perspectivas

Segunda-feira, 8 Janeiro 2018

Santana Lopes é medíocre, Rui Rio é péssimo

Filed under: PSD,Rui Rio,Santana Lopes — O. Braga @ 11:18 am

 

1/ O argumento das “boas contas”, a favor de Rui Rio e contra Santana Lopes, não serve; hoje, quem manda nas contas portuguesas é a União Europeia. Tanto faz estar lá o Rui Rio como o Santana Lopes: o Orçamento de Estado é previamente sancionado pela União Europeia.

2/ Votar em Rui Rio ou em António Costa é a mesma coisa. São ambos adeptos do politicamente correcto. São ambos revolucionários nos costumes e contra a tradição portuguesa.

3/ Santana Lopes é a favor do Acordo Ortográfico; Rui Rio também. Neste aspecto estão empatados.

4/ Rui Rio é de Esquerda; tem o apoio, por exemplo, de José Pacheco Pereira e de Manuela Ferreira Leite. Santana Lopes é liberal: do mal, o menos.

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Domingo, 7 Janeiro 2018

A Maria e o contra-factual: “se a minha avó tivesse asas era um Boeing 747”

 

“Todos apontam o dedo à privatização dos CTT como a causa de todos os males. Mas o problema dos CTT não desapareceria com a presença do Estado, pelo contrário, era provável que se agravasse, pois haveria uma inércia para mudar o modelo de negócio, e que mais uma vez seria o Orçamento de Estado a pagar os prejuízos crescentes de uma empresa pública. (Não vale a pena virem com o argumento que os CTT dão lucro desde antes da privatização. Pois essa coisa do lucro tende sempre a cair e a acabar com a quebra das receitas por se manter um modelo de negócio obsoleto. Era apenas uma questão de tempo).”

→ Assina: a Maria do corta-fitas


ctt-logoA blogosfera anda muito pobre. Paupérrima. Não tem classificação possível. Utilizar o contra-factual para justificar uma gestão de uma empresa ao arrepio de contratos previamente firmados, só pode vir de uma mente estupidificada. Mas essa gente vota e tem opinião!

Como parece ser evidente, eu estou longe de ser marxista. Mas não posso estar ao lado de vigaristas que não cumprem os contratos assumidos com o Estado. Os CTT começam a não cumprir o previamente contratualizado com o Estado — esta é a verdade que a Maria pretende esconder.

Se os CTT não podem cumprir o contrato com o Estado, cabe ao Estado acabar com o contrato.

Aliás, a própria sigla “CTT” e o respectivo logótipo fazem parte do contrato que não está a ser cumprido, e a nova empresa privada deve ficar sem a sigla e logótipo que passarão para uma nova empresa a fundar pelo Estado.


Facto:

Desde que os CTT foram privatizados, uma carta pode demorar mais de uma semana a chegar a um destino português. Os correios portugueses são hoje um dos piores da Europa.


Não me interessa saber se os CTT são privados ou são do Estado: o que me interessa é ter um serviço de correios razoável. E o serviço de correios que temos hoje é mau! E se o sector privado não aguenta o negócio, então terá que ser o Estado a garantir um serviço de qualidade aceitável. Ponto final.

E mandemos as ideologias à merda!

Morreu Peter Sutherland: globalista, banqueiro plutocrata, Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações e amigo do peito do papa Chico

Filed under: Globalismo,imigração,papa Chico,papa-açorda,Puta que os pariu — O. Braga @ 7:08 pm


Sábado, 6 Janeiro 2018

O burro Insurgente

 

A burrice no Insurgente não tem limites. Em primeiro lugar, porque se acredita no que se publica no NYT. Só de burro. E depois porque parece que é proibido processar judicialmente o autor de um determinado livro devido ao seu conteúdo.

Confundir “processo judicial por difamação ou injúria”, por um lado, com “proibição de publicação de um livro”, por outro lado — só pode vir de uma cavalgadura alfabetizada.

Não há como classificar a incapacidade mental da maior parte dos escrevinhadores do Insurgente.

Sexta-feira, 5 Janeiro 2018

O Anselmo Borges é um mentiroso sem vergonha.

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 6:21 pm

 

É nossa obrigação moral (não só um dever, mas uma obrigação) continuar a denunciar vigaristas intelectuais da laia do Anselmo Borges e do Frei Bento Domingues. Não nos cansemos de criticar sistematicamente essa gentalha.

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Quinta-feira, 4 Janeiro 2018

O meu vizinho neurótico

Filed under: A vida custa — O. Braga @ 6:37 pm

 

Há bons vizinhos, que são aqueles que não chateiam ninguém; ou tomam o cuidado necessário para não chatear ninguém. E há vizinhos autistas, que vivem como se estivessem sozinhos no mundo; e depois há os autistas neuróticos, que são aqueles que desenvolvem rotinas de sofrimento e rituais de auto-sacrifício absolutamente desnecessários. O meu vizinho do lado é um deles.

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O papa Francisco ao serviço dos mais ricos do mundo

Filed under: Globalismo,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:51 am

 

Na homilia de Natal, o papa-açorda comparou a viagem de Maria e José para Belém, por um lado, com os imigrantes económicos que invadem a Europa, por outro lado. A comparação é estúpida; mas neste papa, tudo é estúpido. Maria e José foram para Belém por causa de uma ordem do imperador Augusto que exigia o recenseamento da população; os imigrantes económicos vêem para a Europa para viver à custa do Estado sem trabalhar. Só um papa estúpido poderia comparar o que é incomparável.

Este papa trabalha para a elite globalista — aquela de que faz parte George Soros e comandita. O papa palhaço serve os interesses da alta finança globalista que pretende impôr às nações do mundo uma Nova Ordem Mundial multicultural e globalizada onde as entidades supra-nacionais assumirão o Poder.

O papa palhaço faz-se de “pobre” para enganar os católicos, mas ele está do lado dos mais ricos do mundo.

oc-papa-palhaçoPor exemplo, quando o papa estúpido nomeou o judeu Peter Sutherland para Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações — sabendo que Sutherland é uma personalidade Globalista e ao serviço dos mais ricos do mundo (por exemplo, ao serviço do Banco Goldman Sachs).

Peter Sutherland foi presidente do Banco Goldman Sachs de 2005 a 2015 (de onde actualmente é director não-executivo); foi presidente do grupo Bilderberg (ao qual ainda pertence); foi presidente da B.P. (British Petroleum) e da secção europeia da Trilateral; e foi a escolha do papa Chico para Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações.

Peter Sutherland é um globalista total e absoluto, com ligações muito próximas à plutocracia internacional e supra-nacional, uma eminência parda da mundialização do Poder político e do desenraizamento capitalista ao serviço da alta finança internacional. E o papa Chiquinho alinha com essa gente, ao mesmo tempo que engana os pacóvios com uma falsa modéstia e hipocrisia.

A ideologia do papa Chicozinho coincide com a ideologia (por exemplo e entre outros globalistas) de George Soros.

As confusões e as contradições do Chico são propositadas, para enganar o povão. A inspiração da ideologia do Chicozinho vem do capitalismo financeiro mundialista — para o qual, as “homogeneidades” (isto é, as identidades históricas e culturais que estão na base da diversidade e da variedade dos povos) são um obstáculo e um problema, porque o consumidor global não deve ter (literalmente) qualquer identidade, não deve pertencer a qualquer comunidade, deve ser cosmopolita e nómada, “sem tabus” e “sem preconceitos” (como se isso fosse possível!) — e, já agora, também sem escrúpulos — e de “sexo variável”.

Para o papa Chicão (assim como para Peter Sutherland e George Soros), a “homogeneidade cultural” de um povo é um obstáculo (uma chatice) que resiste à “integração sem limites”; é um “atentado à caridade”. Na confusão ética de que o Bergoglio faz alarde, a “homogeneidade cultural” de um povo é considerada um mal moral que deve ser eliminado.


Convém dizer ao Bispo de Lisboa, D. Manuel Clemente, que ele tem a obrigação moral de resistir às orientações políticas e ideológicas deste papa, em vez de o seguir caninamente como tem feito até agora.


Aquilo que nos parece ser “amor pelos pobres e pelas periferias” (nas palavras de idiotas úteis como, por exemplo, Frei Bento Domingues ou Anselmo Borges), é, na realidade, exactamente o contrário do que o papa palhaço apregoa: porque o que pertence propriamente a todos — aos pobres e aos ricos; aos doentes e aos saudáveis; aos prisioneiros e aos trabalhadores — é a pertença a uma pátria e a uma identidade, é adesão a uma cultura e a uma civilização, é a língua nativa e a educação. E quando os pobres são privados de quase tudo, possuem pelo menos esta herança imaterial e intemporal; este património espiritual, artístico, intelectual e moral que faz parte de cada nação da Europa e do mundo.

É esta riqueza civilizacional transcendente — que é superior a todos os bens de consumo — que os ideólogos do multiculturalismo e do “vivermos juntos” (incluindo este papa satânico) pretendem retirar aos pobres de todo o mundo.


“O amor à pobreza é cristão, mas a adulação da pobreza é uma mera técnica de recrutamento eleitoral.”

→ Nicolás Gómez Dávila


Adenda: Morreu Peter Sutherland, globalista, banqueiro plutocrata, Presidente da Comissão Católica Internacional para as Migrações e amigo do peito do papa Chico.

Quarta-feira, 3 Janeiro 2018

Este governo merdícola, marxista e radical torna-se já insuportável

Filed under: António Costa,geringonça — O. Braga @ 6:28 pm

 

O Blasfémias faz aqui uma comparação entre a “taxa dos isqueiros”, de Salazar, com a “taxa dos aquários”, do actual governo marxista.

Quando o Estado Novo (Salazar) aplicou a taxa de “licença de isqueiro”, foi para proteger a indústria nacional fosforeira (fósforos; ¿lembram-se?), dado que os isqueiros eram importados.

Portanto, a taxa Salazarista sobre os isqueiros era uma taxa racional, porque visava proteger a indústria nacional de fósforos.

Em contraponto, o governo marxista de António Costa introduziu uma taxa de 50 Euros para quem tiver um aquário em casa.

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Este governo de merda, liderado por um monhé de merda, protegido por um presidente da república da merdalha, já ultrapassou os limites do bom-senso. Pagar um imposto para ter um aquário em casa não lembra nem ao Nicolas Maduro !

Terça-feira, 2 Janeiro 2018

Contra a igualdade politicamente correcta do merdívoro Luís Aguiar-Conraria

 

“Quem reclama a igualdade de oportunidades acaba exigindo que se penalize quem é bem dotado. A igualdade é a condição psicológica prévia de decapitações científicas e frias.”

→ Nicolás Gómez Dávila


Só uma estrutura hierárquica é compassiva com os medíocres e com os humildes.

O Ludwig Krippahl faz aqui uma crítica ao alienado, igualitarista, politicamente correcto e merdívoro Luís Aguiar-Conraria. Parece-me extraordinário como uma qualquer publicação dê abrigo à narrativa alienada do Luís Aguiar-Conraria…!

Naturalmente que o Ludwig Krippahl estudou biologia, o que o transforma em uma espécie de “reaccionário” em relação à consensualidade do esquerdalho no respeitante à “igualdade dos géneros”. Mas o Ludwig Krippahl não se refere a “sexos”, mas antes a “géneros” — o que significa que ele não consegue distinguir-se totalmente do ambiente merdícola em que medra a merdalha da laia do merdívoro Luís Aguiar-Conraria.

“Géneros” tem utilização gramatical; “sexos” tem utilização biológica.


igualitarismoDepois, o Ludwig Krippahl entra em contradição em relação à educação das crianças, porque uma criança não pode ter a liberdade que deve ter um adulto. Por isso é que a filha dele não vê certamente filmes pornográficos — embora ele diga que a filha dele vê uma série de desenhos animados em que uma criança tem “dois pais” (dois homens). 
É óbvio que não é a mesma coisa; trata-se de uma analogia: as crianças têm que ser educadas, e não ver filmes pornográficos faz parte de uma boa educação, independentemente de os filmes pornográficos poderem ter, ou não, qualquer influência na dita “orientação sexual” da criança.

A aceitação, desde tenra idade, da ideia da possibilidade de uma criança ter “dois pais” ou “duas mães”, não é educação na tolerância: em vez disso, é educação na permissividade — porque só se tolera aquilo com que se não concorda, e uma criança não tem ainda espírito crítico suficiente para concordar, ou não, em algumas matérias mais complexas. O que o Ludwig Krippahl defende para a filha dele é uma lobotomia cultural homossexualista e politicamente correcta comparável ao igualitarismo defendido pelo merdívoro Luís Aguiar-Conraria.


Em uma sociedade onde todos se crêem iguais, a inevitável superioridade de uns poucos faz com que outros se sintam fracassados.

Inversamente, em sociedades onde a desigualdade é a norma, cada qual se instala na sua própria diferença, sem sentir a urgência nem conceber a possibilidade de se comparar com outros.

Só uma estrutura hierárquica é compassiva com os medíocres e com os humildes.


“Ser esquerdista é crer que os presságios de catástrofe são augúrios de bonança.”

→ Nicolás Gómez Dávila

Sábado, 30 Dezembro 2017

O Anselmo Borges e o diálogo com o Islão

 

1/ É possível diálogo (entre o Cristianismo, o Budismo, o Hinduísmo, o xintoísmo, o Confucionismo, o Judaísmo, etc.) entre todas as religiões universais excepto o Islamismo, porque, em primeiro lugar, o Islamismo é um princípio de ordem política 1  (o que não acontece com nenhuma outra religião universal), e depois porque o Islamismo defende explicitamente (no Alcorão e nos Hadith) o proselitismo2  por intermédio da violência física ou da coacção (por exemplo, através da Jizya).

Qualquer comparação entre o Islamismo, por um lado, e qualquer outra religião universal, por outro lado, é pura estupidez. E por isso é que o Anselmo Borges é estúpido quando defende a ideia de um “diálogo inter-religioso com o Islamismo”. Das duas, uma: ou o Anselmo Borges não faz ideia do que é o Islamismo, ou é estúpido.

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Sexta-feira, 29 Dezembro 2017

O politicamente correcto é o burocratismo do espírito

Filed under: politicamente correcto — O. Braga @ 6:42 pm

 

O professor James Allan fala aqui em três tipos de politicamente correcto.

 

Podemos resumir o argumento dizendo que “o politicamente correcto é o burocratismo do espírito” — o burocratismo é o excesso de burocracia.

Quarta-feira, 27 Dezembro 2017

Por outras palavras: são burros

 

É curioso o facto de os ateístas (em geral) se preocuparem (pelo menos) tanto com Deus quanto os católicos. dawkins-and-freud-web

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