perspectivas

Terça-feira, 31 Outubro 2017

Lutero foi um homicida, e suicidou-se

Filed under: Lutero,papa Chico,papa-açorda — O. Braga @ 5:28 pm

 

“O Dr. Dietrich Emme, em seu livro: "Martinho Lutero – sua juventude e os seus anos de estudos, entre 1483 e 1505", Bona, 1983, afirma que Lutero entrou no Convento só para não ser submetido à justiça criminal, cujo resultado teria sido, provavelmente, a pena de morte, por ter matado em duelo um seu colega de estudos chamado Jerónimo Buntz.

(…)

Lutero tinha um temperamento extremamente mórbido e neurótico. Depois de sua revolta contra a Igreja, a sua neurose atingiu os limites extremos. Estudos especializados lhe atribuem uma "neurose de angústia gravíssima", do tipo que leva ao suicídio (Roland Dalbies, em "Angústia de Lutero").

O suicídio de Lutero é afirmado tanto por católicos como por protestantes.”

Martinho Lutero, homicida e suicida

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7 comentários »

  1. O fato de Lutero ter sido um homicida ou suicida, não invalida a grande obra reformista que ele fez na Igreja Cristã, pois se formos falar de crimes a santa Sé está cheia!

    Comentar por Ranieri Araujo — Terça-feira, 31 Outubro 2017 @ 6:04 pm | Responder

    • Enfim, a típica propaganda protestante que anda há meio milénio a distorcer gravemente a verdade histórica e a envenenar a razão humana; a mesma que se metamorfoseou, por um lado, numa prodigiosa miscelânea de seitas de analfabetos e, por outro, sucessivamente na maçonaria, no livre “pensamento” (livre de tudo, principalmente da verdade), no “iluminismo”, no republicanismo, na revolução franciu, no marxismo, no fascismo, no modernismo e no pós-modernismo. Com uma constante, porém: conspirando e atentando sempre contra a Una Santa Católica Apostólica Igreja, a Igreja de Pedro, a única que Cristo fundou.

      Quantas almas se terão perdido e continuarão a perder como consequência da superstição, da mentira, do orgulho e da soberba do Arqui-Heresiarca? QUE SEJA ANÁTEMA!

      Comentar por Simão Thomaz de Vilhena — Terça-feira, 31 Outubro 2017 @ 8:02 pm | Responder

    • Se você acha que “a obra de Lutero é grande”, é problema seu. O que nós, como católicos, temos direito é de não seguir a “grande obra” de um indivíduo que pautou a sua “teologia” pela apologia da irracionalidade.

      Comentar por O. Braga — Terça-feira, 31 Outubro 2017 @ 8:37 pm | Responder

      • João XII foi um Papa que “elevou sua santidade às alturas”. Ele cegou e matou um cardeal, castrou outro e dormiu com a mãe. Existem relatos históricos antigos que contam como o Papa João XII torturava os cardeais e subordinadas que lhe contrariavam. Num desses castigos, o “santo padre” matou um desafeto e, não satisfeito, retirou toda a sua pele, deixando o corpo na carne viva. Outras histórias contam que, além de dormir com as prostitutas de seu pai, João XII foi capaz de manter relações com sua própria mãe.

        O pontifício teve uma morte no mínimo adequada. Enquanto fazia sexo com uma mulher casada, foi surpreendido pelo marido traído que o matou ali mesmo, durante o ato.

        O Papa Bento IX era conhecido pela cúpula católica por seu estranho costume de fazer sexo com animais, como cabras e cavalos. Além disso, mantinha relações sexuais com sua irmã de 15 anos, e a obrigava a se deitar com outros homens (vários ao mesmo tempo), enquanto assistia e “abençoava” a orgia.

        Alguns anos depois do início de seu papado, Bento IX renunciou para casar-se com sua prima, que por sinal abandonou algum tempo mais tarde.

        Comentar por Ranieri Araujo — Segunda-feira, 6 Novembro 2017 @ 1:31 am

      • Eu percebo que a sua posição seja frágil, e por isso você recorra a comparações estúpidas.

        Mesmo partindo do princípio que a descrição que você faz dos papas é verdadeira — o que não é o caso! —, você não deve comparar um papa (que, basicamente, é um sacerdote e um político), por um lado, com um precursor de uma nova doutrina religiosa, por outro lado.

        Só um idiota compara Jesus Cristo (que foi precursor de uma nova doutrina religiosa), por exemplo, com um papa qualquer.

        Poderíamos comparar Lutero, que foi precursor de uma nova forma de ver o Cristianismo, com Santo Agostinho, por exemplo, que formatou a Igreja Católica. Mas comparar Santo Agostinho com um papa qualquer é uma idiotice.

        Lutero não foi apenas um sacerdote, ou apenas um monge. Lutero estabeleceu as bases teológicas de uma doutrina religiosa. Lutero não pode ser comparado a um papa qualquer, porque o papado é fundamentalmente um cargo político. A sua comparação é absurda.

        Comentar por O. Braga — Segunda-feira, 6 Novembro 2017 @ 9:29 am

  2. Argumento meramente ad hominem.

    Martinho Lutero foi um monge do século XVI a procura da paz espiritual. A experiência, porém, que finalmente lhe trouxe resposta aos anseios religiosos, contrapunha-se totalmente a dogmática e a política eclesiástica católica. Enquanto Lutero enfatizava a graça divina, o catolicismo enfatizava o mérito. A mensagem do Reformador alemão era a de que o homem é justificado diante de Deus pela fé somente. As verdadeiras boas obras seriam conseqüência e não causa da salvação.

    No início, Lutero queria apenas compartilhar com as pessoas a experiência que tivera, mas quando a sua mensagem parecia contestada pela venda de indulgências, o seu protesto ganhou maior intensidade.

    A imprensa, recém inventada, permitiu uma ampla difusão para os pronunciamentos de Lutero. Ele alcançou a adesão de outros religiosos e o apoio de príncipes insatisfeitos com Roma. Ao mesmo tempo, na Suíça, Ulrich Zwingli, sem nenhuma dependência intelectual de Lutero, chegava a conclusões semelhantes às do Reformador Alemão. Em momento posterior, João Calvino, que pretendia dedicar-se apenas ao trabalho intelectual, terminou por ser o grande líder da Reforma na Suíça após a morte de Zwingli.

    A reação católica à Reforma logo se fez sentir. Inicialmente, houve uma forte política de repressão, o que implicou a reativação dos dias cruéis da Inquisição. Depois do surgimento da “Companhia de Jesus” e do Concílio de Trento, porém, houve uma reação intelectual mais sistemática.

    Entre a Reforma e o catolicismo, encontramos a controvertida figura de Erasmo. Em um primeiro momento, ele criticou a igreja por sua decadência moral e elogiou Lutero. Posteriormente, diante da repressão católica e das posições mais ousadas de Lutero, ele recuou. A Contrarreforma condenou muitas opiniões de Erasmo, levando muitos humanistas a adotarem a fé calvinista.

    Thomas More, apesar de ser um humanista e imaginar um mundo regido pela solidariedade humana, não se limitou à polêmica com William Tyndale na sua reação ao protestantismo, mas também favoreceu a repressão e a tortura de protestantes nos tempos católicos de Henrique VIII.

    A Companhia de Jesus promoveu a educação religiosa católica e catequese dos pagãos como forma de “imunização” contra o protestantismo. Muitas técnicas pedagógicas foram desenvolvidas nesse período e a arte barroca alcançou o auge de seu desenvolvimento.

    Os protestantes, mais interessados nos temas bíblicos, liberaram a natureza da tutela religiosa, possibilitando maior liberdade para a pesquisa científica. Após um certo tempo, isso gerou uma crescente secularização, cujo aspecto ideológico não foi favorável ao próprio protestantismo.

    Os católicos, por sua vez, mantiveram a perspectiva cosmológica, o que os levou a um maior aprofundamento de temas como o do Direito Natural. É verdade que havia um Direito Natural dos protestantes (Grócio, Locke, Althusius), mas era um Direito Natural de fundamentação humanista. O Direito Natural de inspiração católica tinha fundamentos cosmológicos.

    “Concluímos, pois, que o homem é justificado pela fé sem as obras da lei.” – Apóstolo Paulo. Epístola aos Romanos, capítulo 3, versículo 28.

    Comentar por Cinéfilo Realista (@cinefrealista) — Terça-feira, 31 Outubro 2017 @ 9:24 pm | Responder

    • Você está enganado: o argumento não é ad Hominem porque se trata de uma conclusão de um raciocínio, e não de uma posição a priori acerca de alguém. Você tem falta de prática.

      Eu não posso aceitar que um homicida e suicida me venha dar noções de teologia e de fé. ¿Entendeu? É neste sentido que o argumento não é ad Hominem.

      Por exemplo: se você é burro, então se alguém disser que você “é burro” não se trata de um argumento ad Hominem, mas antes trata-se de uma conclusão lógica baseada em factos reais.

      Você pode escrever um livro inteiro, que nunca irá apagar a realidade: Lutero foi um homicida e um suicida, e por isso ele não merece ser referência ética e religiosa para ninguém com um mínimo de razoabilidade e de inteligência.

      Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 1 Novembro 2017 @ 9:30 am | Responder


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