perspectivas

Sábado, 8 Abril 2017

O ataque químico na Síria foi filmado; mas não foi um “ataque químico”

Filed under: Donald Trump,Neocons,Síria — O. Braga @ 6:56 pm

 

SIRIA-FAKE NEWS
Esta “notícia” (da imagem acima) foi apagada do sítio https://de.sputniknews.com ; mas eu consegui recuperar o “cache” do Google. Podem traduzir a página para o inglês. Podem ler aqui o original, em alemão, em ficheiro PDF; ou podem ver aqui a tradução em inglês, também em PDF.

De acordo com especialistas, nenhuma destas crianças reveladas no vídeo de propaganda dos Capacetes Brancos (grupo financiado pelo governo do Reino Unido) morreu de ataque de gases químicos; as crianças estavam sobre efeito de opiáceos e morreram (foram mortas) por “overdose” de opiáceos.

Não se deixem levar pelos me®dia.

merdia-web

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4 comentários »

  1. Caro O.Braga admira-me que perca tempo com a Sputniknews em alemão ou qualquer outra língua.
    Já o desenho é espectacular e republiquei.

    Comentar por Nuno Lourido — Segunda-feira, 10 Abril 2017 @ 10:26 am | Responder

    • Lamento ter que lhe dizer que um jornal pode publicar verdades ou mentiras; mas é raro que um jornal só publique mentiras, e não me parece que seja o caso.

      Temos que analisar os factos — e não matar o mensageiro.

      Convém dizer que, ao contrário do que parece ser a sua opinião, eu não concordo com a censura na Internet que o governo de Angela Merkel pratica actualmente na Alemanha, tendo em vista as eleições (daí a retirada do artigo da rede).

      Comentar por O. Braga — Segunda-feira, 10 Abril 2017 @ 10:45 am | Responder

  2. Obrigado pela resposta.

    “… um jornal pode publicar verdades ou mentiras;” aqui peca por simplismo nunca é o “ou” exclusivo mas sim o “e” conjunção coordenativa, aliás a manipulação passa pela sábia dosagem da mentira com a verdade conforme os públicos alvo e o objectivo a atingir.
    “… mas é raro que um jornal só publique mentiras, e não me parece que seja o caso.” nada a obstar.
    “Temos que analisar os factos — e não matar o mensageiro.” Não mato ninguém, acontece frequentemente auto extinguem-se por excederem o prazo de validade e, porque já fizeram/produziram o efeito desejado, a maior parte das vezes desaparecem sem deixar rasto.
    “… ao contrário do que parece ser a sua opinião, eu não concordo com a censura na Internet …” detecto aqui um erro de percepção, eu também não concordo com a censura na Internet só que evito divulgar/facilitar a vida aos tais desinformadores/manipuladores.

    Penso que estes meus comentários o ajudem a compreender-me, porque apesar de tudo estou na posição mais confortável você produz e eu reajo ou não, independentemente de concordar ou discordar com o resultado do seu acto solitário que é a escrita.

    Um seu atento leitor.
    Nuno

    Comentar por Nuno Lourido — Segunda-feira, 10 Abril 2017 @ 4:19 pm | Responder

    • 1/ O seu primeiro argumento é uma figura de retórica: não nos devemos agarrar a um lapsus calami, por exemplo, e/ou a algo que está evidentemente implícito em uma proposição, para daí querer retirar vantagem argumentativa.

      Ou seja, eu poderia ter escrito “e/ou”, em vez de “ou”; mas é, de facto, um preciosismo que não se compadece com a escrita apressada que é característica da blogosfera. Quem compara um verbete , publicado em um blogue, por um lado, com uma espécie de ensaio publicável em peer review universitário, e/ou mesmo na Wikipédia, por outro lado, faz uma comparação digna de um sofista do tempo de Sócrates (o grego).

      2/ os mensageiros não se “extinguem”; você é que decidiu que não os quer ver. Problema seu. Cada um vê os mensageiros que quer ver. Mas não é por fazer de conta que não o vemos, que o mensageiro desaparece. Por vezes há elefantes na sala e não os queremos ver.

      3/ eu escrevi “parece ser”. Eu vou repetir: “parece”. Algo que “me parece” é algo de que não tenho a certeza que seja. Parece; mas pode não ser. Com o “parece ser”, eu disse que há uma “possibilidade” de ser, mas não uma “certeza” de que seja. Se eu estivesse no seu lugar, diria: “Pode lhe parecer, mas não é.”

      4/ até a ONU já reconheceu (embora não oficialmente) que o alegado ataque químico por parte do governo sírio — eu vou repetir: POR PARTE DO GOVERNO SÍRIO — é uma estória mal contada. Mas você prefere dizer que o mensageiro é mentiroso.

      Comentar por O. Braga — Segunda-feira, 10 Abril 2017 @ 5:48 pm | Responder


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