perspectivas

Domingo, 10 Maio 2020

25 de Abril sempre !

Filed under: António Costa,Fátima — O. Braga @ 8:13 pm

Sábado, 9 Maio 2020

Costa admite Festa do Avante

Filed under: A vida custa,António Costa — O. Braga @ 10:26 am

Terça-feira, 5 Maio 2020

O governo orwelliano de António Costa

Filed under: 1984,António Costa,família,George Orwell — O. Braga @ 4:38 pm
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DGS-1

Esta notícia, aqui em cima, é falsa. A verdadeira notícia está na imagem em baixo. Mas, a julgar pela verdadeira notícia, qualquer dia o Estado irá supervisionar e sancionar as relações sexuais dos casais portugueses, a mando do Ministério da Felicidade do governo de António Costa.

DGS-2

O António Costa a caçar o vírus parece os Monty Phyton a caçar mosquitos

Filed under: António Costa — O. Braga @ 9:39 am
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Domingo, 3 Maio 2020

A polícia política jacobina ocupa o santuário de Fátima

Filed under: António Costa,Bloco de Esquerda,Igreja Católica — O. Braga @ 8:18 pm

Hoje, no santuário de Fátima, a polícia política a mando dos jacobinos do Bloco de Esquerda e do Partido Socialista de António Costa, ocuparam o espaço dos fiéis católicos.

gnr-jacobinos-web

Segunda-feira, 20 Abril 2020

O Bloco de Esquerda e o Lumpemproletariado estão a ganhar a revolução…

Filed under: António Costa,Bloco de Esquerda — O. Braga @ 9:22 am

… e o monhé Costa está a ser “comido de cebolada”…

 

Sábado, 11 Abril 2020

Depois da repressão policial, vem a censura do governo da geringonça

Filed under: António Costa,geringonça — O. Braga @ 10:13 am
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Sábado, 14 Março 2020

O efeito “cebola” do Bloco de Esquerda: a Hannah Arendt é que os topa ao longe

Filed under: António Costa,Bloco de Esquerda,Hannah Arendt — O. Braga @ 9:14 pm

O Insurgente João Cortez escreve um artigo com o título “Retrato do Bloco de Esquerda em Tempo de Crise”, com tuites do Bloco de Esquerda e outras imagens (convém clicar para ver), e remata o artigo da seguinte forma: “que este partido reúna cerca de 10% dos votos em Portugal é um mistério para mim”.


«Em oposição quer aos regimes tirânicos quer autoritários, a imagem mais adequada do governo e organização totalitários parece-me ser a estrutura de uma cebola, em cujo centro, numa espécie de espaço vazio, está situado o líder; o que quer que este faça — quer integre o corpo político como numa hierarquia autoritária, quer oprima os seus súbditos à maneira de um tirano — fá-lo a partir de dentro, e não de cima ou de fora.

coronavirus_beToda a extraordinária diversidade de partes deste movimento — as organizações e as várias agremiações profissionais, os membros do partido e a burocracia do mesmo, as formações de elite e os grupos de polícia — estão relacionadas de tal como que cada uma forma uma fachada numa direcção e o centro noutra, ou seja, desempenha o papel de um mundo normal exterior numa das faces, e o de um radicalismo extremo noutra.

A grande vantagem deste sistema é que, mesmo numa situação de governo totalitário, o movimento fornece a cada uma das suas camadas a ficção de um mundo normal e, ao mesmo tempo, consciência de ser diferente dele e mais radical.

Assim, os simpatizantes nas chamadas organizações de fachada, cujas convicções só em intensidade diferem das dos membros do partido, rodeiam todo o movimento e providenciam uma enganadora fachada de normalidade para o mundo exterior devido à sua ausência de fanatismo e de extremismo, ao mesmo tempo que representam o mundo normal para o movimento totalitário, cujos membros acabam por acreditar que as suas convicções só em grau diferem das crenças das outras pessoas e que, desse modo, nunca precisam de ser conscientes do abismo que separa o seu mundo do mundo que de facto o rodeia.

A estrutura em forma de cebola faz com que , do ponto de vista da organização, todo este sistema seja invulnerável à factualidade do mundo real. »

(Hannah Arendt, “Entre o Passado e O Futuro”, 2006, página 113)


A “casca da cebola” do partido Bloco de Esquerda dá uma aparência de um partido político benigno, igual aos outros, ou provavelmente igual ao Partido Socialista de António Costa. O Bloco de Esquerda passa a mensagem, nos me®dia, segundo a qual votar no Bloco de Esquerda não é muito diferente que votar no Partido Socialista.

É claro que a influência do Bloco de Esquerda na sociedade portuguesa, com os seus 10% de votos, ainda não atingiu um ponto de não-retorno (que é, numa primeira fase da revolução, o Estado de Polícia, em lugar do Estado de Direito), mas o apoio (ou, pelo menos, a abstenção crítica) de António Costa ao Bloco de Esquerda amplia a influência deste partido na sociedade portuguesa.

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Segunda-feira, 9 Março 2020

Portugal: o País Potemkim da geringonça esquerdopata

Filed under: António Costa,geringonça — O. Braga @ 8:51 pm

A Helena Matos escreve aqui acerca do “fachadismo geringonço”, que mais não é do que uma versão actualizada das cidades Potemkim da Rússia — com a agravante de o País Potemkim geringonço estar longe de ser um mito: está mesmo a acontecer.

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Sexta-feira, 1 Novembro 2019

Petição contra a alteração da idade para assistir a Touradas

Filed under: António Costa,Monhé Costa,touradas — O. Braga @ 6:21 pm

Contra a alteração da idade para assistir a Touradas   Petição Pública

Para Hélder Milheiro, secretário-geral da PróToiro, “a proposta discriminatória que António Costa apresenta é um atentado contra os menores e contra a liberdade parental, querendo proibir os pais de escolherem onde levam ou não os filhos”. Ao que acrescenta: O Governo não é dono dos direitos e liberdades de crianças e pais para proibir as suas escolhas. Está a vender os direitos dos menores e dos pais, numa negociata política para obter apoios parlamentares anti-taurinos. As crianças têm direito à Cultura, como todos os cidadãos, e o Estado está constitucionalmente obrigado a promover esse acesso”.

Sexta-feira, 4 Outubro 2019

O António Costa socratino

Filed under: António Costa,josé sócrates,PS — O. Braga @ 9:49 pm

Quinta-feira, 18 Julho 2019

O cabritinho assado do António Costa

Filed under: A vida custa,António Costa,Esta gente vota,Partido Socialista — O. Braga @ 1:55 pm

Durante algum tempo, entre 1989 e 1993, eu ia amiúde comer um “cabritinho” assado ao restaurante D. Fernando, perto do aeroporto do Porto. O “cabritinho” é um cabrito de leite, praticamente acabado de nascer, e que por isso tem uma carne muito tenra e saborosa.

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Porém, acontece que o cabritinho assado no restaurante D. Fernando era bastante caro para aquela época. Lembro-me de que, já nos idos de 1990, uma dose do cabritinho assado rondaria os 25 Euros (5 mil escudos por pessoa).

Ora, não era eu que pagava a conta: fui sempre convidado de uma empresa privada — e entre negócios entre pessoas privadas, o Estado não tem que se meter.

Acontece que, talvez por muitas coincidências, era normal eu ver o socialista António Costa, acabado de chegar de Lisboa de avião, a comer o cabritinho da praxe no D. Fernando — a expensas do Estado português, por intermédio das despesas do Partido Socialista.

Que o António Costa coma o seu cabritinho assado à sua (dele) custa ou dos seus amigos (privados), o problema seria dele; mas que ande a comer cabritinho à custa dos impostos de todos os portugueses, bardamerda para o Costa !

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