perspectivas

Quinta-feira, 22 Junho 2017

O Justin Trudeau sai ao seu pai Fidel, o que faz dele literalmente um filho-de-puta (1)

 

Há quem diga que o primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, é filho de Fidel Castro, não só porque a mãe do Justin era muitíssimo promíscua do ponto de vista sexual, mas também porque ela visitou várias vezes (sozinha) o Fidel em Cuba — e já não falando nas evidentes parecenças físicas entre pai e filho.

Os filhos da puta têm normalmente o azar de “sair muito ao lado do pai”.

Na primeira foto em baixo vemos o Fidel Castro na companhia da puta mãe de Justin Trudeau e com o seu filho ao colo. Na segunda foto vemos uma comparação entre o pai e o filho já adultos; e na terceira composição fotográfica vemos três comparações separadas pelo tempo. Quem disser que o Justin Trudeau não é filho de uma puta, é cegueta de todo.

No segundo verbete desta pequena série sobre o filho de uma grande puta promíscua que era a mãe do Justin Trudeau, iremos falar sobre a lei orwelliana C-16 que entrou em vigor no Canadá, que, em nome da liberdade, retira a liberdade ao povo canadiano.

jt-fidel-castro-web

Trudeau-Castro-crop-web

Trudeau-Castro-2-web

Se ser etnocêntrico é ser racista, então os negros e os muçulmanos são muito racistas

 

A Esquerda e o politicamente correcto (marxismo cultural) enganam o povo quando confundem propositadamente o racismo, por um lado, e o etnocentrismo e a xenofobia, por outro lado.

welcome-refugeees-gay-webTodavia, o etnocentrismo e a xenofobia são constantes culturais normais e inerentes a qualquer ser humano: todo o indivíduo — repito: todo o indivíduo, seja preto, seja branco, amarelo ou azul — tem uma tendência natural para se identificar com as normas da sua própria cultura, para a valorizar, e para rejeitar o outro nas trevas da barbárie.

Mas a Esquerda diz “que não”: diz que o “etnocentrismo”, quando expresso da parte do europeu, é sinónimo de “racismo”; ou seja, segundo a Esquerda, o europeu etnocêntrico é “racista”; mas (segundo a Esquerda) se o etnocêntrico for preto, já não é racista.

A ideia da Esquerda, ao estigmatizar o etnocentrismo europeu (mas já não o de outras culturas) classificando-o de “racismo”, é o de eliminar as identidades culturais dos povos europeus.


A teoria do racismo é outra coisa, diferente do etnocentrismo e da xenofobia (que é natural em qualquer cultura antropológica); a teoria do racismo apareceu muito recentemente na História do século XIX, por exemplo, com o “Ensaio sobre a desigualdade das raças humanas”, de Gobineau (1856) que exalta a raça ariana. 1


Quando a Esquerda portuguesa — por exemplo, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista, o Partido Socialista, e o Partido Social Democrata que fecha a Esquerda à direita — diz que “o etnocentrismo português ou europeu é a mesma coisa que racismo”, o que ela está a fazer é a tornar legítimo o próprio racismo.

Em vez de separar o etnocentrismo natural, por um lado, e o racismo, por outro lado, a Esquerda mistura os dois conceitos de tal forma que o próprio racismo passa a ganhar uma justificação racional na nossa cultura antropológica.

É uma questão de tempo e veremos (aliás, já está a acontecer na Europa!) que o racismo será justificado mediante a legitimação natural do etnocentrismo e da identidade cultural, e isto por culpa da Esquerda e do politicamente correcto em geral, uma vez que se misturam estes conceitos e reduzem todos eles ao “racismo”.


Nota
1. O racismo pode ser de “dominação”, que é aquele que justifica a exploração económica, como por exemplo, o apartheid na África do Sul; ou o racismo “diferencial”, de tipo nazi ou árabe-islâmico, que em que as outras raças não são assimiláveis nem inferiorizáveis e devem ser exterminadas.

Quarta-feira, 21 Junho 2017

A maior ameaça aos direitos humanos na Europa vem do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos"

 

Quando se trata de de defender os privilégios dos paneleiros, os artigos do Observador não são assinados. Ninguém sabe quem os escreve: escondem-se no anonimato.

gay-indoctrination-webO caso “Bayev contra a Rússia” do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" escuda-se por detrás da liberdade de expressão. Mas a liberdade de expressão tem limites, por exemplo, no que diz respeito à educação das crianças.

Por exemplo, fazer propaganda pornográfica nas escolas não faz parte do direito à “liberdade de expressão”.

¿O que é que o Observador nos pretende propositadamente esconder?

A resposta é dada pelo próprio acórdão do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" :

1/ em 3 de Abril de 2006, o parlamento [russo] adoptou a Lei de Protecção da Moralidade Infantil que proibia actividades públicas que tenham em vista, nomeadamente, a promoção cultural da homossexualidade junto das crianças.

2/ no dia 30 de Março de 2009, o senhor Bayev promoveu uma demonstração pública em frente a uma escola, exibindo duas faixas, uma delas tinha escrito “A homossexualidade é normal”, e outra faixa que tinha escrito “Tenho orgulho em ser homossexual”.


Ou seja, a lei a que me refiro no ponto 1 não proíbe a livre expressão dos paneleiros e da ideologia panasca em geral; a tal lei apenas proíbe a promoção cultural do apanascamento nas crianças.

Ainda assim, o paneleiro em questão fez questão de exercer “o seu direito à liberdade de expressão” através da promoção cultural do apanascamento em frente a uma escola — o que significa que, para ele, não estava de facto em causa a liberdade de expressão entendida em si mesma, mas antes o que estava em causa era a tentativa dele de tentar influenciar as crianças em relação à ideologia panasca.


school_bus

O artigo 78 do acórdão do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" diz o seguinte:

“(…) The [Russian] Government were unable to provide any explanation of the mechanism by which a minor could be enticed into “[a] homosexual lifestyle”, let alone science-based evidence that one’s sexual orientation or identity is susceptible to change under external influence. The Court therefore dismisses these allegations as lacking any evidentiary basis.”

Ou seja, o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos" diz que a propaganda paneleira junto das crianças não altera a “orientação sexual ou identidade sexual”. Mas, se isso é verdade, ficamos sem saber por que razão os invertidos fazem propaganda da ideologia apanascada nas escolas.

E mais: a ideia apanascada segundo a qual “o apanascamento é de origem genética” não tem qualquer base científica; mas o que o Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos", no fundo, vem dizer é que a ciência é uma merda.

A maior ameaça aos direitos humanos na Europa vem do Tribunal Europeu dos "Direitos Humanos".


O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica

Filed under: Frei Bento Domingues,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 11:05 am

 

Quando lemos um texto do Frei Bento Domingues, dá-nos a sensação de uma logomaquia: ele mistura propositadamente alhos com bugalhos, porque, no meio da confusão entre verdades e mentiras, ele tem a esperança de que absorvamos as ideias expostas de uma forma acrítica.

Em primeiro lugar, o Frei Bento Domingues tem uma obsessão com a “igualdade”.

Em matemática, a igualdade é a relação entre grandezas que permite que possam ser substituídas uma por outra.

É neste sentido que os igualitaristas ditos “católicos” — como são, por exemplo, Frei Bento Domingues ou Anselmo Borges — concebem a ideia de “igualdade”: os seres humanos e os respectivos sexos (ou as alegadas inúmeras “identidades sexuais”), são intermutáveis (podem ser substituídos uns por outros).

“Nos finais dos anos 60 do século passado, num curso de cristologia, dediquei algumas aulas a investigar, com os alunos, o contraste entre a atitude de Jesus em relação às mulheres e a sua permanente ausência nas grandes decisões de orientação da Igreja. As mulheres não tinham podido votar os documentos do concílio ecuménico Vaticano II, como também nunca tinham tido voz activa em nenhum outro Concílio. Um estudante, no debate, argumentou que, por isso, era um abuso falar de concílios ecuménicos, porque lhes faltou sempre a voz e o voto das mulheres cristãs”.

Frei Bento Domingues

Esta obsessão com a “igualdade” por parte do frade (que é característica da Esquerda) conduz inexoravelmente a sociedade a uma forma de totalitarismo mediante o controlo da linguagemcomo já está a acontecer no Canadá, por exemplo.

Ademais, é falso (Frei Bento Domingues é um mentiroso!) que Jesus Cristo tenha tratado as mulheres “em contraste com as grandes decisões da Igreja” — como afirma o frade. É mentira. Frei Bento Domingues mente!

O Frei Bento Domingues tem tamanha sapiência que se permite condenar as decisões de um papa que foi santificado pela Igreja Católica (João Paulo II). O Frei Bento Domingues considera-se acima dos santos da Igreja Católica.


A matéria em análise e em causa por parte do frade diz respeito à criação de “sacerdotisas” na Igreja Católica, tal como existiram sacerdotisas nas religiões pagãs. Aliás, o Frei Bento Domingues também é obcecado pelo paganismo, e pretende transformar o catolicismo em uma espécie de religião pagã.

sacerdotisas-web

“When my dad retired in 1976 at 74, the Church was still a male institution. It was still taken seriously.

Since the ordination of the first women in 1994, its make-up has changed quite drastically. Between 2002 and 2012, the number of female full-time clergy increased by 41 per cent while number of full-time male clergy dropped nearly at the same rate. Now women comprise one in five members of the full-time clergy and there are far more part-time clergy the majority of whom are women”.

Women clergy will be the death of the Church of England

Com a criação de sacerdotisas, a Igreja Anglicana está hoje praticamente morta.

A Igreja Anglicana é hoje uma Igreja “colorida”. Só lhe falta agora o “casamento” entre sacerdotisas lésbicas e sacerdotes gays para transformar a Igreja Anglicana em um grupo folclórico colorido. É isto que o Frei Bento Domingues gostaria de ver na Igreja Católica: um grupo folclórico pagão.

Portanto, temos que olhar para a realidade concreta (e não para utopia do Frei Bento Domingues) e, por exemplo, olhar para o que está a acontecer às igrejas protestantes com a criação de sacerdotisas; e retirar daí as respectivas conclusões.

“Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar!”

Não podemos ignorar a realidade em nome da utopia — a não ser em nome da malícia de um personagem melífluo e serôdio que entrou para o clero da Igreja Católica para ser do contra e do reviralho. O Frei Bento Domingues sempre tentou minar a Igreja Católica por dentro; não há pior inimigo da Igreja Católica senão aquele que opera no seu seio.

Domingo, 18 Junho 2017

Enquanto um primeiro-ministro não for assassinado, a classe política não muda

Filed under: Política — O. Braga @ 9:28 am

 

O incêndio de Pedrogão que já matou 43 pessoas é produto directo ou indirecto de uma classe política irresponsável e um sistema jurídico falido e ineficaz.

Não vale a pena falar sempre do mesmo: legislação penal ridícula para os incendiários que chega mesmo a protegê-los com “tratamento psiquiátrico”, uma Polícia Judiciária descapitalizada e sem recursos humanos e científicos, uma vigilância das florestas praticamente inexistente (reduziram os guardas-florestais e acabaram com os guarda-rios do tempo de Salazar).

Por falar em Salazar: já lhe temos saudades…

A situação só mudará quando um primeiro-ministro levar um tiro na cabeça. Quem tem cu tem medo. Só com o assassínio de um “cão grande” a classe política mudará alguma coisa.

Sábado, 17 Junho 2017

Luís Reis Torgal é um exemplo dos burros que formatam a cultura em Portugal

 

Vemos um texto que eu acharia inverosímil de ser escrito acerca de Fátima, da autoria de um tal Luís Reis Torgal.

Desde logo a ideia do escriba segundo a qual “a História não julga, mas procura a interpretação objectiva”.

Ora, “interpretar” pode ter vários sentidos (várias definições reais): 1/ pode ser “tornar claro”, encontrar um sentido escondido, dar uma significação; 2/ ou pode ser deformar, desfigurar — por exemplo, dar a um texto ou a um acontecimento histórico um sentido que ele não tem; 3/ ou abordar uma obra ou um acontecimento de maneira a exprimir-lhe sentido.

Qualquer leitura da História implica a valorização de um sentido que não pode ser dissociado das orientações ou mesmo dos ensinamentos do historiador.

Sendo a História escrita por homens, e sendo que “interpretar” é compreender de maneira nova e diferente a cada instante, é falsa a proposição segundo a qual “a História não julga, mas procura a interpretação objectiva”.

No texto, a politização do fenómeno de Fátima é levada a um nível próprio de um mentecapto:

“Ficou claro — porque a História não julga, mas procura a interpretação objectiva — que a mensagem de Fátima se foi modificando desde 1917, tendo sempre como limites a própria política do Estado e da Igreja. Por isso, se ela é nacionalista (recordem-se os cânticos que se continuam a entoar nos templos e nas procissões) e anti-comunista, nunca foi antifascista e nem sequer antinazi, apesar da guerra, das perseguições racistas e do Holocausto”.

Existe aqui uma falsa dicotomia própria dos estúpidos como o Torgal: o facto de se ser eventualmente anti-comunista, não significa que se seja automática- e necessariamente “faxista” e nazi.

Fernando Pessoa, que foi contra a Igreja Católica (que ele chamava de “Cristismo”, em vez de Cristianismo) , escreveu o seguinte:

Ao contrário do catolicismo, o comunismo não tem doutrina. Enganam-se os que supõem que ele a tem. O catolicismo é um sistema dogmático perfeitamente definido e compreensível, quer teologicamente, quer sociologicamente. O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema — o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós.

O comunismo não é uma doutrina porque é uma anti-doutrina, ou uma contra-doutrina. Tudo quanto o Homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é, de civilização e de cultura — tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem.”

→ Fernando Pessoa, “Ideias Filosóficas”

Ora, isto não significa que Fernando Pessoa apoiasse o “faxismo” de Mussolini: pelo contrário, desancou nele quanto pôde. O facto de se ser anti-comunista não significa que “tomaticamente” se seja “faxista”. Mas Torgal vê a coisa a preto e branco, em um maniqueísmo próprio do puritanismo gnóstico modernista.

O texto do Torgal é um absurdo. Por exemplo, confunde e mistura “acidente” com a “essência” de um fenómeno — quando diz que

“é indubitável que Fátima é, acima de tudo, um fenómeno político, de oposição da Igreja ao laicismo e ao anticlericalismo republicanos (recorde-se, porém, que não há anticlericalismo sem haver clericalismo)”.

Desde 1832 que não havia em Portugal “clericalismo” propriamente dito — ou seja, clericalismo como força política e económica organizada.

O “anti-clericalismo” da I república era fictício; foi uma necessidade republicana de criação de um inimigo interno, como sempre acontece com as revoluções. A revolução francesa matou mais gente em apenas um mês e em nome do ateísmo, do que a Inquisição em nome de Deus durante toda a Idade Média e em toda a Europa”. (Pierre Chaunu, historiador francês).

Em suma: ó Torgal!: vai a bardamerda!


ateismo-web

Sexta-feira, 16 Junho 2017

Freud era “surdo” em relação a música

Filed under: A vida custa,Cuidado que esta gente tem opinião! — O. Braga @ 5:47 pm

 

Se Freud vivesse hoje, não saberia distinguir uma música dos Pink Floyd, por um lado, de uma partitura de Bach, por outro lado; ou melhor dizendo, a distinção ser-lhe-ia difusa, imprecisa. Em linguagem popular, “Freud era muito duro de ouvido”.

A sensibilidade à música é uma forma de inteligência — a inteligência musical. Ninguém é perfeito, e Freud faltou-lhe essa forma de inteligência.

De um modo semelhante, ao Ludwig Krippahl falta-se a sensibilidade em relação a Deus que também é uma forma de inteligência — diria eu, a inteligência espiritual.

Falar com o Ludwig Krippahl acerca de “Deus” é a mesma coisa que falar com Freud acerca de música. Pura perda de tempo.

A nossa luta contra o Chico e seus sequazes como o Anselmo Borges, “¡es una lucha a muerte!”

Filed under: Anselmo Borges,Igreja Católica,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 10:41 am

 

papa-freak-webO papa Chiquinho nomeou os novos membros da Pontificia Academiae Pro Vita ou, em português, Academia Pontifica Para a Vida, que lida com assuntos relacionados com a bioética, como, por exemplo, o aborto.

O Chico teve a preocupação de excluir a esmagadora maioria dos membros da Pontificia Academiae Pro Vita nomeados pelo Papa João Paulo II, e pelo Papa Bento XVI. E mais: pela primeira vez, um papa nomeia para a Academia um “teólogo anglicano” (Nigel Biggar) que se declara publicamente a favor do aborto e a favor da eutanásia.

Além disso, o Chico burrico anunciou os novos estatutos da Pontificia Academiae Pro Vita, segundo os quais deixa de ser necessário aos seus membros respeitar os ensinamentos da Igreja Católica a favor da vida humana — o que significa, por exemplo, que a Catarina Martins poderia perfeitamente fazer parte da Pontificia Academiae Pro Vita com os novos estatutos aprovados pelo Chico burrico.

É neste contexto que o Anselmo Borges escreve:

“Não tem razão quando exige uma reforma profunda na Cúria Romana, que tem de estar ao serviço da Igreja universal? Não tem a Igreja de respeitar no seu seio os direitos humanos, que não pode pregar apenas para fora, nomeadamente o direito à liberdade de pensamento e de expressão? Não tem razão ao deixar campo livre à missão dos teólogos para poderem investigar?”

Para o Anselmo Borges e o Chico, “respeitar os direitos humanos” é liberalizar o aborto, por exemplo; e “o direito à liberdade de pensamento e de expressão” é poder defender o aborto livre e a eutanásia no seio da própria Igreja Católica, neste caso na Pontificia Academiae Pro Vita fundada pelo Papa João Paulo II em 1994. É esta a “investigação dos teólogos”, segundo o Anselmo Borges. Ou seja, estamos perante mais uma filha-da-putice do Anselmo Borges e do seu guru, o Chico burrico.

O caso do Anselmo Borges é uma desgraça; a pessoa Anselmo Borges, em si mesma, é uma desgraça. Propõe ele, alegadamente para que se salve a Igreja Católica ou para o seu “progresso” (como se o progresso fosse uma lei da natureza), a destruição progressiva da Igreja Católica — é um caso típico da estupidez humana segundo Cipolla.

A nossa luta contra o Chico e seus sequazes como o Anselmo Borges, “¡es una lucha a muerte!”.

Nós somos hoje a contra-cultura.

O Anselmo Borges faz parte da cultura dominante e integra o “sistema”. “Em um tempo (como é o nosso) em que a rebelião é a nova ortodoxia, a antiga ortodoxia é, de facto, a única rebelião que resta” (G. K. Chesterton).


marcel-lefebre-web

Quinta-feira, 15 Junho 2017

Os grandes paneleiros e fufas têm a sociedade e a cultura controladas

Filed under: Homofascismo,Homofobismo,homossexualismo — O. Braga @ 6:44 pm

 

Imaginem que uma menina de 8 anos é maquilhada e vestida com lingerie, e exibida em uma passarela a que assistem homens heterossexuais. E depois imaginem que algumas revistas para homens escrevem artigos laudatórios acerca da menina e dos seus pais, declarando-a “nova estrela” do circuito de exploração sexual de crianças.

Esta imagem que estão a ver aqui em baixo não é a da menina de 8 anos de que falei acima: em vez disso, é uma fotografia de um menino de 8 anos que é aplaudido pela comunidade LGBT (Lesbian-Gay Bullying Totalitarian) como a nova revelação “Drag Queen”, que se passeia nas passarelas de clubes nocturnos, com o apoio dos próprios pais do menino, e para a gratificação sexual de um punhado de adultos.

lactacia-web

Se fosse uma menina de 8 anos sexualmente explorada por homens heterossexuais, seria um escândalo social. Mas como é um menino de 8 anos sexualmente explorado por grandes paneleiros e fufas, não se passa nada: é tudo normal.

 

¿O que é que o Anselmo Borges dirá destas imagens colhidas na Irlanda?

Filed under: A vida custa,Anselmo Borges — O. Braga @ 4:00 pm

 

¿Que “a tecnologia é mentirosa”?¿Ou que é uma ilusão de óptica causada pelos telemóveis?

 

Ele dirá certamente — conforme o Maligno representado pelo papa Chico — de que não se trata de um “fenómeno físico”, mas de uma “visão subjectiva”. Ou seja, segundo o Anselmo Borges, os telemóveis já são tão sofisticados que filmam visões pessoais interiores e subjectivas.

Por esta e por outras é que o Anselmo Borges (e o Frei Bento Domingues) mete nojo aos cães. Naturalmente que ele dirá que aqueles milhares de pessoas eram “todas maluquinhas, coitadinhas…!”. “Até os telemóveis estavam maluquinhos, naquele dia… Cambada de doidos que viram o sol girar sobre si mesmo… telemóveis malucos que gravaram factos deturpados”.

E a seguir o Anselmo Borges vai escrever um novo livro com o título: “Cuidado com os enganos dos telemóveis!”, para satisfazer a egologia cientificista da Esquerda.

Em memória de Laurie Bird

Filed under: A vida custa,suicídio — O. Braga @ 8:00 am

 

laurie-bird-web

lauri-bird-2-web

1953 – 1979

Terça-feira, 13 Junho 2017

Quando leio o que escreve a Fernanda Câncio, apetece-me muito ser racista

Filed under: Fernanda Câncio,marxismo cultural,politicamente correcto — O. Braga @ 7:20 pm

 

A esmagadora maioria dos jovens do bairro de S. João de Deus, no Porto, não passou do ensino secundário; não chegou à universidade; mas não era constituída por pretos.

E quando leio o que escreve a Fernanda Câncio, apetece-me (muito mesmo) ser racista.

bjd-porto-web

Imagem daqui.

Página seguinte »

Create a free website or blog at WordPress.com.