perspectivas

Segunda-feira, 4 Novembro 2019

O nacionalismo é a defesa da nação

einstein-estupidez-webEnquanto agenda política monárquica for influenciada por gente como o João Távora — pobre causa!; não vai longe…!

Escreve o João Távora :

« O socialismo é a aposta no conflito entre classes sociais (e seus derivados). O nacionalismo é a aposta no conflito entre uma nação e os forasteiros. Tem de haver qualquer coisa no meio para as pessoas razoáveis».

Já me aconteceu perguntar-me se o João Távora tem os neurónios todos interligados… por exemplo, quando ele compara o “socialismo”, por um lado, com o “nacionalismo”, por outro lado — como se fossem coisas comparáveis.

Vivemos num tempo muito triste e sombrio, em que quem gosta da sua nação é diabolizado por gente com QI infra-humano. Gente como o João Távora deve ser afastada da Causa Monárquica.


A nação  é uma comunidade natural em que cada indivíduo se inscreve em função do seu nascimento, da existência de uma História, de uma língua e de uma cultura antropológica comuns.

A nação  não é a mesma coisa que Estado .


Afirmar que a “defesa da nossa comunidade” (a defesa da nação) significa necessariamente “conflito com forasteiros”, não é só estúpido em si mesmo: é também fazer de todos nós, estúpidos.

2 comentários »

  1. Muitos teimam em não entender(ou uns não podem e outros não querem,inclusive “altos quadros” da dita sociedade civil ou militar) isto https://www.epochtimes.com.br/globalismo-ideologia-hibrida-seculo-xxi

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    Comentar por Martim Moniz — Quarta-feira, 6 Novembro 2019 @ 2:54 pm | Responder

  2. “O globalismo é a ideologia da globalização, a crença de que existe (ou tende a existir) uma entidade global, acima da realidade social e política do presente, criada pelas interacções globais, e que condiciona ou determina a vida das sociedades políticas e, em última análise, dos cidadãos. Esta entidade não tem uma expressão real, e a influência que exerce sobre as pessoas e as instituições não tem uma origem precisa e identificável. Trata-se, pelo contrário, da ampliação da sociedade civil para uma sociedade global, “funcionando” aqui uma metafísica semelhante à que explica os costumes e o direito natural nas sociedades civis. Nesta perspectiva, as sociedades políticas actuais deixariam de existir, pelo menos na sua configuração do presente, ou transformar-se-iam radicalmente, no fim do processo, em benefício de uma sociedade global. Voltaremos a este assunto adiante, numa posição essencialmente discordante.” (do artigo a seguir linkado,por um dito “alto quadro” militar, https://www.revistamilitar.pt/artigo/1221 ,no decorrer do artigo o autor até chega a aflorar o essencial mas,como eu disse no coment anterior,teima em não entender completamente,pelo menos à data do artigo que é de novembro 2017)

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    Comentar por Martim Moniz — Sexta-feira, 8 Novembro 2019 @ 9:58 am | Responder


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