perspectivas

Terça-feira, 8 Março 2016

Dia internacional da fêmea

Filed under: Esta gente vota — O. Braga @ 12:29 pm
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Hoje não é o dia internacional da mulher, enquanto pessoa; é o dia internacional da fêmea, enquanto animal. E porque se parte do princípio de que o homem já é um animal, não existe um dia internacional do macho.

O politicamente correcto reduz o homem a um animal que “oprime” a mulher; e o corolário desta visão redutora é a necessidade de animalizar a mulher — para que sejam iguais.

16 comentários »

  1. Ao contrário do que se quer fazer parecer, hoje não é um dia de festa, é um dia de luta… por direitos e oportunidades iguais entre os géneros.
    O dia internacional do macho comemora-se a 19 de Novembro e foi instituído em 1999.

    Comentar por Nelson Branco — Terça-feira, 8 Março 2016 @ 1:36 pm | Responder

    • “Géneros” utiliza-se na gramática (género feminino e género masculino). Fora da gramática, falamos em “sexos”.

      Este, aqui em baixo, no vídeo, também queria ter “direitos iguais”. ¿São estes os “direitos iguais”? ¿O que é um “direito”?

      Depois de me definir “direito” poderemos ter a certeza de que falamos da mesma coisa.

      Comentar por O. Braga — Terça-feira, 8 Março 2016 @ 5:00 pm | Responder

      • Permite-me discordar, fora da gramática também se fala de género. Em algumas circunstâncias o sexo de um indivíduo e seu gênero não se alinham e o indivíduo pode ser transgênero. (mas se calhar isto é coisa para debater por longas horas).

        Comentar por Nelson Branco — Terça-feira, 8 Março 2016 @ 10:27 pm

      • é uma visão das coisas, do outro lado “da barricada” defendem outras ideias… a democracia é assim, aceitar a pluralidade de opiniões!

        Comentar por Nelson Branco — Quarta-feira, 9 Março 2016 @ 10:45 am

      • Já percebi o seu raciocínio: não existe verdade. A verdade é o que cada um quiser.

        Por exemplo, se eu disser que “uma pedra é um pau”, esta minha opinião vale tanto como qualquer outra opinião. O que importa é que a opinião esteja na moda.

        Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 9 Março 2016 @ 10:55 am

      • O que damos como verdades absolutas hoje, a ciência poderá desmentir no futuro, devemos estar abertos à evolução. De quando em vez, fazer o pino durante uns minutos, ajuda a olhar o mundo numa outra perspectiva…

        Comentar por Nelson Branco — Quarta-feira, 9 Março 2016 @ 11:04 am

      • 1/ ¿O que significa “evolução”?

        Parece-me que você são se preocupa muito com o significado as palavras que utiliza, porque são palavras-mestras, são slogans. São palavras “boé de fixes, meu”!, utilizadas pelo pessoal progressista que quer que toda a gente seja igual — porque o que é antigo é sempre mau, e o que é moderno é sempre melhor e a bombar! Tás a topar? Fixe, meu!

        2/ Devemos ter a mente aberta, mas devemos também fechar a boca perante os factos ou dados da experiência. De nada vale termos a mente aberta se não conseguirmos fechar a boca face àquilo que é evidente ou real.

        Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 9 Março 2016 @ 11:27 am

      • 🙂 para si eu sou o gajo dos “slogans” e das “palavras-mestras”, para mim você é o senhor dos “rótulos” e do “eu é que sei”!
        Mas no seu mundo de certezas, considere, algumas vezes “Só sei que nada sei” (mais um cliché)… tal como Sócrates, às vezes, é preciso reconhecer a própria ignorância em matérias que transcendem o EU. E termino com mais uma frase em modo Copy/Paste “aceitar as diferenças é o melhor caminho para vencer o preconceito”.

        Comentar por Nelson Branco — Quarta-feira, 9 Março 2016 @ 11:53 am

      • Um mundo sem categorias (sem rótulos) é um mundo obscurantista. Somos obrigados a classificar a realidade, sob pena de andarmos aqui a ver navios.

        O que podemos e devemos fazer é discutir os “rótulos” — mas qualquer mente sã não pode viver sem eles.

        Existem dois tipos de preconceitos: o positivo (aquele que aceita discussão), e o negativo (que se transforma em dogma). ¿Qual é o seu tipo de preconceito? Porque se você está convencido que não tem preconceitos, está enganado.

        O debate acabou — porque os seus conceitos são de tal forma básicos, que dão muito trabalho refutar.

        Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 9 Março 2016 @ 12:13 pm

  2. Não é uma questão de discordar ou não. O uso de “género” no que diz respeito ao sexo começou com um puritanismo anglo-saxónico bacoco, que foi buscar à gramática a sua utilização. Isto é um facto.

    Aquilo que você chama de “transgénero” é um indivíduo com um grave problema de identidade — para não dizer outra coisa menos polida.

    Você repete o que ouve nos me®dia. É preciso pensar, também.

    Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 9 Março 2016 @ 9:20 am | Responder

    • Como não sou um replicador, uso o intelecto, para formar opiniões sobre o que vejo e ouço… como não sou um fundamentalista religiosos, não tenho vínculos a doutrinas politicas, nem estou agarrado a sistemas, expresso-me da forma como vejo a realidade, correta ou não, é a minha visão. De igual modo, você formula a sua opinião da forma que entende, e embora eu discorde, aceito a sua visão. Diz que ““transgénero” é um indivíduo com um grave problema de identidade — para não dizer outra coisa menos polida” eu não faço considerandos sobre esse juízo. O que faz falta muitas vezes é mesmo pensar!

      Comentar por Nelson Branco — Quarta-feira, 9 Março 2016 @ 10:59 am | Responder

      • Qualquer “visão” deve ser racionalmente fundamentada. Não chega dizer: “eu penso assim”; deve-se também dizer: “por isto e por aquilo”.

        E pensar “por isto e por aquilo” não tem necessariamente a ver com religião ou com religiões políticas. Tem a ver com a análise objectiva da realidade.

        Pergunte a um biólogo o que é um “transgénero”. Depois de receber a resposta, você passa a ser contra a ciência. E que eu saiba, a ciência não é uma religião propriamente dita.

        Comentar por O. Braga — Quarta-feira, 9 Março 2016 @ 11:13 am

  3. Da palavra “transgênero” deduz-se que o gênero passou por uma transformação. Ele era uma coisa e depois de certo processo transformador tornou-se outra. Com certeza o agente transformador não foi a biologia, ninguém dorme homem e acorda mulher com vagina e seios, com direito a amamentação e menstruação e vez por outra alguma rabugice típica “daqueles dias” .
    Com aval da cultura reinante, discípulos de Mengele transformam pessoas em monstros semiplásticos de beleza enganosa aos olhos incautos do povo viciado em sordidezes. Mas os olhos apurados da biologia, nada escapa. Por ora, ninguém troca de ADN como troca de roupa.
    Uma parcela significativa destes “transgêneros” comete suicídio algum tempo depois da cirurgia de “troca de sexo”, fato desconcertante que a esquerda prefere dar as costas.
    Os esquerdistas vivem cheios de incertezas absolutas, nunca sabem o que é a verdade, nem onde procurá-la, embora não poupem “verdades” na cara daqueles que os contradizem. Quem não tem certeza que vai morrer um dia ou que dois mais dois são quatro, melhor que cave um buraco e se enterre.
    Nota cultural: Aqui no Brasil chamamos homossexuais de “viados”, neologismo derivado de “transviados”. O Olavo de Carvalho não sabe disso e os chama de “veados”, uma injustiça para com um animal tão másculo.

    Comentar por Giovani Marinho — Quinta-feira, 10 Março 2016 @ 2:58 am | Responder

    • Não sei por que razão, os seus comentários (Giovanni Marinho) têm ido para spam, e eu tenho que recuperá-los, como foi este o caso.

      Comentar por O. Braga — Sexta-feira, 11 Março 2016 @ 8:26 am | Responder

  4. Do lado de cá ocorrem umas mensagens de erro bastante estranhas toda vez que tento comentar neste blog.
    MAV é a sigla para “Militância em Ambientes Virtuais”, uma espécie de Gestapo midiática que cerceia perfis e páginas do Facebook. Suas estratégias variam, embora a maioria seja bastante medíocre, são suficientes para atormentar qualquer um, até um insignificante como eu: Basta um comentário discordante com a política cultural vigente num sítio visado por “Eles”.
    Acredito que haja cumplicidade dos altos funcionários de provedores de internet brasileiros, todos são, de alguma forma, comprometidos com o governo.

    Comentar por Giovani Marinho — Sábado, 12 Março 2016 @ 4:07 am | Responder


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