Se o Fernando Tordo tivesse emigrado em silêncio, ou seja, sem a propaganda dos me®dia e da “carta sofrida” do seu (dele) filho publicada em tudo o que é jornal, teria tido um impacto mais positivo na opinião pública do que teve. É que os emigrantes propriamente ditos saem do país em silêncio, e Fernando Tordo pretendeu ser um “emigrante especial”.
Dá-se aqui um fenómeno esquisito: a esquerda é elitista ao mesmo tempo que propagandeia a igualdade, e o povo tornou-se anti-elitista depois de ver a merda toda que as elites de esquerda têm feito.














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