perspectivas

Sábado, 16 Setembro 2017

A lógica do Comité de Bairro marxista-leninista

 

“É aquilo em que os portugueses estão transformados, Isto agora anunciado

Condomínios obrigados a comunicar ao Estado os grandes proprietários Nos prédios de elevado valor onde haja um proprietário a deter mais de metade da permilagem, os beneficiários efectivos dos imóveis vão ter de ser identificados e comunicados ao Instituto do Registos e Notariado. O processo fica a cargo do condomínio.

é um exercício arbitrário e demagogo do poder. O Estado sabe perfeitamente quem detém o quê em cada edifício. A Autoridade Tributária e o Registo Predial detêm toda essa e muito mais informação sobre os edifícios e seus proprietários”.

Helena Matos

Quem viveu em um país com governo marxista conhece a dinâmica do Comité de Bairro do Partido Único — no actual caso português, o partido único pretende ser a geringonça, ou vice-versa.

A função do Comité de Bairro é a de controlar o bairro, “cuscar” tudo o que se passa no bairro e delatar os prováveis infractores e prevaricadores.

Eu era miúdo quando vivi em Moçambique no tempo de Samora Machel, quando existiam os Comités de Bairro maoístas. A lógica do Comité de Bairro é a de ajudar a criar um Estado policial, em que o cidadão anónimo se transforma em um “bufo” e delator, e em que há uns que são inimigos do povo (os reaccionários), e outros que são os amigos do povo (os revolucionários).

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Quinta-feira, 14 Setembro 2017

Proibir! Proibir! Proibir!

 

Entrou o governo radical de Esquerda comandado por El Comandante António Costa, e começaram as proibições. Proíbem-se livros escolares, proíbem-se métodos e critérios de admissão de trabalhadores por parte de empresas, proíbem-se jogos de futebol, etc..

Este governo radical é proibitivo. Não há cu que os aguente. Já não se respira liberdade em Portugal.

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Segunda-feira, 11 Setembro 2017

Um socialista é como uma carraça, ou um fungo marítimo

 

A carraça dispõe de um vago sentido da luz que a leva a subir os ramos dos arbustos no sentido da luminosidade crescente, portanto, até à ponta do ramo. Uma vez chegada ali, a carraça socialista (passo a redundância) fica imóvel, se for necessário, durante anos a fio — à espera do cheiro do ácido butírico, o único sinal químico que ela é capaz de registar. Quando surgir este sinal, a carraça deixa-se cair, e tem boas hipóteses de acabar sugando o sangue de um animal até se encher: deste modo, a carraça socialista cumpre todas as tarefas necessárias como requisito para a sobrevivência da sua espécie.

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A biologia ensina-nos que a consciência é a consequência da mobilidade: devido à mudança de posição, um ser vivo tem de reagir mais rapidamente ao seu ambiente. O mesmo acontece com o socialista, no seu esforço de mobilidade rumo ao Poder: a evolução criou, no socialista, o cérebro que lhe garante o discernimento dado pela mobilidade.

Porém, logo que o socialista chega ao Poder, acontece-lhe o mesmo que ao fungo marítimo Porifera: ele está fixado, sem cérebro, a uma rocha, libertando, na reprodução, um pequeno ser vivo parecido com um peixe com cérebro; e este procura um bom lugar para se fixar. De seguida, logo que se agarra a um bom lugar, o socialista come o seu cérebro, visto que já não precisa dele para se movimentar em direcção ao Poder.

Sábado, 9 Setembro 2017

O Libertarismo é uma forma de alienação em relação à realidade

 

libertarismo-alien-webNa mitologia grega, a noção de “Caos” ou Ápeiron era algo que preexistia a todas as coisas, uma miscelânea racionalmente indeterminada preexistente aos elementos do mundo real a que o demiurgo irá dar forma à variedade de seres e de coisas. Ou seja, o demiurgo definia as normas das formas a partir do Ápeiron (caos) cuja norma era a ausência de forma.

Segue-se que até o caos tem uma norma: a ausência de normas ou de padrão. A ausência de normas é em si mesma uma norma.

A Maria João Marques é a favor da ausência de normas-padrão na educação das crianças; mas ela é tão tapada que não compreende que a ausência de normas-padrão na educação das crianças é, em si mesma, uma norma.

A pretensa “liberdade em relação a estereótipos” é um estereótipo; mas ela ainda não se deu conta que o pretenso libertarismo pode ser uma forma de opressão social sobre o indivíduo (sobre a “opressão do libertarismo” ler, por exemplo, Durkheim).

O que interessa saber — em relação ao tipo de normas-padrão na educação das crianças — é ¿qual o sistema de normas educativas e culturais que melhor assegura o futuro e a continuidade da sociedade?

A Maria João Marques acha que o normativo da “ausência de normas” é o melhor sistema para garantir o futuro e a continuidade da sociedade.

O governo pensa que a “igualdade” e “identidade” são a mesma coisa, e que “diferença” é sinónimo de “hierarquia”; e para que não exista uma hierarquia social (ou, por outras palavras, para que exista “igualdade”), meninos e meninas têm que ser educados (normativamente) da mesma maneira.

A realidade encarrega-se (já!) de nos demonstrar que tanto a Maria João Marques (e quem “pensa” como ela), como o governo esquerdalho, estão errados.

Por isso é que a Maria João Marques (e gente da laia) anda preocupada com a influência islâmica na Europa — porque o padrão normativo cultural islâmico é diferente do defendido por ela, e também diferente do padrão delirante e psicótico do governo do Bloco de Esquerda comandado pelo António Costa, segundo o qual todos os cidadãos (independentemente do sexo) são intermutáveis.

Terça-feira, 15 Agosto 2017

As piadas da extrema-esquerda.

Filed under: António Costa,extrema-esquerda,geringonça — O. Braga @ 11:27 am

 

Se fosse alguém da Direita a dizer o mesmo do João Semedo, por exemplo, caía o Carmo e a Trindade.

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Não há que ter misericórdia da extrema-esquerda. Há apenas que contribuir para a sua extinção física.

Por exemplo, o João Semedo já deveria estar eutanasiado; e não só: deveríamos eutanasiar a extrema-esquerda, à força. Este João Quadros já deveria estar enterrado.

Domingo, 25 Junho 2017

O Mostrengo, na noite de Pedrogão Grande ergueu-se a voar

 

« A “incompetência do Governo não pode encontrar justificação na meteorologia”, berrava o BE em 2015, face a 28 mil hectares queimados e, suponho, morto nenhum.

Agora, a actriz Catarina Martins implora no Twitter: “Que venha a chuva. Bom dia”. A brandura é partilhada pelo PCP, o qual, salvo por um patético “pedido de esclarecimento”, refugiou-se no luto. “Luto”, aqui, é código para “ganhar tempo”.

Não surpreende a cumplicidade dos partidos comunistas no arranjo. Não surpreendem os esforços do PS na elaboração do arranjo. Não surpreende o aval do PR ao arranjo, visto que já só os ceguinhos não vêem a verdadeira função do prof. Marcelo. E não surpreende a ajuda das televisões e dos jornais à eficácia do arranjo.»

Morrer entre brutos é triste


A culpa foi do Mostrengo.

 

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Sábado, 4 Março 2017

Monhé tem perne pequene mas corre muito mesmo

 

O secretário-geral do PS, António Costa, afirmou hoje que é preciso ter "nervos de aço e sangue frio", porque a oposição anda "muito irritada" com o sucesso do país, praticando "um exercício artificial de incharia e insultos".

António Costa: são precisos "nervos de aço e sangue frio" com a oposição

Quando o Estado for outra vez à falência, os "nervos de aço e sangue frio" passam para a oposição; e o monhé vai assobiar para o lado, fazendo de conta que não é nada com ele como já aconteceu no passado recente.

“Monhé tem esperto no cabece…”

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