perspectivas

Terça-feira, 22 Janeiro 2019

Hoje, todo o mundo é de Esquerda ! Que alívio !

 

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Quando a Catarina Martins disse um dia que “as políticas do Bloco de Esquerda são necessárias para salvar o capitalismo”, estava em perfeita comunhão com o Adolfo Mesquita Nunes. As diferenças entre o Bloco de Esquerda e o CDS de Assunção Cristas andam muito esbatidas.

Em 2017, a Suécia (por exemplo, foi o quarto país da OCDE com mais impostos por percentagem do PIB (44% dos rendimentos dos suecos é para dar de mamar ao Estado). A Finlândia foi o quinto país com mais impostos (43,3% dos rendimentos para o Estado). A Dinamarca é o segundo país que mais impostos cobra (46%). A França está em primeiro lugar (em 2017) com 46,2% para sustentar os milhões de imigrantes Maome(r)das (com quatro mulheres e cinquenta filhos) que não trabalham.

Em Portugal, esta percentagem é de 34,7%. Portugal está na média dos países da OCDE, a par com a Espanha.

O que o Adolfo Mesquita Nunes pretende dizer é que é necessário colocar o nível percentual dos impostos em Portugal na casa dos 45% do PIB português. O CDS de Assunção Cristas é a favor do aumento de impostos.

Hoje, todo o mundo é de Esquerda ! Que alívio !

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Sábado, 29 Dezembro 2018

O CDS da Assunção Cristas e os direitos de braguilha

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“Se o reaccionário não se desperta dentro do conservador, trata-se então apenas de um progressista paralisado

~ (Nicolás Gómez Dávila)


O CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes (e do João Távora) é o CDS dos “progressistas paralisados” — dos progressistas “direitinhos” campeões dos direitos de braguilha e do politicamente correcto → pois eu prefiro uma bala marxista a uma palmadinha nas costas de um “direitinha” desses (do CDS da Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes).

A actual situação política em Portugal induz-me ao voto no PNR (Partido Nacional Renovador) — não porque eu o queira expressamente (o PNR é um partido estatista), mas porque não tenho outra hipótese credível.

O espaço político reduziu-se (encolheu) de tal forma que todos os partidos políticos representados no paralamento são de Esquerda — o CDS de Assunção Cristas e do Adolfo Mesquita Nunes fecha a Esquerda à direita.

Quinta-feira, 25 Outubro 2018

Adolfo Mesquita Nunes contribui para a tarefa política de fechar a Esquerda à direita

 

Eu não simpatizo minimamente com a pessoa de Adolfo Mesquita Nunes. E não é de agora. Adolfo Mesquita Nunes é um “submarino” que, dentro da “Não-esquerda”, cumpre o ideário de Esquerda. Adolfo Mesquita Nunes contribui para a tarefa política de fechar a Esquerda à direita

Neste artigo, Adolfo Mesquita Nunes distribui as culpas pela “polarização” política, igualmente pelas actuais Esquerda e Direita — como se a responsabilidade da tal “polarização moral” pudesse ser atribuída igualmente aos dois lados da contenda política; como se o patriotismo ou nacionalismo fosse um fenómeno cultural e político tão historicamente recente quanto é o globalismo plutocrata ou o internacionalismo trotskista (não confundir “globalismo” com “globalização”).

tolerant-liberal-webOra, não há nada mais perigoso do que o discurso falsamente conciliatório, que tem como função absolver os verdadeiros culpados mediante a distribuição igualitária de responsabilidades.

O Adolfo Mesquita Nunes faz lembrar a Catarina Martins, que está sempre do lado dos criminosos contra a polícia que mantém a ordem legal. E, para não dar razão à polícia, o Adolfo Mesquita Nunes diz que “toda a gente é criminosa”, e por isso (alegadamente) “ninguém pode falar de tarimba e alegar que tem razão”. Em resumo, é isto que o Adolfo Mesquita Nunes quis dizer no artigo em causa.

Ou seja, para o Adolfo Mesquita Nunes, a Direita também é culpada pela tal “polarização moral”, porque a Direita não aceita (no todo, ou em parte) a estratégia gramsciana e marxista cultural.

A narrativa do Adolfo Mesquita Nunes dirigida à Direita pode ser resumida assim: “Se levas um murro nas trombas, deves procurar apaziguar o agressor, mesmo que continues a levar no focinho”. É fácil percebermos de que lado está o “submarino” Adolfo Mesquita Nunes. Ele só engana quem gosta de ser enganado.

É claro que o Adolfo Mesquita Nunes defende uma estratégia de cedência política ao marxismo cultural.

Aliás, a defesa que o Adolfo Mesquita Nunes fez da legalização da adopção de crianças por pares de invertidos revela até que ponto a agenda política de Adolfo Mesquita Nunes coincide com a do marxismo cultural.

No domínio dos princípios, o conservadorismo é incompatível com o marxismo cultural. Não é possível conciliar, por exemplo, o Jacob Rees-Mogg com Jeremy Corbyn — e escolhi dois nomes ingleses, porque em Portugal não existe conservadorismo.

Não se deixem enganar por falinhas mansas de pseudo-conservadores que se dizem “liberais”, que militam em partidos ditos de “inspiração cristã”, e simultaneamente defendem princípios da agenda política marxista cultural.

Segunda-feira, 20 Agosto 2018

O Adolfo Mesquita Nunes é um espertalhão

 

Na política portuguesa há duas categorias de pessoas: os espertos, e os espertalhões. O Adolfo Mesquita Nunes encaixa na derradeira (como é notório).

Escreve o referido senhor que Marine Le Pen “consegue chegar a todos aqueles que, na sequência de uma crise internacional e na vertigem de uma nova economia digital, se sentem excluídos, a ficar para trás, sem oportunidades”.

Repare bem, caro leitor, como o espertalhão consegue reduzir a complexidade política e ideológica da aliança contra-natura entre marxistas trotskistas, por um lado, e globalistas e neocons, por outro lado (contra o Estado-Nação), a um problema de “nova economia digital”.


Eu sou insuspeito para abordar este tema porque prefiro (de longe!) Nigel Farage ou Donald Trump, a Marine Le Pen. Marine Le Pen é herdeira da metodologia política de Rousseau (com o seu conceito de "Vontade Geral", aliás também vigente em Portugal com a I república, com o Salazarismo ou II república, e com a III república actual), ao passo que os dois primeiros são herdeiros metodológicos de John Locke.


Esta forma espertalhona de colocar os problemas humanos e sociais, é repugnante: o espertalhão simplifica o que é complexo por sua própria natureza, e depois diz que “a Marine Le Pen é que é a ideóloga simplificadora”.

Num país — a França — onde 10% da população já é composta por gente de cultura islâmica (que atiraria o Adolfo Mesquita Nunes de um edifício abaixo por ele “encaixar na derradeira”, e talvez não se perdesse grande coisa), o espertalhão vem dizer que a causa da existência da Marine Le Pen é “uma nova economia digital”.

Mas nem todos os fanchonos são espertalhões: temos, por exemplo, o caso do inglês Douglas Murray, que é um indivíduo com muita classe (ver vídeo abaixo). Portanto, nem todos os fanchonos pensam que “encaixar na derradeira” lhes aumenta automaticamente o QI (coeficiente de inteligência).

 

Domingo, 1 Julho 2018

O CDS de Assunção Cristas não é de Direita; queremos um CDS da “Direita à Manuel Monteiro”

 

Fazendo uma analogia: o CDS de Assunção Cristas é uma espécie de facção menchevique do partido social-democracia russo do início do século XX — facção esta que soçobrou em confronto com a facção dos bolcheviques (liderada por Lenine) do mesmo partido.

Não devemos esquecer que Lenine militou no partido social-democrata russo, antes de aderir ao Partido Comunista russo que executou o golpe-de-estado de 1917.


O CDS de Assunção Cristas fecha a Esquerda à direita.

ASSCRIS-WEBQuando saiu da presidência do CDS, Paulo Portas deixou o partido armadilhado; e dessa armadilha faz parte o apoio explícito e público de Paulo Portas à eleição de Assunção Cristas para a presidência do partido. Enquanto existirem “fanchonos orgulhosos” nos órgãos de direcção do CDS, este partido nunca será de Direita.

Eu nunca vi um heterossexual dizer que se sente “orgulhoso” por ser heterossexual; e por isso não admito — na direcção de um partido que se diz de Direita — que um fanchono se sinta orgulhoso por se apanascar. E também não é admissível que um dirigente fanchono de um partido dito de “Direita” defenda a legalização da adopção de crianças por pares de invertidos.


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Alguém que diga à Assunção Cristas uma coisa muito simples: a Direita não se reduz à economia — embora a Assunção Cristas vá contra liberdade de mercado ao defender a lei das quotas para as empresas privadas. É é isto que dirige a “Direita” portuguesa…

Não é apenas a economia que faz a política. A política é feita de valores, em geral, e não apenas de dinheiro. O dinheiro é muito importante, mas não é tudo na política. Aliás, a economia depende muito da cultura antropológica e dos valores éticos prevalecentes na sociedade.

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Quarta-feira, 14 Fevereiro 2018

O NOVO CDS GAY sob os auspícios do Adolfo Mesquita Nunes e com a bênção da Assunção Cristas

Filed under: Adolfo Mesquita Nunes,Assunção Cristas,CDS GAY — O. Braga @ 3:58 pm

 

Com a saída de Paulo Portas da chefia do CDS/PP, surgiu um novo partido: o CDS GAY, desta vez chefiado por Assunção Cristas e convenientemente assessorado por Adolfo Mesquita Nunes.

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Assunção Cristas diz que o vice-presidente do CDS GAY, Adolfo Mesquita Nunes, “teve muita coragem” em assumir a sua (dele) homossexualidade. Parece que determinados comportamentos sexuais devem ser anunciados ao mundo com pompa e circunstância — como se abafar palhinhas e tomar no cu fossem actos sublimes e sagrados, dignos de grande coragem.

Antigamente era corajoso, por exemplo, o soldado, o bombeiro, o missionário; hoje é corajoso o paneleiro.

Naturalmente que o CDS GAY de Assunção Cristas não terá o meu voto (como teve até às últimas eleições). Mal por mal, prefiro votar no PNR (Partido Nacional Renovador).

Segunda-feira, 4 Setembro 2017

Ó Adolfofinho: deixa lá em paz a xenofobia !

 

“Durante um debate na Rádio Cova da Beira entre candidatos à Junta de Freguesia de São Francisco de Assis, na Covilhã, a candidata apoiada pelo PS, Joana Campos, imitou o sotaque do candidato do CDS, Júlio Canhoto, de origem venezuelana, conta o Público.

Segundo o CDS, a actual presidente da junta “humilhou” o opositor com um acto de “xenofobia”. Adolfo Mesquita Nunes, candidato do CDS à Câmara da Covilhã pede ao PS que se demarque desta atitude.”

Mais um caso de xenofobia nas autárquicas? Candidata do PS “humilha” opositor com sotaque espanhol


Vamos ter que acabar com estas manipulações estapafúrdias que incentivam a incompreensão e ódio em relação à verdadeira xenofobia: a maioria dos xenófobos são pessoas serenas e pacíficas que querem viver em paz e praticar a sua xenofobia em harmonia com a natureza.

Este caso isolado do Júlio Canhoto (estranho nome para um candidato do CDS/PP) nada tem a ver com a autêntica xenofobia — aliás, denunciamos a Joana Campos como uma impostora ao serviço dos inimigos da xenofobia: não devemos relacionar o sucedido com a verdadeira xenofobia porque isso provocaria um repúdio da dita no seio da sociedade — e é isso que os radicais pretendem!

A xenofobia (assim como a islamofobia) é uma ideologia de paz, tolerância e concórdia. Temos que estar unidos e evitar que surjam episódios de intolerância e ódio contra os xenófobos honrados e pacíficos. A imensa maioria dos xenófobos são gente de bem, pessoas de conduta impecável e de elevados princípios e valores.

Não devemos confundir — como faz o Adolfofinho — xenofobia, por um lado, e xenofobismo, por outro lado.

Os inimigos da convivência, da tolerância e do respeito pelos outros estão sempre prontos para desvirtuar os factos sociais e criminalizar o todo colectivo xenófobo perfeitamente integrado na sociedade e respeitador das leis.

Somos contra esta campanha de estigmatização que pretende sujar o bom nome da comunidade xenófoba, completamente alheia a este caso em concreto: os verdadeiros xenófobos pretendem viver sem medo e praticar a sua xenofobia em plena luz do dia, sem temer represálias pelos inimigos da tolerância — esses extremistas que pretendem que a xenofobia seja retirada da praça pública e seja praticada na clandestinidade: estamos no século do progresso e da liberdade, e exigimos poder colocar em prática as nossas ideias sem sermos objecto de difamações e agressões ao nosso credo.

Terça-feira, 8 Dezembro 2015

A adopção de crianças: Adolfo Mesquita Nunes e Pedro Vaz Patto

 

A adopção não pode configurar-se como direito dos candidatos a adoptantes.

Não se trata, pois, e em primeira linha, de chamar à colação, no que a esses candidatos diz respeito, o princípio da igualdade e não discriminação em função da orientação sexual”.

Pedro Vaz Patto


Adolfo Mesquita Nunes tentou tornear esta dificuldade colocada por Pedro Vaz Patto, embora de forma falaciosa e jogando com as palavras: diz o Adolfo Mesquita Nunes que os homossexuais não têm o direito a adoptar, mas têm o direito a serem candidatos à adopção; é uma forma enviesada de separar o sujeito do predicado, como se não tivessem qualquer relação entre si.

Ou seja, segundo Adolfo Mesquita Nunes, ninguém (incluindo os “casais naturais”, passo a redundância) tem o direito a adoptar uma criança; mas todos (incluindo os pares homossexuais) têm o direito a ser candidatos à adopção de uma criança. Ou seja, segundo Adolfo Mesquita Nunes, os casais naturais e os pares invertidos estão na mesma posição de igualdade — não no direito a adoptar, mas antes no direito da candidatura à adopção e, alegadamente, em nome do “superior interesse da criança”.

O que Adolfo Mesquita Nunes faz é diferenciar o direito de alguém a adoptar uma criança (que ele nega como sendo um direito universal, e aqui estou de acordo), por um lado, e por outro lado o direito de alguém candidatar-se à adopção de uma criança (que segundo ele deve ser um direito universal, o que não é verdade porque entra em contradição com o bom-senso).

As condições — reconhecidas universalmente — da candidatura à adopção não podem ser separadas do “superior interesse da criança” que define a própria instituição da adopção; separar as duas coisas (a adopção, por um lado, e a candidatura, por outro lado) é uma falácia (há candidaturas que nem sequer podem ser aceites como tais, à partida); e por isso não é verdade que qualquer pessoa possa ter o direito (mesmo que a lei o diga) a candidatar-se à adopção de uma criança.

Por exemplo: ¿um assassino em série pode candidatar-se à adopção de uma criança?

Segundo o Adolfo Mesquita Nunes, pode, porque alegadamente é um direito universal. Mas a verdade é que o bom-senso diz-nos que nunca um assassino em série pode ter o direito a ser candidato à adopção de uma criança. Portanto, o direito da candidatura à adopção de uma criança não é universal.

Quando está em jogo a vida de terceiros, os nossos direitos pessoais — por exemplo, o direito de candidatura à adopção — ficam automaticamente condicionados. A adopção é uma instituição; e numa instituição há sempre aquelas pessoas que reúnem as condições para estarem dentro dela, e outras que não têm essas condições.

As condições de pertença a uma instituição estão para além do conceito de “igualdade”.

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