perspectivas

Domingo, 24 Setembro 2017

A Europa recusa a islamização

Filed under: Europa,Alemanha — O. Braga @ 7:18 pm

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AfD com 13,5% dos votos na Alemanha

Filed under: AfD,Alemanha,Angela Merkel — O. Braga @ 6:52 pm

 

AFD

Who are the AfD? 

Filed under: Alemanha,Angela Merkel — O. Braga @ 6:38 pm

THE AFD will now become the third largest party in the Bundestag and promise to cause trouble for Angela Merkel’s Conservatives. But who are the AfD?

Source: Who are the AfD? Far-right populists to enter German Parliament | Politics | News | Express.co.uk

Morreu o Bispo-Político Manuel Martins

Filed under: Igreja Católica,Torgal Ferreira — O. Braga @ 5:42 pm

 

Lamento a morte do ser humano, mas não lamento a morte do Bispo-Político Manuel Martins.

Manuel Martins (a semelhança do Bispo Torgal Ferreira) contribuiu (à sua maneira) para a destruição do tecido económico português, destruição essa que colocou Portugal de cócoras face à plutocracia globalista que actualmente nos controla e que nos tirou a soberania.

A melhor maneira de ajudar os pobres não é acabar com os ricos.

Mas o Bispo Manuel Martins (assim como o Torgal Ferreira) criou um nexo causal entre a pobreza, por um lado, e a existência de ricos, por outro lado, que ainda hoje engana muitos católicos.

Suspensão de conta no FaceBook

Filed under: politicamente correcto,feminismo,Facebook,1984 — O. Braga @ 1:26 pm

 

A minha conta pessoal no FaceBook foi suspensa porque publiquei a imagem abaixo com a legenda “feminismo”.

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merda-fbComo podem ver, não se trata de uma imagem pornográfica; nem de uma imagem de violência; e trata-se de uma imagem verdadeira, ou seja, não se trata de uma foto-montagem.

Para o FaceBook (e para o Google), dizer a verdade — ou descrever a realidade — é proibido; demonstrar que o feminismo se identifica culturalmente com a Esquerda mais radical, é tabu.

Praticamente já não publico directamente no FaceBook; quase tudo o que aparece na minha conta do FaceBook vem através do Twitter — é o Twitter que se encarrega de publicar no Facebook; e é também o Twitter que se encarrega de publicar no VKontakte.

Eu não coloco em causa a possibilidade ou o direito de o FaceBook suspender contas; o que eu questiono são os motivos ou critérios que podem levar o FaceBook a suspender contas.

Quando o FaceBook pratica censura rasteira e subjectiva (sem critérios objectivos), em relação a publicações que não cabem nas categorias mencionadas na imagem ao lado e que fazem parte das condições de frequência do Facebook — então já entramos no mundo do “1984” de George Orwell.

Sexta-feira, 22 Setembro 2017

Esta classe política dita democrática não serve; ou o fim da democracia

 

Lendo aqui um bom pequeno texto (ver em ficheiro PDF) do Henrique Raposo acerca da dita “emancipação da mulher”; há quem lhe chame “autonomia”, desvirtuando o conceito de “autonomia”.

isabel-moreira-tinder-webDe desgraça em desgraça, o Ocidente pós-moderno (e Portugal também) tem hoje que escolher entre o radicalismo marxista cultural que sustenta o feminismo, por um lado, ou, por outro lado, o radicalismo islâmico que trata hoje a mulher como nunca o Cristianismo a tratou, até mesmo na Idade Média!

O problema cultural apontado pelo Henrique Raposo é agravado por “galináceos com vagina importante” — como por exemplo, Isabel Moreira, Paula Teixeira da Cruz, Teresa Leal Coelho, Raquel Varela, Catarina Martins e as outras esganiçadas do Bloco de Esquerda, etc. — que formam opinião em Portugal. Não me esqueço de a Isabel Moreira aconselhar publicamente às mulheres a frequência do TINDER.

A pergunta que se faz é a seguinte: ¿como é possível que uma criatura moralmente enfezada, como é a Isabel Moreira (entre outras quejandas), possa formatar a opinião pública?

E já agora outra pergunta: ¿quem controla os me®dia? Quando gente da pior espécie moral, como é por exemplo o psicopata Pinto Balsemão, detêm um certo Poder nos me®dia, não nos podemos admirar que gentalha como a Isabel Moreira ou a Catarina Martins tenha a primazia da opinião publicada.

Quando verificamos a decadência cultural da nossa sociedade, temos que seguir as conclusões e soluções até às últimas consequências.

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Quando a democracia defendida por gente da laia do Bilderberger Pinto Balsemão (por exemplo) conduz a sociedade para uma cultura antropológica decadente, somos obrigados pela lógica e pela razão a colocar em causa a própria democracia.

A democracia só é benéfica para a sociedade se existir nesta um verdadeiro “escol” (que não é a mesma coisa que “elite”) — no sentido dado por Fernando Pessoa a “escol”.

Quando o escol português é constituído por gente eticamente invertebrada e sociopata, como (por exemplo) Pinto Balsemão, não há democracia que se aconselhe: neste caso, a democracia conduz à completa desestruturação e decadência da nossa sociedade.

Ademais, a democracia é incompatível com o internacionalismo (ou seja, com o sacrifício da soberania) que a classe política defende: defender a democracia (como faz o Pinto Balsemão, por exemplo) e simultaneamente defender a alienação da soberania portuguesa em nome de um qualquer internacionalismo (por exemplo, o federalismo europeísta), é uma contradição em termos.

Por isso é que invertebrados morais e sociopatas, como por exemplo o Paulo Rangel, pertencem a uma escória nacional que faz da auto-contradição um instrumento de luta política (ver estimulação contraditória).

O que está a acontecer — não só em Portugal, mas no Ocidente em geral — é que a democracia tem vindo a conduzir as sociedades a uma polarização política que serve essencialmente os radicais marxistas sociopatas da laia do José Pacheco Pereira ou do Fernando Rosas (por exemplo), e o futuro da sociedade deixa de ter um grau credível de previsibilidade.

Em suma: só é possível uma boa democracia, em uma sociedade nacionalista/soberanista (ou seja, em uma nação soberana) e com um escol.

Quinta-feira, 21 Setembro 2017

O PAN (Pessoas-Animais-Natureza) quer que os animais entrem nos restaurantes

 

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Foto de Outubro de 1937. O senhor Jack Fowler, um mercador de carvão de Bedford, levava regularmente o seu cavalo a um bar de uma estalagem (o Balloon Inn) para uma cerveja e um jogo de dominó com os amigos.

Eu já baixei os braços. A única solução é o PNR (Partido Nacional Renovador).

 

Eu já baixei os braços — porque a luta ideológica não passa já por factos, por demonstrações lógicas, por verificação de nexos causais, pela ciência.

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left-freakHoje, a dinâmica política é totalitarizante, e temos que escolher entre o Bloco de Esquerda e Partido Comunista, por um lado, e o PNR (Partido Nacional Renovador), por outro lado. Tudo o que está no meio (ou no chamado “centro político”) está minado pelo marxismo cultural.

O terreno político está totalmente minado; por exemplo, ¿quem manda no CDS/PP?

Resposta: Assunção Cristas (que, por exemplo, defende “quotas de género” para as administrações das empresas privadas e públicas) e o Adolfo Mesquita Nunes (um fanchono que defendeu publicamente o "casamento" gay, a adopção de crianças por pares de invertidos e as "barriga de aluguer"). É esta a tipologia da Ordem no CDS/PP: longe vão os tempos de Manuel Monteiro.

Ora, o CDS/PP era suposto ser um partido da Não-Esquerda. O terreno está minado. A diferença ideológica entre o CDS/PP, por um lado, e o Bloco de Esquerda, por outro lado, não é tão grande como os me®dia nos querem fazer crer.

No Partido Social Democrata de Passos Coelho vive-se a “pluralidade”, que é uma forma de dizer que vingam quase sempre as teses ideológicas que estão na moda. Também no Partido Social Democrata o terreno está minado, com Teresa Leal Coelho, Paula Teixeira da Cruz, e merda quejanda. E no Partido Social Democrata impõe-se a espiral do silêncio em quem não concorda com algumas aberrações humanas que por lá pululam.

Eu não tenho dúvidas que chegará o dia em que o Bloco de Esquerda, por exemplo, irá impôr a mudança de sexo aos 12 anos, a despenalização e descriminalização da pedofilia, e a legalização da eutanásia a pedido do freguês. E o Partido Social Democrata e o CDS/PP protestam “para tuga ver”, mas anuem.

Cheguei à conclusão de que a única solução para o problema nacional é o PNR (Partido Nacional Renovador).

Quarta-feira, 20 Setembro 2017

O nacional-porreirismo do Ferreira Fernandes no Diário de Notícias

 

Antes de existir oficialmente o chamado “politicamente correcto”, Portugal foi percursor do dito com o nacional-porreirismo, mediante de uma certa mentalidade indolente da cintura industrial lisboeta e alentejana.

Uma das características do nacional-porreirismo é relativismo histórico e moral. Por exemplo, quando, o Ferreira Fernandes escreve o seguinte no Diário de Notícias:

Em 1962, com a crise nuclear a 80 km da Florida, John Kennedy chamou ministro dos Negócios Estrangeiros ao Mr. Gromyko e presidente a Khruchtchev – e foi firme, a ponto de ser ouvido pelos soviéticos. Não chamou Monstro do Pântano a um, nem Homem Aranha a outro. Ontem, Trump, depois de anunciar que a Coreia do Norte seria "totalmente destruída", acrescentou: "Rocket Man [o Homem Foguetão] está numa missão suicida para ele próprio e para o seu regime." Tentem seguir o fio ao pensamento.”

Kim Jong-un-webEm primeiro lugar, a URSS não é a mesma coisa que a Coreia do Norte; a comparação é uma falácia de Parménides, para além de se compararem coisas de grandezas diferentes; mas o Ferreira Fernandes é que é um intelijumento que escreve nos me®dia; e por isso, entre outras razões, é que os me®dia andam falidos (porque muito do pessoal que sabe ler, não é parvo).

Em segundo lugar, em 1962 não existiam as “redes sociais”, e não havia a participação pública na política que hoje existe.

Em terceiro lugar: desde 1995, pelo menos, com Clinton, que existe uma política de apaziguamento em relação ao programa nuclear da Coreia do Norte. Vinte dois anos depois, a política de “afago” politicamente correcto em relação ao ditador coreano não deu qualquer resultado: pelo contrário, um país com um sistema totalitário em que o povo passa fome, desenvolveu a bomba de hidrogénio; e o Ferreira Fernandes compara, ou coloca no mesmo nível, Kim Jong-un e o Donald Trump.

É a merda do nacional-porreirismo.

Terça-feira, 19 Setembro 2017

As feministas da FEMEN levam porrada dos Maomerdas

Filed under: feminazismo,feminismo,Islamismo,islamização,islamofobismo,Islão — O. Braga @ 9:02 pm

 

As feministas do grupo FEMEN pensavam que os Maomerdas eram uma espécie de “católicos”.

E, vai daí, invadiram uma conferência dos Maomerdas em Paris, com as mamas à mostra. O resultado está à vista: verificaram que os Maomerdas não são católicos, porque expulsaram as feministas à porrada e ao pontapé.

 

A importação de imigrantes em barda não resolve o problema das pensões de reforma

Filed under: Alemanha,Angela Merkel,imigração,islamização,islamofobismo — O. Braga @ 10:43 am

 

É difícil encontrar uma coerência nítida na política; mas mais difícil é encontrar qualquer rastro de coerência na política da Alemanha de Angela Merkel.

Vemos neste vídeo aqui em baixo uma mulher alemã que pergunta a Angela Merkel por que razão as pensões alemãs são tão baixas quando comparadas, por exemplo, com as pensões de reformas na Áustria; e mais: as pensões alemãs não incluem acesso a um bom sistema de saúde, ao contrário do que acontece na Áustria.

 

Claramente, a solução encontrada pelos “liberais” alemães, apoiados pela esquerda neomarxista e multiculturalista, é a de importar mais muçulmanos, ditos “refugiados”, para financiarem as pensões de reforma na Alemanha.

Contudo, a experiência austríaca, por exemplo, revelou que 90% dos imigrantes Maomerdas não trabalham e vivem à custa das prebendas do Estado — e por isso é que a Esquerda pretende importar muçulmanos em barda: porque os imigrantes Maomerdas tendem a votar na Esquerda, uma vez que não gostam de trabalhar.

Ou seja, o argumento dos liberais para importação dos Maomerdas, não só é um argumento “furado”, como ainda piora a situação da disponibilidade financeira do Estado alemão para pagar as pensões de reforma.

Segunda-feira, 18 Setembro 2017

O Frei Bento Domingues é um porco

 

Eu tenho dito aqui do Frei Bento Domingues o que o Maomé nunca diria do toucinho, e por isso concordo com o que foi escrito aqui; mas o texto é benigno, em minha opinião.

papa-chico-comuna-webO problema que temos na imprensa portuguesa é o de que gente como o Frei Bento Domingues ou o Anselmo Borges não sofrem qualquer contraditório, têm as latrinas da opinião escatológica livres para a defecação ideológica que levam a cabo — porque gente que se diz “católica” e que têm acesso aos me®dia, como por exemplo Bagão Félix ou João César das Neves, acobardam-se (para não falar na própria Igreja Católica portuguesa que se manifesta através de um silêncio tumular).

Vamos ser directos: o Frei Bento Domingues é um porco.

O Frei Bento Domingues utiliza a lógica da Teoria Crítica aplicada à instituição da Igreja Católica.

O objectivo primevo da Teoria Crítica era o de “minar” todas as instituições da sociedade ocidental através de uma crítica “picareta”: criticar, criticar, criticar, sempre a criticar sem apresentar alternativas às instituições que existem. As instituições da civilização ocidental coincidiam com aquilo a que Karl Marx chamou de “super-estrutura”, que nada mais era senão o resultado da ética e a moral cristãs.

A mesma lógica da Teoria Crítica é utilizada pelo Frei Bento Domingues para “minar” a instituição que é a Igreja Católica: critica, critica, critica, e a alternativa que apresenta à instituição da Igreja Católica é a ausência de uma estrutura eclesiástica — ou seja, o porco defende, em termos práticos, o fim da Igreja Católica enquanto tal.

O João César das Neves escreveu um longo artigo em que pretendia demonstrar que o papa Chico não é marxista; e apenas demonstrou por que razão os economistas deviam restringir a sua opinião à economia.

O papa Chiquinho, o Frei Bento Domingues, o Anselmo Borges, por exemplo, partem de uma base ideológica que influenciou decisivamente o Concílio do Vaticano II : a chamada Nova Teologia que surge do pensamento de teólogos protestantes do século XX, como por exemplo, Karl Bath, Rudolf Bultmann ou mesmo Dietrich Bonhoeffer.

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Podemos descrever a Nova Teologia em sete pontos principais:

  1. A Nova Teologia tende a separar a fé, por um lado, da religião, por outro lado; e mesmo a contrapôr a fé à religião.
  2. A fé, segundo a Nova Teologia, pode e deve prescindir de todo e qualquer elemento sobrenatural.
  3. Deus não é transcendente — no sentido de ser uma substância ou uma realidade qualquer separada da Natureza e do mundo, e dotada de causalidade própria, podendo intervir nos acontecimentos do mundo e modificá-los.
  4. A transcendência negada a Deus (pela Nova Teologia) constitui, pelo contrário, a índole da realidade humana (influência do Existencialismo). “O transcendente não é um dever-ser infinito e inatingível (Deus), mas sim o homem próximo, determinado de vez em quando, e atingível”. → Bonhoeffer
  5. Jesus Cristo incorpora a noção de “transcendência” do ponto anterior.
  6. A Nova Teologia partilha o Milenarismo dos primeiros cristãos, mas tende a dar à escatologia um sentido puramente mundano (a utopia do Mundo Melhor, em que os seres humanos serão perfeitos e o Mal será erradicado do mundo: acontecerá, então, o paraíso na Terra).
  7. Com a negação do valor da religião, por um lado, e de todas as formas de culto religioso, por outro lado, a Nova Teologia tende a identificar-se ou com a ética (filosofia), ou com a política.


É claro que o João César das Neves não viu marxismo nenhum no papa Chicão, porque o marxismo dele está “escondido” (por assim dizer) na Nova Teologia; mas se analisarem bem as posições filosóficas e políticas do papa-açorda Chiquinho e dos cagalhões que o apoiam, verificarão que se baseiam claramente na Nova Teologia que sempre pretendeu destruir a Igreja Católica.

Por outro lado, a Nova Teologia está na base da formulação da Teologia da Libertação; quando o João César das Neves diz que o Chico “não segue o marxismo” da Teologia da Libertação, até pode ter aparentemente alguma razão; mas o burrinho não consegue ver que na base da Teologia da Libertação está o marxismo (panteísta, imanente, da esquerda hegeliana) previamente embutido na Nova Teologia.

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O Frei Bento Domingues e o Anselmo Borges — e o Chiquito —, e gente dessa laia, podem enganar meio mundo; mas não enganam o mundo inteiro. E nem de propósito, um texto acerca da posição do cardeal Müller em relação ao Chicozito:

O Cardeal Müller acusa o Papa Francisco de não basear sua autoridade magisterial numa teologia “competente”.

Incomoda ao cardeal que o papa pense que “a religião e a política são uma coisa só”. O Cardeal denuncia que o Papa se preocupa mais por “questões de diplomacia e poder do que pelas questões da fé”. A fé cristã deveria estar no centro e o Papa deveria ser simplesmente um “servo da salvação”.

Pois é!: a Nova Teologia não deixa o Chiquinho ser católico.

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