perspectivas

Quarta-feira, 30 Setembro 2015

A psicose da Inês Pedrosa

 

Só em campos de refugiados na Jordânia há cerca de 1,6 milhões de deslocados sírios. Na Turquia há outros tantos. Os deslocados sírios serão cerca de 12 milhões, distribuídos em campos de refugiados de diversos países do Próximo Oriente.

A Inês Pedrosa defende a ideia segundo a qual esses 12 milhões de deslocados sírios podem ser acolhidos e integrados na União Europeia. Ela não o diz explicitamente: mas é o que se pode concluir do seu relambório politicamente correcto e psicótico em nome do altruísmo:

“Se os currículos escolares incluíssem, desde o ensino básico, o serviço de voluntariado, teríamos uma população muito mais empática com o sofrimento alheio e muito mais capaz de transformar o mundo. A empatia é um elemento essencial da inteligência e da imaginação. E não se cria com teoria, mas com o contacto concreto com a dor”.

A Inês Pedrosa não quer que se criem campos de refugiados na União Europeia para 12 milhões de sírios: ela quer que esses potenciais 12 milhões de refugiados sejam integrados na União Europeia, sendo que a maioria dos refugiados viveria à custa da SS (Segurança Social). É isto que ela defende.

O discurso de gente como a Inês Pedrosa tem radicalizado posições acerca dos deslocados ou ditos refugiados; o resultado é que a emoção substituiu a razão no discurso. Perante a irracionalidade da Inês Pedrosa, é difícil mantermo-nos racionais. Ela quer “transformar o mundo” através da empatia, por um lado, e por outro lado através da antipatia em relação a quem não concorda com ela. E — pasme-se! — ela acredita que a empatia se ensina na escola.

“Repete-se demasiadas vezes que a Europa tem uma matriz cristã, mas não é a essa matriz que se devem os valores que fizeram do espaço europeu um oásis de liberdade e direitos humanos: a matriz cristã levou às Cruzadas e à Inquisição”.

Inês Pedrosa deve estar a referir-se aos valores nascidos da Revolução Francesa, por oposição aos valores cristãos. “A revolução francesa matou mais gente em apenas um mês e em nome do ateísmo, do que a Inquisição em nome de Deus durante toda a Idade Média e em toda a Europa” (Pierre Chaunu, historiador francês). É este o “mundo melhor” da psicótica Inês Pedrosa.

As ideias de Rousseau, que marcaram a Revolução Francesa e fundaram o conceito de “Vontade Geral“, estão na génese dos totalitarismos do século XX — e não é invenção minha: quem o diz são historiadores e filósofos diversos, entre os quais o ateu Bertrand Russell.

É possível acolher uma percentagem do total de refugiados na União Europeia, mas tem que haver critério e selecção. Não podem vir todos. 12 milhões é mais do que toda a população de Portugal. É preciso ter a noção daquilo que é possível. Quando gente como a Inês Pedrosa radicaliza o discurso, gera argumentos radicais opostos. Inês Pedrosa faz parte do problema, e não da solução do problema.

Sinceramente, começamos a ficar saturados. Gente doente mental, como é o caso de Inês Pedrosa, deveria ser interditada e proibida de escrever nos me®dia. A Inês Pedrosa está doente: deveria procurar tratamento.

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1 Comentário »

  1. […] de termos verificado a doença mental da Inês Pedrosa, constatamos que ela se espalha. Mas antes de mais, vamos a algumas notícias dos últimos dois […]

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    Pingback por Alguém que diga a Adriano Moreira que só os refugiados sírios são 12 milhões | perspectivas — Quarta-feira, 30 Setembro 2015 @ 5:41 pm | Responder


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