”) — um medo difuso que atravessa a sociedade e impede o contraditório público e real.

5/ demonização da dissidência ideológica e política (“quem não é por mim, é contra mim”); o Totalitarismo de Veludo não só não admite dissidentes, mas também não faz prisioneiros: a dissidência é constantemente fabricada para alimentar a voragem do puritanismo ideológico.

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Sexta-feira, 21 Setembro 2018

Os portugueses que votaram em Marcelo Rebelo de Sousa devem estar envergonhados

 

“Primeiro, mostraram vontade. Depois, fingiram recuar, por entre notícias contraditórias. Finalmente, na noite das facas longas do regime, deram o golpe, e despediram a Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal. Atreveram-se mesmo.”

Eles atreveram-se

emplastro de lisboa web

Domingo, 18 Fevereiro 2018

A amálgama política portuguesa

Filed under: António Costa,Partido Socialista,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 11:44 am

 

Conforme eu tinha previsto aqui, o Partido Social Democrata de Rui Rio não se distingue do Partido Socialista de António Costa.

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Quarta-feira, 3 Janeiro 2018

Este governo merdícola, marxista e radical torna-se já insuportável

Filed under: António Costa,geringonça — O. Braga @ 6:28 pm

 

O Blasfémias faz aqui uma comparação entre a “taxa dos isqueiros”, de Salazar, com a “taxa dos aquários”, do actual governo marxista.

Quando o Estado Novo (Salazar) aplicou a taxa de “licença de isqueiro”, foi para proteger a indústria nacional fosforeira (fósforos; ¿lembram-se?), dado que os isqueiros eram importados.

Portanto, a taxa Salazarista sobre os isqueiros era uma taxa racional, porque visava proteger a indústria nacional de fósforos.

Em contraponto, o governo marxista de António Costa introduziu uma taxa de 50 Euros para quem tiver um aquário em casa.

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Este governo de merda, liderado por um monhé de merda, protegido por um presidente da república da merdalha, já ultrapassou os limites do bom-senso. Pagar um imposto para ter um aquário em casa não lembra nem ao Nicolas Maduro !

Sábado, 2 Dezembro 2017

A galopinagem do galopim

 

Não é possível dissociar este texto do professor Galopim de Carvalho, por um lado, de uma série de textos do galopim escritos no passado (ver aqui e aqui), por outro lado. Aliás, o galopim não faz outra coisa senão galopinar, mesmo quando se dá a ares de intelectualóide de urinol e fala daquilo que não sabe.

Vivemos em um ambiente de mediocridade, em que se tecem loas a um vigarista para se legitimar a crítica a um incompetente.

Quem leu o que escrevi nos últimos anos (ver aqui) acerca de Passos Coelho, sabe que eu fui um feroz crítico do governo dele. Mas isso não significa que o António Costa seja melhor. Vivemos em um ambiente de mediocridade, em que se tecem loas a um vigarista para se legitimar a crítica a um incompetente.

O que nos surpreende, nos psicopatas, é a incapacidade de aprenderem com a experiência.

o-monhe-das-cobras-webO galopim  continua a galopinar  para o Partido Comunista da ex-União Soviética; não se deu conta de que a experiência nos demonstrou de que ele não tem razão. Como psicopata que é (por exemplo, através de uma mundividência cientificista e positivista radical), o galopim  segue uma ideologia  que se desliga da experiência — e tudo isto em nome da “ciência”!

O galopim pensa que o actual “ressurgimento da economia” (sic) apareceu como por obra do Espírito Santo: esta forma de ver a realidade é espelhada no conceito de Fé Metastática. Ou seja, parece que (a julgar pelo raciocínio do galopim) o “ressurgimento da economia” não tem nada a ver com a acção política do governo de Passos Coelho.

Eu não sei se o galopim é um romântico ou um estúpido — aliás, o positivismo é o romantismo transportado para a ciência —, quando ele vê em António Costa um redentor ou uma espécie de messias que nos veio salvar do “pesadelo de quatro longos anos” (sic).

O maniqueísmo da galopinagem do galopim marca a mentalidade de merda das “elites intelectuais” deste país. Não se pugna pela excelência, mas antes pela máquina política de angariação de votos. É esta uma das razões por que a democracia bateu no fundo.

A galopinagem do galopim esconde propositadamente um facto insofismável: a economia real portuguesa não se alterou em dois anos com passes de mágica do monhé das cobras.

A realidade da economia portuguesa não mudou em dois anos como que por milagre. É esta a razão por que o António Costa consegue ser mais nocivo para o país do que o Passos Coelho — porque o problema de Passos Coelho era a insensibilidade social e a submissão canina a Ângela Merkel, ao passo que o problema de António Costa é o populismo e a demagogia semelhantes aos praticados pelo camarada dele José Sócrates.

Por este caminho, não tarda muito temos aí a Troika outra vez; mas, quando isso acontecer, o galopim meterá a viola ao saco e irá galopinar para casa dele.

Segunda-feira, 30 Outubro 2017

Entrevista de António Costa à TVI

Filed under: António Costa — O. Braga @ 5:53 pm

 

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Domingo, 22 Outubro 2017

Catarina Marcelino, Secretária-de-estado da Igualdade, sai do governo xuxalista

 

Secretária de Estado da Igualdade sai e agita socialistas


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Quarta-feira, 18 Outubro 2017

O politicamente correcto mata

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Sexta-feira, 6 Outubro 2017

O Bloco de Esquerda diz que o Padre António Vieira foi um colonialista

 

Há duas coisas que a extrema-esquerda (sob o manto de silêncio do Partido Socialista de António Costa, e dos intelectuais de merda da estirpe do José Pacheco Pereira) faz muito bem:

1/ uso e abuso da falácia de Parménides, que consiste em julgar o passado à luz de valores que estão neste momento na moda (o facto de estarem na moda não significa necessariamente que esses valores sejam positivos);

2/ a assunção do contra-factual histórico como sendo uma certeza, o que, no fundo, se resume à Teoria Crítica do marxismo cultural, que assume que a História deveria e poderia ter sido feita de outra maneira. E, para isso, a extrema-esquerda pretende “apagar” a nossa História e/ou destituir a nossa sociedade de uma memória histórica positiva. Trata-se de um projecto político totalitário à imagem de “1984” de George Orwell que escreveu:

“Quem controla o passado, controla o futuro; e quem controla o presente controla o passado”.

Ora, é sabido que quem controla o presente do nosso país é o Bloco de Esquerda — não só porque o Partido Socialista de António Costa depende politicamente do Bloco de Esquerda, mas também porque o próprio António Costa é (evidentemente) pessoalmente um radical muito próximo do ideário político do Bloco de Esquerda.


Padre-Antonio-Vieira-webÉ neste contexto político que (com apoio do Partido Socialista de António Costa que controla a Câmara Municipal de Lisboa) se organizou uma Manif de extrema-esquerda contra (pasme-se!) uma estátua do Padre António Vieira em Lisboa.

A extrema-esquerda portuguesa parece seguir o exemplo do derrube de estátuas levado a cabo pelo movimento fascista americano “Antifa”. A Manif radical de extrema-esquerda foi alegadamente dirigida por um tal Mamadou Ba que nasceu em Kolda, no Senegal (ele nem sequer nasceu em um país africano de língua portuguesa!), e que se arroga no direito de colocar em causa a História de Portugal.

As razões da extrema-esquerda invocadas pelos radicais dirigidos pelo Mamadou Ba para protestar contra uma estátua do Padre António Vieira são, alegadamente:

1/ o Padre António Vieira foi um colonialista;

2/ os jesuítas (e os católicos, em geral) são responsáveis por um etnocídio (desaparecimento da cultura ameríndia) no Brasil;

3/ a Igreja Católica (e o Cristianismo, em geral) é responsável pela escravatura dos negros.

Aplicam-se aqui os dois pontos prévios referidos: a falácia de Parménides e a certeza do contra-factual histórico. Convém, contudo, informar o senhor Mamadou Ba do seguinte:

1/ já existia escravatura em África (entre os negros) antes de os portugueses chegarem a África. Portanto, ele que vá contar essa estória (da escravatura portuguesa) à mãezinha dele, lá no Senegal.

2/ os jesuítas defenderam os índios, em relação à escravatura, e evitaram (através de uma acção política junto do Poder em Lisboa) um extermínio físico dos índios semelhante ao que aconteceu na América ocupada pelos espanhóis. O senhor Mamadou Ba escolheu mal o país para criticar.

3/ O senhor Mamadou Ba tem um nome islâmico (o Islamismo faz parte da cultura do Senegal). E talvez por isso o senhor Mamadou Ba não se refira à escravatura praticada no passado (e ainda hoje) pelo Islão — o que interessa ao senhor Mamadou Ba, como bom negro de cultura islâmica, é criticar a cultura judaico-cristã.

4/ quem — pela primeira vez, desde que existe o homo sapiens — proibiu a escravatura em todo o mundo foram os cristãos da Europa — e não os pretos islâmicos da África. Portanto, seria mais profícuo que o senhor Mamadou Ba fosse pregar para a freguesia dele e deixasse a nossa História em paz.

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