perspectivas

Sexta-feira, 22 Outubro 2021

João Pedro Matos Fernandes para a cadeia, já !!!

Filed under: animalismo,Aquecimentismo,ecofascismo,ecofundamentalismo — O. Braga @ 6:43 pm

Sexta-feira, 31 Julho 2020

A diferença ética e ontológica entre o Bloco de Esquerda e o IL (Iniciativa Liberal)

Filed under: animalismo,ética,marxismo,marxismo cultural,Peter Singer — O. Braga @ 6:28 pm
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Nicolás Gómez Dávila escreveu o seguinte, acerca do regime de democracia representativa:

“Hay que repetirlo y repetirlo: la esencia de la democracia es la creencia en la soberanía de la voluntad humana.”

Desta vez não concordo com ele. A democracia americana, tal como estipulada originalmente pela Constituição dos Estados Unidos, não prescinde de Deus: a vontade humana, neste caso, só existe com o beneplácito da vontade de Deus.

Se a vontade humana for uma consequência da vontade de Deus, então a vontade humana torna-se dependente de um primeiro princípio, ou de um axioma — ou de um “dogma” como se escreve aqui. E, sendo dependente, a vontade humana não é soberana, mesmo que o ser humano viva em democracia.

O facto de se viver em democracia não significa necessariamente que se imponha, na cultura antropológica  a crença  na soberania da vontade humana.


O que está a acontecer é uma revolução cultural e uma mudança de paradigma. Há cada vez mais pessoas que salvariam o seu cão em vez de um vizinho (des)conhecido de se afogar. O Humanismo está em falência não por ser errado, mas porque não tem sabido reconhecer no Animalismo um inimigo fatal.”

Em defesa dos direitos humanos ou introdução ao artigo de Joaquim Grave


Existe uma diferença de propósitos entre o liberalismo (utilitarismo) de Stuart Mill, por um lado, e o marxismo cultural, por outro lado.

O liberalismo utilitarista de Stuart Mill [representado actualmente em Portugal pelo IL (Iniciativa Liberal) e pelo PSD de Rui Rio] tinha (em finais do século XIX) como preocupação a organização da sociedade em benefício de seres humanos considerados “extraordinários” e extravagantes (os novos “super-homens” da nova aristocracia burguesa), e por isso obrigando toda a gente a “libertar-se” das restrições das tradições e dos costumes.

O marxismo cultural (representado em Portugal pelo Bloco de Esquerda, partido Livre, e uma parte do Partido Socialista, PAN) pretende o fim das restrições dos costumes como uma forma de minar a sociedade por dentro, tendo em vista um fim oposto ao do liberalismo: a instauração de um totalitarismo que imporá um “paraíso na Terra”, e que (alegadamente) surgirá espontaneamente na sequência de uma espécie de “apocalipse” (Fé Metastática).

O liberalismo utilitarista conduz a um social-darwinismo (uma sociedade organizada em benefício dos mais fortes). O marxismo cultural conduz a um totalitarismo distópico de tipo previsto no romance “1984” de George Orwell.

Ou seja, os meios são semelhantes entre uma e outra ideologia; mas os fins (os propósitos) são diferentes.

A preocupação do liberalismo utilitarista de Stuart Mill é com as “normas sociais opressivas” (a “libertação” em relação à opinião pública); em contraponto, os marxistas culturais servem-se da guerra contra as “normas sociais opressivas” para uma “destruição criativa”, radical e utópica da sociedade, tendo em vista um “paraíso” totalitário.


Uma sociedade sem tabus é um “círculo quadrado”.

especismo-2-webQuando se diz (na citação) que “o que está a acontecer é uma revolução cultural e uma mudança de paradigma”, o que se pode dizer é que o que está em causa é uma tentativa (por parte dos marxistas culturais) de mudar os tabus que regem a nossa sociedade — porque eles sabem muito bem que uma sociedade sem tabus é um “círculo quadrado”.

O aborto, o eugenismo, a eutanásia e o infanticídio são cada vez mais defendidos abertamente pelo movimento ecologista; os direitos dos animais em geral são equiparados aos direitos humanos.

Para que o aborto, o eugenismo, a eutanásia e o infanticídio deixem de ser tabus culturais, a Esquerda tem que encontrar (e impôr) novos tabus culturais — por exemplo, a censura da linguagem em nome de uma total discricionariedade subjectivista, a negação da existência dos dois sexos em nome da “igualdade”, a deslocalização do conceito de “opressão” da economia (marxismo clássico) para a psicologia — tornando a liberdade de expressão o grande problema da sociedade, e não a solução preconizada pelo Iluminismo; e o maniqueísmo de Marcuse traduz-se no conceito de tolerância repressiva: o marxismo cultural entende a liberdade de expressão como um mal que tem que ser erradicado.


end-espexcismo-webO movimento ecologista e animalista internacional trabalha arduamente para conduzir a humanidade à barbárie eugenista e anti-humanista a que já assistimos no princípio do século XX, nomeadamente com a ligação íntima entre os “Green Wing” alemães (Wandervögel) e o movimento nazi.

Hitler e Himmler eram vegetarianos e consideravam os direitos dos animais a par e equivalentes aos direitos humanos (Hitler gostava mais de cães do que de pessoas) ; a política nazi do “Blut und Boden” (Sangue e Chão) é indissociável da sua componente ideológica ecologista, que se desenvolveu a partir dos filósofos românticos como Nietzsche e do mito dogmático darwinista.

Mais tarde no século XX, alguns “filósofos” seguiram a tradição “revolucionária” de menorização da importância do ser humano no contexto da Natureza, nomeadamente Marcuse e/ou Heidegger; mas também, por exemplo, pelo Padre jesuíta (e, por isso, panteísta) Pierre Teilhard Chardin que muitos "católicos fervorosos" prezam.

Porém, o verdadeiro guru do animalismo ecologista actual é Peter Singer.

Para que se tenha uma ideia do enorme problema que os portugueses têm entre mãos, grande parte dos professores de filosofia em Portugal doutrinam as nossas crianças com a teoria do “especismo”, da autoria de Peter Singer (a ler: A incoerência da teoria ética de Peter Singer).

Em Portugal, um dos exímios intérpretes de Peter Singer é Pedro Galvão, que os “professores de filosofia” que estão na moda tanto respeitam.

Terça-feira, 21 Julho 2020

A parolada animalista progressista, e a hipocrisia dos me®dia

Filed under: animalismo — O. Braga @ 7:25 pm

Desde tenra idade — desde que eu me lembro de existir — que convivo com animais domésticos em minha casa; tive vários cães, gatos, um cágado, e até uma jagra. Portanto, não admito que um labrego progressista qualquer — que, ainda há poucos anos, provavelmente pensava que “as galinhas existem para pôr ovos” — me venha dar lições de estima pelos animais.

A parolada animalista

  • ¿Se aqueles dois canis “ilegais” não tivessem existido, onde estariam aqueles animais todos?
  • ¿Se um canil dito “legal” pegasse fogo e morressem os animais, será que os labregos do progresso animalista viriam a terreiro exigir o auto-de-fé dos proprietários do canil “legal”?


Só de um dos canis “ilegais” queimados pelos incêndios florestais da Serra da Agrela, sobreviveram 110 cães.

Se este canil ilegal não tivesse existido, muitos desses cães provavelmente teriam sido abatidos/eutanasiados em canis “legais” — simplesmente porque a capacidade de acolhimento de cães abandonados já está esgotada.

Se aqueles 110 cães resgatados com vida tivessem sido abatidos em um canil dito “legal”, não veríamos os parolos do progresso preocupados com os “coitadinhos dos animais”.

Os labregos progressistas animalistas preferem matar os animais do que conceber um canil onde não haja ar-condicionado, música ambiente e rações de luxo.

Devido ao radicalismo abstruso desta labregada progressista alimentada pelos me®dia, cada vez menos pessoas querem ter animais em casa, com medo de processos inquisitoriais e autos-de-fé deste calibre.

Terça-feira, 15 Outubro 2019

Os esquerdistas são doentes mentais

Os esquerdistas — sob os auspícios da ONU e com o apoio dos globalistas — andam a ensinar as crianças, nas escolas, que tomar no cu faz bem à saúde; e autoriza a “mudança de sexo” das crianças sem a autorização dos pais…

Mas as touradas é só para maiores de 18 anos!

Touradas para maiores de 18 anos

Sexta-feira, 27 Julho 2018

O conceito de “sensibilidade natural” é uma treta ideológica

Filed under: A vida custa,animalismo,ética,Esta gente vota,Moral — O. Braga @ 5:19 pm

 

Publica-se aqui um texto do Marquês de Condorcet acerca da “misericórdia pelos animais” (Condorcet acreditava que o progresso é uma lei da Natureza, e inspirou Augusto Comte):

“Se uma criança está acostumada a ver os animais sofrer com indiferença ou mesmo prazer, o germe da sensibilidade natural, o primeiro princípio activo de toda a moralidade, é destruído e, mesmo no que diz respeito aos homens, é destruída neles toda virtude, sem a qual não são mais do que um cálculo de interesses, uma combinação fria da razão”.

Desde logo, ficamos sem saber o que é “sensibilidade natural”.

Na linha do romantismo de Rousseau, Condorcet acreditava que o bom selvagem ficava em paz com a natureza e com a humanidade, depois de comer um bom jantar. Porém, os descobrimentos do mundo demonstraram, por exemplo, que a “sensibilidade natural”, entre alguns povos arcaicos, se manifestava através de ritos religiosos de canibalismo (Mircea Eliade explica isto muito bem).

Afinal, a “sensibilidade natural” que o Condorcet via nas crianças do seu tempo não era tão “natural” quanto ele pensava — era, em vez disso, uma sensibilidade moral marcada pela cultura cristã. Mas ele acreditava que todas as crianças, do mundo inteiro, tinham uma sensibilidade semelhante (senão mesmo idêntica) à das crianças francesas — porque, alegadamente, essa sensibilidade seria “natural” (inerente à Natureza Humana e independentemente da cultura antropológica).

Portanto, Condorcet estava errado neste ponto. “Sensibilidade natural” não significa nada.

Por outro lado, Condorcet estava errado quando colocou, no mesmo plano de análise, os animais e os seres humanos:

“A misericórdia pelos animais tem o mesmo princípio da piedade dos homens”.

G. K. Chesterton escreveu o seguinte: “Onde houver culto e veneração dos animais, haverá sempre sacrifícios humanos”.

Basta estudar um pouco de História para saber que Chesterton diz a verdade: a relação entre o ser humano e os animais é muito complexa, e Condorcet simplificou o que é complexo em função de uma ideologia (aliás, Condorcet foi um dos “ideólogos” materialistas, que reduziram o ser humano a uma espécie de “matéria animada”).

Esta frase de Chesterton é hoje muito pertinente, quando se defende o aborto de um ser humano como um “direito humano”, ao mesmo tempo que os touros adquirem uma espécie de “direitos humanos”.

corridaDepois, “misericórdia” não é a mesma coisa que “piedade”, embora as duas palavras tenham origem no latim, e os dois conceitos actuais derivam claramente da cultura cristã.

O tal “princípio” ( que se refere Condorcet) seria o “mesmo” em uma sociedade atomizada (como é a actual), onde a coesão social fosse escassa, onde a solidariedade humana fosse parca. Ora, nós verificamos que nas sociedades rurais, onde os seres humanos vivem comunidade e onde a coesão e a solidariedade sociais são maiores, é exactamente onde existe, com maior proeminência, a tradição das touradas e da caça.

Ou seja, a quantidade de “misericórdia pelos animais” não é inversa- ou directamente proporcional ao volume da “piedade dos homens” em circulação na sociedade; não existe sequer um nexo causal evidente entre o grau de “misericórdia pelos animais”, por um lado, e a quantidade de “piedade dos homens” uns pelos outros, por outro lado — e tanto assim é que o revolucionário Condorcet foi vítima mortal dos seus próprios correligionários da Revolução Francesa. Parece que a “piedade dos homens” não se aplicou a ele e a milhares de outros homens: “A revolução francesa matou mais gente em apenas um mês e em nome do ateísmo, do que a Inquisição em nome de Deus durante toda a Idade Média e em toda a Europa” (Pierre Chaunu, historiador francês).

Não há nenhum “princípio” que coloque no mesmo plano as relações entre seres humanos, por um lado, e as relações entre seres humanos e os animais, por outro lado. Só podemos compreender este tipo de analogia se vindo de um romântico inveterado, ou de uma mulher.

Sexta-feira, 1 Junho 2018

Animalismo : a dogmatização do darwinismo

Filed under: animalismo,Anselmo Borges,Cientismo,politicamente correcto — O. Braga @ 5:45 pm

 

Eu fico chateado quando estou de acordo com o Anselmo Borges em alguma coisa. E eu estou de acordo com a seguinte proposição do Anselmo Borges:

“Uma das ameaças para o humanismo é a tese animalista que pretende que entre o ser humano e os outros animais não há uma distinção qualitativa, mas apenas de grau”.


darwin macaco webO grande problema dos animalistas (e dos ateístas em geral, e da neurologia em particular) é o problema da “consciência” — e não propriamente a questão da “linguagem”, a que se refere o Anselmo Borges. Os animais também se expressam e comunicam através de uma qualquer linguagem; e também existe simbolismo na linguagem dos animais.

Ou seja, se eu estou de acordo com a primeira proposição do texto do Anselmo Borges, já discordo do desenrolar do raciocínio dele — e por isso fiquei aliviado ! Afinal, nem tudo estava perdido.


O que distingue o ser humano, por um lado, e os animais, por outro lado, é a consciência e a autoconsciência, de que surgiram as proposições descritivas e a função representativa (S. Tomás de Aquino, primeiro, e Karl Bühler, muito depois) de frases que representam uma determinada situação intersubjectiva (ou seja, situação objectiva) que pode, ou não, corresponder aos factos (podem ser falsas ou verdadeiras).

É aqui (com a consciência, e por isso com as proposições descritivas e com a função representativa) que reside a diferença fundamental entre humanos e os animais.

Entre os animais existem também símbolos — por exemplo, as borboletas que simulam olhos grandes, nomeadamente para afugentar os predadores. Mas o ser humano foi o único que deu o passo no sentido de verificar (ver verificação) as suas próprias teorias através de argumentos críticos quanto à verdade objectiva (ou seja, verdade intersubjectiva) — através da função argumentativa da linguagem humana. E todas essas características humanas são produtos da consciência e autoconsciência.

Sexta-feira, 11 Maio 2018

A hipocrisia puritana do Júlio Machado Vaz

 

Hoje ouvi na rádio pública (Antena 1, rádio do Estado) o Júlio Machado Vaz insurgir-se contra as touradas e, de uma forma implícita, a defender a proibição das touradas — argumentando, por exemplo, que “a tourada não é uma tradição em Portugal porque, de um total de 308 concelhos, apenas em 40 se realizam espectáculos de tourada” (este argumento é o mais estúpido que alguém poderia conceber: como se uma tradição pudesse ser considerada como tal independentemente da cultura antropológica; como se fosse necessário que a maioria dos concelhos de Portugal tivesse praças-de-touros para que a tourada fosse considerada tradição em Portugal.

julio machado vaz webO Júlio Machado Vaz, que hoje ouvi defender publicamente (implicitamente) a proibição das touradas em nome do alegado “sofrimento do touro”, é o mesmo Júlio Machado Vaz que fez campanha a favor da legalização do aborto gratuito pago pelo Estado (ou seja, abortos pagos por todos os portugueses).

Quando se trata do sofrimento de um ser em que já bate um coração, o Júlio Machado Vaz “chuta para canto”, porque entra em dissonância cognitiva, por um lado; e por outro lado porque ele adopta uma agenda política tenebrosa que pretende substituir uma série de tabus tradicionais e seculares por outros tabus anti-naturais.

Neste caso, o Júlio Machado Vaz (e a Esquerda em geral) pretende substituir um tabu tradicional, que eticamente impede o aborto, por um novo tabu que proíbe a tourada (eliminando o tabu do aborto da cultura antropológica). O Júlio Machado Vaz sabe que uma cultura sem tabus é um círculo quadrado; e por isso sabe que é imprescindível substituir os tabus tradicionais por outros tabus que permitam (ou que facilitem) o assalto totalitário ao Poder.

Este fenómeno político e cultural, de que é exemplo o Júlio Machado Vaz, ganhou um nome nos Estados Unidos : Virtue signalling”. Traduzindo em português: “Sinalização de Virtudes”. No fundo, trata-se de um tipo de puritanismo hipócrita que, na esteira cultural da Reforma protestante, se caracteriza por uma “guerra” contra a tradição.

Os esquerdistas actuais são os herdeiros culturais de Lutero e/ou Calvino. “Nietzsche, o grego; Karl Marx, o cristão protestante” (Albert Camus).

« Os puritanos detestavam os combates de ursos, não porque esses jogos causassem sofrimento aos ursos, mas porque davam prazer aos espectadores. »Thomas B. Macaulay 

Esse puritanismo hipócrita, de Sinalização de Virtudes e anti-tradicionalista que esteve sempre presente na cultura europeia cristã através do gnosticismo anti-cristão, evoluiu para o gnosticismo puritano moderno.

Ernest Sternberg, professor da universidade de Bufallo, Estados Unidos, escreveu um ensaio sobre as novas tendências da Esquerda a nível global que crescem actualmente sobre os escombros do marxismo-leninismo. O ensaio tem o título genérico de “Purifying the World: What the New Radical Ideology Stands For”“Purificando o Mundo: O que pretende a nova ideologia radical”.

Ernest Sternberg chama ao novo tipo de esquerdismo (renascido do marxismo cultural) que desponta e se organiza a nível internacional, de “Purificacionismo” (trata-se de uma religião monista !). O nome dado por Ernest Sternberg (Purificacionismo) está intimamente ligado ao movimento puritano inglês dos princípios da idade moderna, que Eric Voegelin descreve com uma minúcia surpreendente na sua obra “A Nova Ciência da Política”.

Quarta-feira, 4 Abril 2018

Sobre o caso Nasim Aghdam

 

nasin-animalista-webOs me®dia já se esqueceram do episódio de ontem do ataque às instalações do YouTube na Califórnia, porque o caso em si não serve a narrativa de Esquerda. Quem cometeu o crime não era um homem branco heterossexual e rico; por isso, não interessa aos me®dia prosseguir com a cumbersa sobre esse assunto.


O caso de Nasim Aghdam causou-me algum incómodo psicológico, porque ela tinha alguma razão de queixa em relação ao YouTube — embora essa razão de queixa não justificasse uma acção que poderia colocar em causa a vida de gente inocente. O YouTube, assim como o FaceBook e o Twitter, praticam a censura política de forma aberta e descarada, e de tal forma que o senador republicano Ted Cruz já defende a intervenção do Estado em relação ao FaceBook :

“By making editorial judgments about what counts as “quality” news, Facebook has shifted from a neutral platform to a publisher with an editorial opinion. As Sen. Ted Cruz explained to representatives of the tech giants in January, this undermines the case for continued legal immunity under Section 230 of the Communications Decency Act, which exempts online platforms from legal liability for content posted by their users”.


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