perspectivas

Segunda-feira, 18 Fevereiro 2019

O hiper-machismo do puritano Pureza

Filed under: Bloco de Esquerda,Esquerda,feminazismo,marxismo cultural — O. Braga @ 8:10 pm

 

Talvez o mais repugnante na Esquerda — por exemplo, no Bloco de Esquerda — é a utilização da defesa da “justiça” para a instituição (inconfessa, oculta) de um sistema político totalitário. Ou seja, a justiça é (politicamente) utilizada contra si mesma.

Revisitemos uma frase célebre de Edgar Morin (ex-comunista, por sinal):

« (…) a lógica do liberalismo político leva-o a tolerar ideias ou movimentos que têm como finalidade destruí-lo. A partir daí, perante a ameaça, o liberalismo está condenado, quer a tornar-se autoritário, isto é, a negar-se ― provisória ou duradouramente ― a si mesmo, quer a ceder o lugar à força totalitária colocada no poder por meio de eleições legais (Alemanha, 1933) » .


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É exactamente essa “lógica do liberalismo político” que é explorada até ao limite do irracional pelo Bloco de Esquerda — como faz aqui, por exemplo, o puritano Pureza.

Trata-se de gente desonesta e repugnante, que generaliza quando lhes convém, por um lado, e por outro lado adoptam posições anti-científicas contra a categorização da realidade quando lhes dá mais jeito. E esta ambivalência ideológica (Estimulação Contraditória) tem como objectivo político a edificação de uma cultura de ambiguidade e de relativismo ético, que é o ambiente cultural ideal para a aceitação massiva e resignada de um sistema político totalitário.

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O que o puritano Pureza não diz (ou esconde), por exemplo, é que a violência doméstica não tem só um sentido; e que a mulher (na esmagadora maioria dos casos) ganha menos do que o homem por opção própria (porque convém à mulher trabalhar menos). Esta vitimização artificial e exacerbada da mulher tem como objectivo virar as pessoas umas contras as outras, dividir para reinar, criar uma anomia e uma atomização social no sentido da instituição de um novo tipo de totalitarismo.

De resto, vemos como as posições políticas do Bloco de Esquerda em relação às mulheres coincidem exactamente com as dos plutocratas globalistas — servem-se de uma pretensa “justiça” para instituírem a maior das injustiças em relação às mulheres, que é a de proclamar um híper-machismo sub-reptício, e em nome de um pretenso e alegado “anti-machismo”.

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Não há outra forma de combater o Pureza (o comunista-tipo, ou o fiel executante dos propósitos e dos ideais burgueses) senão fazer o que o Edgar Morin sugere: utilizar a força bruta contra ele e os da sua (dele) laia — porque a desonestidade intelectual (o intelectual, esse típico representante da burguesia) é de tal forma monstruosa que se torna impossível combatê-la com meros argumentos racionais.

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