perspectivas

Quarta-feira, 30 Setembro 2009

O “Caso Polanski” e a elite cultural psicopata

Quando as elites culturais se movimentam em determinado sentido, podemos constatar as tendências da cultura em um futuro muito próximo. O caso de Roman Polanski é paradigmático.
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Sábado, 1 Agosto 2009

Lituânia: um exemplo a seguir

No dia 14 de Julho p.p., o parlamento da Lituânia aprovou duas leis que deveriam servir de exemplo a um futuro governo de Portugal: uma lei de restrição orçamental em relação a despesas supérfluas do Estado, e uma lei que proíbe a propaganda gayzista nos me®dia. A segunda lei, chamada de “protecção de menores”, que foi aprovada no parlamento lituano apenas com 6 votos contra, limita a propagação de informação que possa causar dano à população mais jovem. Por exemplo, a violência gráfica, instruções de como construir explosivos, a apresentação do uso de drogas numa perspectiva positiva, a pornografia, são alguns aspectos da lei lituana de “protecção de menores”.

Contudo, o aspecto que mais protestos levantou no lóbi gay que comanda a União Europeia, foi o aspecto da lei lituana que restringe a informação nos me®dia que promova as relações homossexuais, bissexuais e poligâmicas.

O primeiro ministro da Lituânia, Andrius Kubilius, reagiu às alegações da União Europeia gayzista sobre “discriminação” e “violação de direitos humanos” ao explicar que não se trata de nenhuma discriminação: ele propõe o banimento de qualquer tipo de propaganda nos me®dia que promova qualquer tipo de relacionamento sexual entre pessoas menores de idade, isto é, a lei é dirigida à protecção de todos os menores, independentemente da “orientação sexual”.

A Lituânia tem apenas 3,3 milhões de habitantes, sendo que 95% são católicos. Várias sondagens na opinião pública revelam um esmagador apoio à lei de “protecção de menores” promovida pelo governo de Andrius Kubilius.

(Fonte)


Em contraste com o governo da Lituânia, José Sócrates pretende distribuir preservativos nas escolas a miúdos de 12 anos, promover a homossexualidade aculturada na escola primária, e através do “casamento” gay transformar o acto homossexual num princípio moral — para além de defender a adopção de crianças progénitas e não-progénitas por duplas de gays, como se pode ver na imagem abaixo respigada de um inquérito no Público:

A ler:


Email me (espectivas@nullgmail.com)

Quarta-feira, 8 Julho 2009

Para Sarah Fawcett, o HPV foi fatal

Sara Fawcett

Sara Fawcett

Sarah Fawcett foi vítima do HPV, também conhecido como Vírus Papiloma Humano que é transmitido por via sexual. Contra o HPV, os preservativos não têm qualquer eficácia na protecção porque este vírus transmite-se através do simples contacto com a pele durante as relações sexuais.

Só nos Estados Unidos, um estudo efectuado revelou que uma em quatro mulheres, com idades entre os 14 e os 59 anos, estão infectadas com o HPV, ou seja, mais de 25 milhões de mulheres americanas.

A probabilidade destas mulheres poderem vir a desenvolver o cancro anal ― que foi a causa da morte de Sarah Fawcett ― ou o cancro do útero ou mesmo o cancro oral, acentua-se dramaticamente a partir dos 50 anos de idade. Noventa e nove porcento dos casos de cancro uterino deve-se à infecção com o HPV.

As vacinas contra o HPV apresentam vários inconvenientes:

Portanto, a melhor e única maneira de evitar a transmissão do HPV é através de uma cultura de estabilidade nas relações sexuais.
É isto que José Sócrates e a “ministra-sinistra” deveriam mandar ensinar às nossas crianças, em vez de distribuírem preservativos nas escolas que não são eficazes na prevenção da infecção com o HPV, ou defenderem as vacinas contra o HPV em crianças com 9, 10 ou 11 anos ― o que é criminoso.

Quarta-feira, 20 Maio 2009

A copralalia pedagógica da ‘educação sexual’ da professora de Espinho

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Sexta-feira, 15 Maio 2009

O excesso de álcool causou danos cerebrais permanentes em Vasco Pulido Valente

A ler: Premature Sex Destroys Little Girls and Little Boys


Quando se defende a distribuição de preservativos nas escolas a crianças a partir dos 11/12 anos de idade, não se está a prevenir nada senão a incentivar o sexo entre faixas etárias diferentes dentro da escola. O argumento de VPV na TVI segundo a qual “o sexo cada vez começa mais mais cedo” é ele mesmo uma obscenidade, porque é o reconhecimento de que a idade de consentimento sexual terá que baixar para os 10 ou 11 anos de idade ― como já acontece na Holanda. Em termos objectivos, VPV admitiu implicitamente que a pedofilia poderá vir a ser legalizada no futuro.
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