perspectivas

Quinta-feira, 2 Junho 2016

Contra a Sharia islâmica, temos agora uma Sharia do Estado

 

Dois irmãos muçulmanos, filhos de pais imigrantes na Suíça, recusaram-se a cumprimentar, com aperto de mão, as professoras da sua escola, alegando que o Islamismo proibia qualquer contacto físico com gente do sexo oposto. Face a esta atitude, a escola permitiu que os dois muçulmanos deixassem de cumprimentar as professoras.

Mas o governo regional suíço decidiu que a recusa de apertar a mão das professoras é ilegal, e que os pais dos alunos que recusem apertar as mãos das professoras podem ter que pagar multas até 5.000 Euros.

Por isto vemos o efeito que a importação massiva de gente com culturas diferentes e até antagónicas, como é o caso do Islamismo, pode ter em uma sociedade europeia.

¿Por que carga de água o Estado pode obrigar alguém a apertar a mão a uma pessoa?! Está tudo louco?!

A imigração islâmica vai forçar a uma maior intervenção do Estado na sociedade, chegando ao absurdo de o Estado regular comportamentos individuais através de uma espécie de “Sharia estatal”.

Contra a Sharia islâmica, temos agora uma Sharia do Estado. É isto que a Esquerda pretende com a imigração desregrada: o reforço do poder do Estado.

A Europa ainda está a tempo de evitar uma catástrofe civilizacional, restringindo drasticamente a imigração islâmica.

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