perspectivas

Terça-feira, 9 Maio 2017

O estúpido Adelino Maltez

 

“O analista político Adelino Maltez defendeu hoje à Lusa que a vitória de Emmanuel Macron nas presidenciais francesas revela uma inversão de ciclo político e dá oportunidade à Europa para "levantar a cabeça com entusiasmo".”

França/Eleições: Ciclo político na Europa inverteu-se – Adelino Maltez


O Maltez faz lembrar o padeiro que sai da padaria, apressado, e com a farinha da pá bem marcada nas costas, e berra para a mulher que está lá dentro: “E para a próxima vez levas mais!”

A Front Nationale tem vindo a subir a sua votação, eleição após eleição, e o burro do Maltez diz que “se inverteu o ciclo”. A Marine Le Pen foi à segunda volta das eleições presidenciais e conseguiu um recorde de 34% dos votos para um candidato da Front Nationale; e o estúpido diz “o ciclo político na Europa inverteu-se”.

Esta gente (a maçonaria) é tão miserável nos seus propósitos políticos, que irá chegar ao ponto de festejar uma qualquer vitória por 1% — de vitória em vitória, o burro do Maltez acelera para a derrota final.

Ainda iremos ver o “liberal” Maltez defender a sinificação do leviatão europeu.

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Sábado, 15 Abril 2017

D. Duarte Pio é o rei, e não um cortesão

Filed under: Adelino Maltez,D. Duarte Pio,monarquia,república — O. Braga @ 3:21 pm

 

Dizem que D. Duarte Pio é “o pretendente ao trono” de Portugal; ora, isto é absurdo: nasce-se rei, por direito natural; não se torna rei sem esse direito prévio senão por embuste. E dizem que “o trono é o poder político”, confundindo o poder, por um lado, e a autoridade, por outro lado. Ou seja, D. Duarte Pio não é o “pretendente ao trono de Portugal”: ele é o rei de Portugal. O facto de não estar sentado em um trono coroado é absolutamente irrelevante.

Sendo D. Duarte Pio rei de Portugal, é absurdo que ele seja cortesão de uma Corte que não seja a sua.

casal realA república está moralmente morta. E por isso não me admira que um maçon ultra-montano (mas hipócrita, como soe ser-se republicano) do calibre de Adelino Maltez defenda a inclusão de D. Duarte Pio em uma Corte republicana em que o rei é cortesão.

Ou seja, os republicanos corruptos e anti-patriotas precisam do rei para rejuvenescer a boa fama da ética republicana que caiu na lama e em que os portugueses já não confiam. Querem transformar o rei num cortesão que lhes dê algum prestígio que já não têm.

Surgiu uma petição que pretende que o rei seja equiparado a uma espécie de presidente da assembleia da república. Um monárquico com dois dedos de testa não assina essa petição; aliás, bastaria o Maltez tê-la assinado para nos colocar em estado de alerta: o maçon empedernido não dá ponto sem nó.

Se quiserem convidar o rei para qualquer cerimónia oficial, ele aceitará ou não, segundo critérios próprios. Mas transformar o rei em uma espécie de Ferro Rodrigues, é um insulto à memória histórica de Portugal.

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