perspectivas

Domingo, 18 Fevereiro 2018

A amálgama política portuguesa

Filed under: António Costa,Partido Socialista,PSD,Rui Rio — O. Braga @ 11:44 am

 

Conforme eu tinha previsto aqui, o Partido Social Democrata de Rui Rio não se distingue do Partido Socialista de António Costa.

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Quarta-feira, 3 Janeiro 2018

Este governo merdícola, marxista e radical torna-se já insuportável

Filed under: António Costa,geringonça — O. Braga @ 6:28 pm

 

O Blasfémias faz aqui uma comparação entre a “taxa dos isqueiros”, de Salazar, com a “taxa dos aquários”, do actual governo marxista.

Quando o Estado Novo (Salazar) aplicou a taxa de “licença de isqueiro”, foi para proteger a indústria nacional fosforeira (fósforos; ¿lembram-se?), dado que os isqueiros eram importados.

Portanto, a taxa Salazarista sobre os isqueiros era uma taxa racional, porque visava proteger a indústria nacional de fósforos.

Em contraponto, o governo marxista de António Costa introduziu uma taxa de 50 Euros para quem tiver um aquário em casa.

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Este governo de merda, liderado por um monhé de merda, protegido por um presidente da república da merdalha, já ultrapassou os limites do bom-senso. Pagar um imposto para ter um aquário em casa não lembra nem ao Nicolas Maduro !

Sábado, 2 Dezembro 2017

A galopinagem do galopim

 

Não é possível dissociar este texto do professor Galopim de Carvalho, por um lado, de uma série de textos do galopim escritos no passado (ver aqui e aqui), por outro lado. Aliás, o galopim não faz outra coisa senão galopinar, mesmo quando se dá a ares de intelectualóide de urinol e fala daquilo que não sabe.

Vivemos em um ambiente de mediocridade, em que se tecem loas a um vigarista para se legitimar a crítica a um incompetente.

Quem leu o que escrevi nos últimos anos (ver aqui) acerca de Passos Coelho, sabe que eu fui um feroz crítico do governo dele. Mas isso não significa que o António Costa seja melhor. Vivemos em um ambiente de mediocridade, em que se tecem loas a um vigarista para se legitimar a crítica a um incompetente.

O que nos surpreende, nos psicopatas, é a incapacidade de aprenderem com a experiência.

o-monhe-das-cobras-webO galopim  continua a galopinar  para o Partido Comunista da ex-União Soviética; não se deu conta de que a experiência nos demonstrou de que ele não tem razão. Como psicopata que é (por exemplo, através de uma mundividência cientificista e positivista radical), o galopim  segue uma ideologia  que se desliga da experiência — e tudo isto em nome da “ciência”!

O galopim pensa que o actual “ressurgimento da economia” (sic) apareceu como por obra do Espírito Santo: esta forma de ver a realidade é espelhada no conceito de Fé Metastática. Ou seja, parece que (a julgar pelo raciocínio do galopim) o “ressurgimento da economia” não tem nada a ver com a acção política do governo de Passos Coelho.

Eu não sei se o galopim é um romântico ou um estúpido — aliás, o positivismo é o romantismo transportado para a ciência —, quando ele vê em António Costa um redentor ou uma espécie de messias que nos veio salvar do “pesadelo de quatro longos anos” (sic).

O maniqueísmo da galopinagem do galopim marca a mentalidade de merda das “elites intelectuais” deste país. Não se pugna pela excelência, mas antes pela máquina política de angariação de votos. É esta uma das razões por que a democracia bateu no fundo.

A galopinagem do galopim esconde propositadamente um facto insofismável: a economia real portuguesa não se alterou em dois anos com passes de mágica do monhé das cobras.

A realidade da economia portuguesa não mudou em dois anos como que por milagre. É esta a razão por que o António Costa consegue ser mais nocivo para o país do que o Passos Coelho — porque o problema de Passos Coelho era a insensibilidade social e a submissão canina a Ângela Merkel, ao passo que o problema de António Costa é o populismo e a demagogia semelhantes aos praticados pelo camarada dele José Sócrates.

Por este caminho, não tarda muito temos aí a Troika outra vez; mas, quando isso acontecer, o galopim meterá a viola ao saco e irá galopinar para casa dele.

Segunda-feira, 30 Outubro 2017

Entrevista de António Costa à TVI

Filed under: António Costa — O. Braga @ 5:53 pm

 

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Domingo, 22 Outubro 2017

Catarina Marcelino, Secretária-de-estado da Igualdade, sai do governo xuxalista

 

Secretária de Estado da Igualdade sai e agita socialistas


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Quarta-feira, 18 Outubro 2017

O politicamente correcto mata

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Sexta-feira, 6 Outubro 2017

O Bloco de Esquerda diz que o Padre António Vieira foi um colonialista

 

Há duas coisas que a extrema-esquerda (sob o manto de silêncio do Partido Socialista de António Costa, e dos intelectuais de merda da estirpe do José Pacheco Pereira) faz muito bem:

1/ uso e abuso da falácia de Parménides, que consiste em julgar o passado à luz de valores que estão neste momento na moda (o facto de estarem na moda não significa necessariamente que esses valores sejam positivos);

2/ a assunção do contra-factual histórico como sendo uma certeza, o que, no fundo, se resume à Teoria Crítica do marxismo cultural, que assume que a História deveria e poderia ter sido feita de outra maneira. E, para isso, a extrema-esquerda pretende “apagar” a nossa História e/ou destituir a nossa sociedade de uma memória histórica positiva. Trata-se de um projecto político totalitário à imagem de “1984” de George Orwell que escreveu:

“Quem controla o passado, controla o futuro; e quem controla o presente controla o passado”.

Ora, é sabido que quem controla o presente do nosso país é o Bloco de Esquerda — não só porque o Partido Socialista de António Costa depende politicamente do Bloco de Esquerda, mas também porque o próprio António Costa é (evidentemente) pessoalmente um radical muito próximo do ideário político do Bloco de Esquerda.


Padre-Antonio-Vieira-webÉ neste contexto político que (com apoio do Partido Socialista de António Costa que controla a Câmara Municipal de Lisboa) se organizou uma Manif de extrema-esquerda contra (pasme-se!) uma estátua do Padre António Vieira em Lisboa.

A extrema-esquerda portuguesa parece seguir o exemplo do derrube de estátuas levado a cabo pelo movimento fascista americano “Antifa”. A Manif radical de extrema-esquerda foi alegadamente dirigida por um tal Mamadou Ba que nasceu em Kolda, no Senegal (ele nem sequer nasceu em um país africano de língua portuguesa!), e que se arroga no direito de colocar em causa a História de Portugal.

As razões da extrema-esquerda invocadas pelos radicais dirigidos pelo Mamadou Ba para protestar contra uma estátua do Padre António Vieira são, alegadamente:

1/ o Padre António Vieira foi um colonialista;

2/ os jesuítas (e os católicos, em geral) são responsáveis por um etnocídio (desaparecimento da cultura ameríndia) no Brasil;

3/ a Igreja Católica (e o Cristianismo, em geral) é responsável pela escravatura dos negros.

Aplicam-se aqui os dois pontos prévios referidos: a falácia de Parménides e a certeza do contra-factual histórico. Convém, contudo, informar o senhor Mamadou Ba do seguinte:

1/ já existia escravatura em África (entre os negros) antes de os portugueses chegarem a África. Portanto, ele que vá contar essa estória (da escravatura portuguesa) à mãezinha dele, lá no Senegal.

2/ os jesuítas defenderam os índios, em relação à escravatura, e evitaram (através de uma acção política junto do Poder em Lisboa) um extermínio físico dos índios semelhante ao que aconteceu na América ocupada pelos espanhóis. O senhor Mamadou Ba escolheu mal o país para criticar.

3/ O senhor Mamadou Ba tem um nome islâmico (o Islamismo faz parte da cultura do Senegal). E talvez por isso o senhor Mamadou Ba não se refira à escravatura praticada no passado (e ainda hoje) pelo Islão — o que interessa ao senhor Mamadou Ba, como bom negro de cultura islâmica, é criticar a cultura judaico-cristã.

4/ quem — pela primeira vez, desde que existe o homo sapiens — proibiu a escravatura em todo o mundo foram os cristãos da Europa — e não os pretos islâmicos da África. Portanto, seria mais profícuo que o senhor Mamadou Ba fosse pregar para a freguesia dele e deixasse a nossa História em paz.

Quarta-feira, 27 Setembro 2017

A manifestação de Puro Poder do Bloco de Esquerda, e o transgenderismo aos 16 anos

 

Os dirigentes do Bloco de Esquerda sabem bem que a disforia de género é uma anomalia do foro psiquiátrico.

Então, ¿por que razão pretendem eles (os do Bloco de Esquerda) que crianças de 16 anos possam ser sujeitas a operações cirúrgicas e hormonais de transgenderismo, não só contra a vontade dos pais mas também mandando os progenitores para tribunal?

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transgenero-webA agenda política do Bloco de Esquerda é monstruosa; mas uma grande parte dos portugueses ainda não se apercebeu disso. Chegará o dia em que o povo ajustará contas com os dirigentes do Bloco de Esquerda, e não será bonito de ver esse ajuste de contas. O Bloco de Esquerda passou das marcas.


Segundo uma tese de Paul Gottfried, a esquerda radical (ou seja, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista e o Partido Socialista de António Costa) funciona em uma lógica semelhante à dos puritanos no tempo de Cromwell: na tentativa de elevar o seu estatuto moral, os esquerdistas adoptam os mais radicais sinais de igualitarismo, e entram em competição uns com os outros no sentido de se saber quem defende mais a “igualdade”. Trata-se de uma espécie de religião cujo sistema entra em uma escalada em espiral, para se ver quem consegue ser mais radical e mais irracional na expressão de ideias igualitárias.

Por outro lado, e segundo Richard M. Weaver, a posição radical da Esquerda em relação ao transgenderismo está relacionada com a “Propaganda Tipo 1” (“In Defense of Tradition”): os alvos da “Propaganda Tipo 1” não são os esquerdistas leais, mas antes são os indivíduos da Não-Esquerda que possam ser capazes de balançar a favor ou contra a elite esquerdista (neste caso, a elite do Bloco de Esquerda). A “Propaganda Tipo 1” é dirigida aos cidadãos politicamente ambivalentes.

¿Qual é a característica principal da “ Propaganda Tipo 1”?

Se os transgéneros são aceites ou não pelo povo, é irrelevante para o Bloco de Esquerda e para os radicais adjacentes (incluindo o António Costa) que apenas pretendem o Poder sobre as franjas ambivalentes da Não-Esquerda.

Segundo Richard Weaver (e eu concordo com ele, porque já vivi uma experiência marxista em Moçambique de Samora Machel, e sei do que falo), a Propaganda Tipo 1 é a “Grande Mentira” (Big Lie) — por exemplo, entre outras, as grande mentiras da URSS e de “1984” de George Orwell.

A natureza intrínseca da Grande Mentira é a de que a mentira é tão grande e tão óbvia, que ninguém acredita nela!; mas a Grande Mentira é criada para verificar empiricamente quem é leal ao movimento político, e quem não é leal.

A Grande Mentira é uma forma de tortura psicológica destinada a degradar, humilhar e diminuir a auto-estima dos membros da oposição política: é a expressão de Puro Poder Político (no sentido de Acto Gratuito), em que o Bloco de Esquerda (e quem apoia a lei do Bloco de Esquerda) força a vítima (o cidadão português, em geral) a repetir a doutrina ou a tese que toda a gente sabe que não é verdadeira: a tese do Bloco de Esquerda segundo a qual não existe distinção de sexo biológico.

Para a classe dirigente do Bloco de Esquerda, não há nenhum ganho político senão o de derrotar e quebrar o inimigo (o povo português, em geral, é o inimigo do Bloco de Esquerda) do ponto de vista psicológico. Não existe qualquer intenção, por parte do Bloco de Esquerda, de que a Grande Mentira tenha qualquer efeito fora da câmara de tortura. Se os transgéneros são aceites ou não pelo povo, é irrelevante para o Bloco de Esquerda e para os radicais adjacentes (incluindo o António Costa) que apenas pretendem o Poder sobre as franjas ambivalentes da Não-Esquerda.

Este tipo de tortura psicológica não pretende que o povo deixe de distinguir a diferença entre sexos; serve apenas para demonstrar ao povo que este é impotente, e que todas as palavras e acções são ditadas e controladas pelos radicais de Esquerda no Poder.

Theodore Dalrymple fez o resumo da tese de Weaver :

O politicamente correcto é propaganda comunista em pequena escala. Nos meus estudos acerca das sociedades comunistas, cheguei à conclusão que o propósito da propaganda comunista não era o de persuadir ou convencer, nem sequer informar, mas era o de humilhar; e, por isso, quanto menos ela (a propaganda) corresponder à realidade, melhor serve o seu propósito de humilhar.

Quando uma pessoa é obrigada permanecer em silêncio quando lhe dizem as mentiras mais óbvias e evidentes, ou ainda pior quando ela própria é obrigada a repetir as mentiras que lhe dizem, ela perde, de uma vez por todas, o seu senso de probidade.

O assentimento de uma pessoa em relação a mentiras óbvias significa cooperar com o mal e, em pequeno grau, essa pessoa personifica o próprio mal. A sua capacidade de resistir a qualquer situação fica, por isso, corrompida, e mesmo destruída. Uma sociedade de mentirosos emasculados é fácil de controlar. Penso que se analisarem o politicamente correcto, este tem o mesmo efeito e propósito.”

Sábado, 16 Setembro 2017

A lógica do Comité de Bairro marxista-leninista

 

“É aquilo em que os portugueses estão transformados, Isto agora anunciado

Condomínios obrigados a comunicar ao Estado os grandes proprietários Nos prédios de elevado valor onde haja um proprietário a deter mais de metade da permilagem, os beneficiários efectivos dos imóveis vão ter de ser identificados e comunicados ao Instituto do Registos e Notariado. O processo fica a cargo do condomínio.

é um exercício arbitrário e demagogo do poder. O Estado sabe perfeitamente quem detém o quê em cada edifício. A Autoridade Tributária e o Registo Predial detêm toda essa e muito mais informação sobre os edifícios e seus proprietários”.

Helena Matos

Quem viveu em um país com governo marxista conhece a dinâmica do Comité de Bairro do Partido Único — no actual caso português, o partido único pretende ser a geringonça, ou vice-versa.

A função do Comité de Bairro é a de controlar o bairro, “cuscar” tudo o que se passa no bairro e delatar os prováveis infractores e prevaricadores.

Eu era miúdo quando vivi em Moçambique no tempo de Samora Machel, quando existiam os Comités de Bairro maoístas. A lógica do Comité de Bairro é a de ajudar a criar um Estado policial, em que o cidadão anónimo se transforma em um “bufo” e delator, e em que há uns que são inimigos do povo (os reaccionários), e outros que são os amigos do povo (os revolucionários).

Quinta-feira, 14 Setembro 2017

Proibir! Proibir! Proibir!

 

Entrou o governo radical de Esquerda comandado por El Comandante António Costa, e começaram as proibições. Proíbem-se livros escolares, proíbem-se métodos e critérios de admissão de trabalhadores por parte de empresas, proíbem-se jogos de futebol, etc..

Este governo radical é proibitivo. Não há cu que os aguente. Já não se respira liberdade em Portugal.

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Segunda-feira, 11 Setembro 2017

Um socialista é como uma carraça, ou um fungo marítimo

 

A carraça dispõe de um vago sentido da luz que a leva a subir os ramos dos arbustos no sentido da luminosidade crescente, portanto, até à ponta do ramo. Uma vez chegada ali, a carraça socialista (passo a redundância) fica imóvel, se for necessário, durante anos a fio — à espera do cheiro do ácido butírico, o único sinal químico que ela é capaz de registar. Quando surgir este sinal, a carraça deixa-se cair, e tem boas hipóteses de acabar sugando o sangue de um animal até se encher: deste modo, a carraça socialista cumpre todas as tarefas necessárias como requisito para a sobrevivência da sua espécie.

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A biologia ensina-nos que a consciência é a consequência da mobilidade: devido à mudança de posição, um ser vivo tem de reagir mais rapidamente ao seu ambiente. O mesmo acontece com o socialista, no seu esforço de mobilidade rumo ao Poder: a evolução criou, no socialista, o cérebro que lhe garante o discernimento dado pela mobilidade.

Porém, logo que o socialista chega ao Poder, acontece-lhe o mesmo que ao fungo marítimo Porifera: ele está fixado, sem cérebro, a uma rocha, libertando, na reprodução, um pequeno ser vivo parecido com um peixe com cérebro; e este procura um bom lugar para se fixar. De seguida, logo que se agarra a um bom lugar, o socialista come o seu cérebro, visto que já não precisa dele para se movimentar em direcção ao Poder.

Sábado, 9 Setembro 2017

O Libertarismo é uma forma de alienação em relação à realidade

 

libertarismo-alien-webNa mitologia grega, a noção de “Caos” ou Ápeiron era algo que preexistia a todas as coisas, uma miscelânea racionalmente indeterminada preexistente aos elementos do mundo real a que o demiurgo irá dar forma à variedade de seres e de coisas. Ou seja, o demiurgo definia as normas das formas a partir do Ápeiron (caos) cuja norma era a ausência de forma.

Segue-se que até o caos tem uma norma: a ausência de normas ou de padrão. A ausência de normas é em si mesma uma norma.

A Maria João Marques é a favor da ausência de normas-padrão na educação das crianças; mas ela é tão tapada que não compreende que a ausência de normas-padrão na educação das crianças é, em si mesma, uma norma.

A pretensa “liberdade em relação a estereótipos” é um estereótipo; mas ela ainda não se deu conta que o pretenso libertarismo pode ser uma forma de opressão social sobre o indivíduo (sobre a “opressão do libertarismo” ler, por exemplo, Durkheim).

O que interessa saber — em relação ao tipo de normas-padrão na educação das crianças — é ¿qual o sistema de normas educativas e culturais que melhor assegura o futuro e a continuidade da sociedade?

A Maria João Marques acha que o normativo da “ausência de normas” é o melhor sistema para garantir o futuro e a continuidade da sociedade.

O governo pensa que a “igualdade” e “identidade” são a mesma coisa, e que “diferença” é sinónimo de “hierarquia”; e para que não exista uma hierarquia social (ou, por outras palavras, para que exista “igualdade”), meninos e meninas têm que ser educados (normativamente) da mesma maneira.

A realidade encarrega-se (já!) de nos demonstrar que tanto a Maria João Marques (e quem “pensa” como ela), como o governo esquerdalho, estão errados.

Por isso é que a Maria João Marques (e gente da laia) anda preocupada com a influência islâmica na Europa — porque o padrão normativo cultural islâmico é diferente do defendido por ela, e também diferente do padrão delirante e psicótico do governo do Bloco de Esquerda comandado pelo António Costa, segundo o qual todos os cidadãos (independentemente do sexo) são intermutáveis.

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