perspectivas

Sexta-feira, 31 Março 2017

A Grande Substituição Demográfica está em marcha

Filed under: Europa,Islamismo,islamização,Islamofascismo,Islão,Portugal — O. Braga @ 7:06 pm

 

1/ Proibir a imigração islâmica.

2/ Nacionalidade portuguesa atribuída segundo o critério de Jus Sanguinis (em detrimento do Jus Solis). Só depois de 5 gerações, os descendentes de imigrantes islâmicos poderão ter a nacionalidade portuguesa.

3/ O Islão não é uma raça; controlar o Islamismo é controlar uma ideologia política equiparável ao nazismo — e por isso, restringir a imigração islâmica não é “racismo”, ao contrário do que dizem os estúpidos da Esquerda.

4/ Um imigrante muçulmano que cometa um qualquer crime punível com 5 anos de prisão ou mais, deve ser imediatamente repatriado, sem direito a prisão. Não há cá pão para malucos!

5/ Restringir o aborto em Portugal. Quem quiser abortar, que pague do seu próprio bolso.

6/ Incentivar financeiramente (através da redução de impostos) o nascimento de crianças, de tal modo que se torne até “rentável” ter mais de dois filhos.

7/ Se for necessário, e caso não haja possibilidade de diálogo com a Esquerda, impõe-se a instalação de uma ditadura de Direita em Portugal no sentido de se alcançar o desiderato do incremento populacional português.

 

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2 comentários »

  1. Sim, vossa solução de implantação de uma ditadura de direita é a mesma para o Brasil submetido à uma ditadura comunista.
    Aproveito para perguntar-vos se conheceis o trabalho de Loryel Rocha, por ex., exposto neste vídeo de 25 minutos sobre “a farsa histórica e a atualidade do tema: o Brasil não foi colônia”.

    Comentar por Sandra Sabella — Sexta-feira, 31 Março 2017 @ 7:42 pm | Responder

    • 1/ O Brasil não tinha liberdade de comércio internacional; ou seja, o Brasil não podia comprar ou vender no estrangeiro sem o assentimento do Rei. Neste sentido, o Brasil era uma colónia (mas, então, no mesmo sentido, Portugal também era uma colónia do Rei!).

      Mas se compararmos a forma de colonizar dos portugueses, por um lado, e a dos ingleses ou franceses, por outro lado, então podemos dizer que “o Brasil não foi uma colónia” — até porque o Rio de Janeiro foi a capital de Portugal e do império português durante duas décadas.

      2/ O facto de o Brasil não ter tido liberdade de comércio internacional, “aborreceu” a maçonaria inglesa (a soldo da burguesia inglesa, mas não só) que utilizou a maçonaria portuguesa e brasileira a seu favor, no sentido da instituição — na cultura antropológica e/ou intelectual — da validade da comparação entre o tipo de colonização inglesa, por um lado, e a portuguesa, por outro lado.

      3/ Há que fazer a distinção entre a maçonaria regular, que existia em Inglaterra e na Escócia até hoje (onde ainda hoje existe a monarquia) , por um lado, e a maçonaria irregular que teve origem na Europa continental (na Alemanha dos Illuminati, na França dos jacobinos, na Itália da Carbonária) e que esteve ligada à Carbonária depois da Revolução Francesa, e que mais tarde apoiou o marxismo e o comunismo. Esta maçonaria irregular, seguidora fiel do Positivismo de Comte, e de origem continental europeia (Alemanha, França, Itália), foi a que tomou conta (literalmente) do Brasil (e de Portugal) no século XIX.

      Ingleses e escoceses que condenaram e criticaram a Revolução Francesa, como por exemplo Edmund Burke ou David Hume, pertenciam à maçonaria regular escocesa. Desde sempre, as duas maçonarias — a inglesa e a continental europeia — nunca se deram muito bem, o que explica, ainda hoje, a discrepância do Brexit: a maçonaria irregular europeia (alemã, francesa, portuguesa, espanhola, italiana) apoia a construção do leviatão anti-democrático europeu, ao passo que a maçonaria regular anglo-saxónica (Inglaterra, Estados Unidos) não está de acordo com a actual União Europeia não democrática.

      Comentar por O. Braga — Sábado, 1 Abril 2017 @ 1:14 pm | Responder


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