perspectivas

Segunda-feira, 30 Maio 2022

O professor Mário Mesquita criou um monstro

Filed under: Ana Sá Lopes — O. Braga @ 10:17 am

“Hoje no Público a jornalista Ana Sá Lopes faz o obituário de Mário Mesquita que foi fundador do PS, jornalista, professor de jornalismo, (seja lá isso o que for) e cronista avulso de jornais, por essa ordem.

Esta Ana Sá Lopes é bem o exemplo e epítome do jornalismo que temos: medíocre, enviesado ideologicamente e incapaz de se reformar porque se sustenta a si mesmo num auto-convencimento inacreditável que só a estupidez alimenta.”

O nacional-jornalismo de matriz de esquerda


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Sexta-feira, 12 Junho 2020

A estupidificação da Esquerda e do jornalismo português (e o Pacheco não tem perdão)

Filed under: Ana Sá Lopes,jornal Público,marxismo,marxismo cultural — O. Braga @ 5:19 pm
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Faz falta ler este artigo no Porta da Loja:

«O jornal Público de hoje, a propósito dos acontecimentos de ontem centrados na vandalização da estátua do Pe António Vieira tem um editorial ( de uma tal Ana Sá Lopes [em baixo, na foto] que tem um filho humorista com cara de alface, de Lisboa certamente) e mais três páginas e ainda uma outra assinada por uma tal Suzana Peralta ( doutorada na Bélgica em Economia e portante sabe-tudo como é apanágio dos economistas).

A temática e o modo como é "tratada" é um pequeno compêndio actual do que se passa na sociedade antifa…»

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O problema é o seguinte:

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  • Se um branco diz (dele próprio) que é racista, então o problema está resolvido, porque ele está simplesmente a reconhecer a sua culpa;
  • mas se um branco diz que não é racista, então segue-se que ele é racista porque ele não admite que é racista.

Mas vamos mais longe!:

  • se um branco vê a cor da pele, então é racista;
  • mas se ele não vê a cor da pele, então está a ignorar o racismo — e por isso esse branco é racista.

Ademais,

  • se um branco se concentra na sua própria cultura antropológica, então é “não-inclusivo”; e por isso é racista.
  • Porém, se um branco adopta ou participa em culturas alienígenas, então pratica a “apropriação cultural”, e por isso ele é racista.

Em suma: o branco é sempre racista, mesmo que ele não queira ser racista. Aliás, o facto de o branco não querer ser racista revela a expressão máxima possível de racismo.

E claro que depois vem a terreiro o José Pacheco Pereira para nos ensinar a todos que “não existe tal coisa como ‘marxismo cultural‘”. Eu posso até desculpar a Ana Sá Lopes (perdoem-lhes, porque eles não sabem o que fazem), mas o José Pacheco Pereira não tem perdão.

Sexta-feira, 22 Fevereiro 2019

As empresas privadas vão começar a evitar contratar mulheres

 

Devido à nova lei feminazista que faz da denúncia feminina (contra os patrões) uma força política persecutória em relação às empresas privadas, é de esperar que as empresas privadas pensem duas vezes antes de contratar uma mulher.

A Esquerda é de tal forma “feminazista” que acaba por prejudicar as mulheres.


“A estatística é a ferramenta de quem renuncia a compreender para poder manipular”
(Nicolás Gómez Dávila).


A mulher do Frankenstein escreve aqui:

“Os homens ganham cerca de mais 26,4% do que as mulheres, uma média de 670 euros a mais.”

Mas ela não diz aonde foi buscar aquela percentagem; e até fico surpreendido como ela não diz que a percentagem é (por exemplo) de 24,4967889877765444% !

“Quando uma mulher encaixa nas estatísticas, ela já não serve para novelas” (ibidem). Ora, do que a mulher do Frankenstein fala é de uma “novela” (de uma narrativa ficcionada), onde a estatística é concebida para manipular.

O que é assustador é o facto de uma mulher qualquer poder subjectivamente chegar à conclusão de que (alegadamente) ganha menos do que o seu colega homem — independentemente das diferenças de funções desempenhadas por ambos —, fazendo uma denúncia ao Estado e trazendo problemas inúteis para qualquer empresa privada.

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Domingo, 23 Julho 2017

Os pretos da Cova da Moura e os brancos da África do Sul : a filha-da-putice comunista

 

A mulher do Frankenstein — à semelhança da Fernanda, a tal que “cansava” o Sócrates — fala de “racismo na Cova da Moura”.

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Diz ela (a mulher do Frankenstein) que ninguém fala da Cova da Moura, e que, por isso, é alegadamente uma manifestação do racismo dos brancos. Mas o racismo contra os brancos já não é mau: até é muito bom porque (alegadamente) ajusta as contas da História, como acontece na África do Sul, onde a minoria branca é tratada de uma maneira tal que faz com os pretos da Cova da Moura sejam uns privilegiados.

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Quando (alegadamente) ninguém fala dos pretos da Cova da Moura, é racismo. Quando ninguém fala dos brancos da África do Sul, que se lixem estes porque merecem ser todos assassinados.

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