perspectivas

Terça-feira, 25 Junho 2019

A instrumentalização da ciência por parte da ideologia; ou a estupidez do Mealha Estrada


“¿Acreditas no que os teus olhos mentirosos vêem, ou naquilo que eu te digo?”

(Groucho Marx)


Vemos aqui um texto de um tal Miguel Mealha Estrada (nome alentejano, aposto) que é o exemplo da manipulação da ciência por parte de uma ideologia política — assim como o conceito nazi de “Untermensch” é pura manipulação ideológica da ciência.

O Mealha Estrada é um “nazi ao contrário”.

A existência de ideologias perigosas e desumanas não justifica que se escamoteie ou que se suprima a verdade científica.

O Mealha Estrada fala em “eugenia”. Vemos, por exemplo, um caso de uma mulher britânica a quem o Estado impôs o aborto contra a vontade da própria:

“London, England, Jun 21, 2019 / 11:15 am (CNA).- A British judge has authorized doctors to perform an abortion on a pregnant Catholic woman with developmental disabilities and a mood disorder, despite the objections of the woman’s mother and the woman herself. The woman is 22 weeks pregnant”.

A “eugenia” é um fenómeno cultural que teve origem na “Esquerda progressista” (defensora de um Estado plenipotenciário) e no puritanismo esquerdopata — desde os intelectuais puritanos progressistas ingleses do princípio do século XIX (por exemplo, Bernard Shaw era um eugenista confesso), até à escola filosófica de Margaret Sanger nos Estados Unidos que esteve na origem do Planned Parenthood.


O eugenismo é um fenómeno cultural de Esquerda.


A negação da existência de diferentes raças é tão psicótica quanto o é a afirmação inequívoca da superioridade de uma qualquer raça em relação a outras.

Por exemplo, as tribos Germânicas que invadiram e destruíram o império romano eram consideradas pelos romanos (por exemplo, por Santo Agostinho) “bárbaras e incivilizadas” — e, por isso, inferiores aos romanos. Mas foram os descendentes dessas tribos Germânicas (ditas “bárbaras”) que foram decisivos no desenvolvimento da ciência na Europa a partir do século XVIII (a partir do século XVII, o centro da Europa passou de Roma para Londres e Berlim).

Portanto, a ideia segundo a qual “uma determinada raça é superior a outra” é, no mínimo, discutível.

Mas que existem raças, é uma evidência irrefutável: só o Estrada Mealha não vê. Aliás, um dos dois cientistas responsáveis pela descoberta do ADN — o americano James Watsonfoi condenado na praça pública pelo politicamente correcto e por estúpidos da laia do Mealha Estrada, exactamente porque afirmou a realidade científica (genética, sociológica e cultural) das diferentes raças.

Ademais, aconselho a leitura do livroThe Bell Curve escrito pelos cientistas Richard J. Herrnstein e Charles Murray, em que se demonstra a diferença entre raças (o que não significa necessariamente “superioridade de uma raça sobre outra”).

O Mealha Estrada é o protótipo do estúpido esquerdopata que fala em nome da ciência.


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