perspectivas

Segunda-feira, 29 Maio 2017

A “cultura da violação” das esganiçadas do Bloco de Esquerda

 

A palavra passou de mulher em mulher, de associação em associação, de mão em mão. Falou-se da luta diária das mulheres, de todos os abusos e violações já normalizados na sociedade, do machismo, dos direitos humanos. Cada voz apelou à sua causa, e todas as causas estiveram, ali, de mãos dadas. Todos lutavam pelo mesmo.”

“NÃO À CULTURA DA VIOLAÇÃO”: AS VOZES QUE SE OUVIRAM NO PORTO

esganiçadas-web 


Dando de barato que “as palavras passem de mão em mão” (?) — eu não sabia que havia actualmente uma “cultura de violação das mulheres” em Portugal.

Reparem: uma “cultura de qualquer coisa” significa a generalização dessa coisa; por exemplo, uma “cultura da excisão feminina” significa a generalização (constituindo-se uma regra) da excisão feminina, e não são as excepções que são a regra.

Parece evidente que não existe uma “cultura de violação das mulheres”, em Portugal. Portanto, aquela manifestação no Porto foi organizada para “lutar” contra um fenómeno social generalizado (a cultura da violação) que não existe de facto. Seria como se nos juntássemos todos na Praça dos Leões no Porto para lutar contra “a tirania dos extraterrestres” — mesmo sabendo que os extraterrestres não exercem qualquer tipo de tirania sobre nós.

Quando não há problemas, a Esquerda inventa-os.

É este mulherio esganiçado, ligado politicamente ao Bloco de Esquerda, que defende a entrada irrestrita de “refugiados” islâmicos — porque embora elas sejam contra uma hipotética “cultura de violação dos brancos”, elas adoram ser violadas por pretos, e por isso é que elas são contra o racismo: pénis de preto é coisa fina, e já admite violação.

Por exemplo, vemos aqui uma mulher ser lapidada até à morte por se recusar a casar com um concidadão de um “refugiado” islâmico.

Ora, para as esganiçadas do Bloco de Esquerda, isso já não é “cultura de violação”: em vez disso, é “diversidade” e “enriquecimento cultural”.

E quando os “refugiados” islâmicos enforcam os homossexuais, trata-se de um “tipo de cultura diferente”, e não de homofobia: a homofobia é uma característica exclusiva dos filhos da puta dos brancos.

E mesmo que os pretos “refugiados” sejam homofóbicos, eles são vítimas da sociedade, e por isso podem ser homofóbicos à vontade. Temos que ser tolerantes com os pretos homofóbicos que atiram os gays dos prédios abaixo. O que não podemos tolerar são as piadas homofóbicas dos brancos acerca de paneleiros.

Por fim, o machismo é apenas heterossexual. Não há machismo gay. Aquela coisa do “macho gay” não existe: é uma invenção dos homens reaccionários brancos filhos da puta.

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