perspectivas

Sexta-feira, 11 Agosto 2017

A Esquerda é burra que nem uma porta

 

Quando olhamos para a realidade e teimamos em negá-la; ou quando não temos a noção do que é um juízo universal → somos burros que nem uma porta de um quintal.

« Atheism turns out to be too simple. If the whole universe has no meaning, we should never have found out that it has no meaning. »Clive Staples Lewis


gender-studies-webÉ claro que há mulheres pedem meças com muitos homens em áreas como a engenharia ou a informática — assim como há mulheres que correm muito mais rápido do que a maioria dos homens (juízo universal).

Mas ficou claro para mim que o memorando do engenheiro da Google, James Damore, referiu-se às características dos homens e das mulheres em termos de juízo universal: são as excepções que confirmam a regra, por um lado, e por outro lado são as excepções que tornam um determinado assunto objecto de ciência.

Se visitarmos as instalações da Google em Nova Iorque, por exemplo, mais de 90% dos engenheiros informáticos são homens brancos ou asiáticos (problema do QI); e quando James Damore constatou um facto, foi despedido da Google. Ou seja, a própria Google quer esconder a realidade para não ofender os burros da Esquerda.


O Ludwig Krippahl escreve o seguinte:

Até aos anos 80, a proporção de mulheres na informática cresceu a par com as outras áreas, chegando aos 35% antes de começar a cair conforme a informática deixou de ser uma disciplina académica para se tornar numa profissão de engenharia bem remunerada”.

Não sei a idade do Ludwig Krippahl — mas ele só pode estar a brincar.

Os primeiros PC’s com o sistema DOS da Microsoft só apareceram em meados da década de 1980; em 1989, 99% das empresas europeias não utilizavam ainda o sistema Windows: a informática empresarial era dominada pelos computadores da IBM que eram do tamanho de um automóvel. Eu sei isto por experiência própria; quando, em 1989 comprei o meu primeiro computador Desktop com sistema DOS, chamaram-me maluco: “¿Para que serve essa merda?!”.

Portanto, é impossível que “até aos anos 80 a proporção de mulheres na informática” tivesse crescido “a par com as outras áreas, chegando aos 35%” — em primeiro lugar, porque o mercado da informática era minúsculo até meados da década de 1980; insignificante mesmo. Em segundo lugar, porque tanto a Apple como a Microsoft, e mesmo a IBM, iniciaram as suas actividades informáticas comerciais com geeks rapazolas, e não com mulheres. Isto é um facto irrefutável.

A seguir, o Ludwig Krippahl diz que a maior apetência dos homens pelas matemáticas, pelas engenharias e pela informática, se deve “a milhões de anos de competição violenta entre machos por causa das fêmeas”.

Em hebreu antigo, “hawa” significa “que dá a vida”, e significava “mulher”. Vem daí o nome “Eva”, metaforicamente a primeira mulher. Ora esta característica de “dar a vida” é independente da “evolução” dos hominídeos em particular → porque está presente em todas as fêmeas dos mamíferos, e mesmo em algumas espécies “menos evoluídas” do reino animal.

Os homens e as mulheres são tão diferentes entre si que até as bactérias que existem nos respectivos sistemas digestivos são diferentes neles e nelas. Investigadores de uma universidade australiana verificaram que, determinadas bactérias, como por exemplo o streptococcus, o lactobacillus e o clostridium, comportam-se modo diferente nos homens e nas mulheres.

Ou seja, em termos de tratamento médico, uma determinada maleita bacteriana tem que ser combatida de forma diferente nos homens ou nas mulheres!

 


pigmeus-webPorém, reduzir as características dos homens e das mulheres à “evolução”, é uma burrice de todo o tamanho.

A velha ideia de que um galo existe só para “cobrir” a galinha que, por sua vez, existe apenas para pôr ovos no sentido da “evolução”, é uma ideia um pouco ridícula quando aplicada à galinha, e ainda é mais absurda quando alargada aos seres humanos.

Quando a sociobiologia descreve por exemplo, a relação entre homem e mulher com uma “guerra eterna dos sexos”, na qual homem e mulher procuram reproduzir-se à custa um do outro — com isso não se pretende sancionar a desagregação cultural da família humana (embora, em termos práticos na cultura antropológica, é isso que acontece). Procura-se explicar o facto de um homem ser estimulado para a infidelidade pelos seus genes e quais as causas desse facto: a mulher — a “Hawa” do hebreu antigo — tem sempre a certeza no que diz respeito ao parentesco com os seus próprios filhos; mas o mesmo já não acontece com o homem. Por isso, na sua vida, o homem lança entre 200 e 500 milhões de espermatozóides, ao passo que a mulher produz apenas 400 óvulos em toda a sua vida porque tem uma maior certeza na luta pela transmissão dos seus genes.

Mas em outras espécies, a evolução de que fala o Ludwig Krippahl não é a favor do macho. Por exemplo, os machos das abelhas, os zangãos, têm a rara “sorte” de poder acompanhar a rainha no seu voo de acasalamento, e então explodem literalmente no ar, justamente no momento em que ela está pronta para recebe-los: ele explode, catapultando messe momento os seus órgãos genitais para o interior dos dela, transmitindo assim os seus genes.

Mas temos que convir que nos animais superiores, por exemplo, nos mamíferos, já não acontece uma submissão tão literal à transmissão genética; e no ser humano existe a cultura antropológica, o que não existe em todo o resto do reino animal.

 

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