perspectivas

Sábado, 19 Outubro 2013

Para o Bloco de Esquerda, o nacional-socialismo é “extrema-direita”

 

NATIONAL SOCIALISM: A LEFT-WING MOVEMENT

by Povl H. Riis-Knudsen

*originally written for Nordland Foblag

nazi white pride«For far too many years it has been widely accepted that National Socialists are extreme right-wingers, and only rarely have they hesitated to refer to themselves as such. At a certain point, however, it became the official policy of the World Union of National Socialists to avoid the term "right-wing," claiming that National Socialism does not fit into the pattern of "right" and "left" and instead ought to be considered as standing above this distinction. This most certainly was a step in the right direction, but at this time and within the context of the current struggle it might, however, be a good idea to reconsider the whole question about political wings and make a few points clear concerning the meaning of the terms "right" and "left" and their application to today’s political scene.»


Entre o nazismo do Bloco de Esquerda e a extrema-direita de Passos Coelho, tem que existir um meio-termo virtuoso, em que o Estado e a soberania dos países são assumidos sem quaisquer radicalismos, e em que a tradição, os valores cristãos da ética e a cultura são respeitados.

Para o Bloco de Esquerda, o controlo férreo da economia de um país é característica de “extrema-direita”. Esta história está muito mal contada. Ou, como dizia o nazi Goebbels: “Uma mentira mil vezes repetida acaba por ser verdade”. A Esquerda e os me®dia esquerdistas do pós-guerra continuam a utilizar o slogan de Goebbels.

O facto de o partido nazi ser anti-Estalinista não significa que tenha sido de extrema-direita: muitos movimentos socialistas europeus daquela época (incluindo os sociais-democratas alemães) foram anti-Estalinistas.

De facto, a extrema-direita é aquela que defende um Estado tão minimalista que um país e um povo inteiro se tornam servos da plutocracia internacional. Extrema-direita é Passos Coelho, ou pelo menos parece ser.

Ser de extrema-direita é, por exemplo, defender o darwinismo-social do Objectivismo de Ayn Rand; é servir-se das ideias de Hayek e do seu livro “Caminho para a Servidão”, e retorcendo e deturpando as ideias do livro, tentar justificar a submissão servil de todo um povo à ruling class plutocrata internacional. Se existe um blogue de extrema-direita em Portugal, é o Blasfémias (pelo menos, alguns dos seus escribas).

Ser de extrema-direita é levar o capitalismo a tal ponto extremo e radical que se negue a um povo o direito à sua soberania e a ter um Estado digno desse nome.

A extrema-direita não é nem nunca foi conservadora; à extrema-direita não lhe interessa a tradição, os bons-costumes cristãos e os valores de uma ética universal. Para a extrema-direita, “a tradição já não é o que era”: o que lhes interessa é interpretar as ideias da escola económica austríaca de tal forma que o poder político de todos os países do mundo se submetam ao poder financeiro de meia dúzia de Bancos. Isto é que é ser de extrema-direita.

A extrema-direita não é nem nunca foi nacionalista: os valores da Nação e da Pátria não lhes diz nada. Por exemplo, Passos Coelho está se cagando para a soberania nacional. O nacionalismo radical é uma característica de Esquerda — ver, por exemplo, Cuba; ou os novos países de Esquerda da América latina, como a Venezuela. Na Esquerda, o internacionalismo marxista é retórica, ou então é idiossincrasia de Trotski. Por exemplo, o Partido Comunista é hoje, talvez, o partido mais soberanista que existe em Portugal.

nsdap party
daniel oliveira obama png webHitler e o partido nazi sempre foram ferozes opositores do capitalismo. A política fiscal do partido nazi foi de esquerda. O partido nazi nacionalizou tudo o que eram empresas multinacionais; os lucros das empresas alemãs eram obrigatoriamente partilhados e distribuídos pelos trabalhadores.

O Estado Social foi uma invenção nazi: as reformas das pensões de velhice foram aumentadas de uma forma substancial e generalizadas a toda a população durante o tempo do nazismo.

A política económica nazi era keynesiana (antes mesmo de Keynes!). O tipo de capitalismo permitido pelo nazismo era totalmente controlado e condicionado pelo Estado, ou seja, era exactamente o contrário da economia de livre mercado e da escola austríaca. O Estado nazi controlava directamente os preços e os salários. Os “direitos dos animais” são uma invenção nazi que o Bloco de Esquerda segue e adoptou; na Alemanha nazi, quem violasse os “direitos animais” era enviado para um campo de concentração.

A ideia de um Estado plenipotenciário era uma característica nazi. Dizer que isso é ser de “extrema-direita” é insultar a nossa inteligência ou tentar esconder determinadas características nazis e de extrema-esquerda do Bloco de Esquerda. Tanto o partido nazi como o Bloco de Esquerda são anti-capitalistas e anti-Estalinistas.

Entre o nazismo do Bloco de Esquerda e a extrema-direita de Passos Coelho, tem que existir um meio-termo virtuoso, em que o Estado e a soberania dos países são assumidos sem quaisquer radicalismos, e em que a tradição, os valores cristãos da ética e a cultura são respeitados.

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