perspectivas

Quarta-feira, 2 Outubro 2013

O cardeal Bergoglio confunde “proselitismo” e “evangelização”

 

“Foi-me dado todo o Poder no Céu e na Terra. Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, baptizando-os em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos” — S. Mateus, 28, 18-20


"O proselitismo é um absurdo solene, não faz sentido.” — cardeal Bergoglio, em mais uma entrevista de má memória


O que o cardeal Bergoglio parece querer dizer é o seguinte:

“S. Mateus é burro, e Jesus Cristo não sabe o que diz. Eu é que sei!”.

Numa interpretação mais benévola das suas (dele) palavras, o cardeal Bergoglio confunde “proselitismo” e “evangelização”. Proselitismo implica uma mudança de religião, previamente assumida, para outra religião — por exemplo, uma mudança do Islamismo para o Catolicismo —, ao passo que "evangelizar" significa preconizar ou defender uma ideia ou uma doutrina (with no strings attached).

O proselitismo não é uma condição sine qua non da evangelização. Quando o cardeal Bergoglio reduz a evangelização ao proselitismo, pretende afastar a acção dos católicos do ideário de Jesus Cristo, substituindo esse ideário cristão por uma sua (dele) agenda política privada. É neste contexto que ele diz o seguinte:

“Os mais graves males que afligem o mundo nos dias de hoje são o desemprego juvenil e a solidão dos velhos”.

Esta mensagem é política, pura e dura. E deixa de fora a ética mais fundamental, como os valores que se ligam ao fundamento da vida humana — por exemplo, o aborto, a eutanásia, etc. O desemprego juvenil é importante, mas a crítica ética ao aborto é infinitamente mais importante; mas o cardeal Bergoglio diz que a questão do aborto é menos importante do que o desemprego juvenil.

1 Comentário »

  1. Herege e apóstata (o Cardeal Bergoglio). É antipapa!

    Bento XVI continua a ser Papa. A renúncia dele é inválida por erro de latim na carta de renúncia e por reprodução desse erro em sua declamação (acho que como um pedido de socorro de Ratzinger contra os golpistas). Pesquise, vale a pena. Só há uma imagem da carta rolando na internet, sumiram com a transcrição do texto da internet. Quando conseguir visualizar, ache a palavra “comissum” que está declinada de forma errada e assim fora pronunciada. O erro de latim na carta declaratória invalida qualquer renúncia papal AUTOMATICAMENTE.

    Entre em contato se quiser mais informações sobre isso.

    Adendo: No terceiro segredo de Fátima também há implícita a menção a dois Papas vivos, só que um é Antipapa…quando Lúcia diz que “viu um bispo vestido de branco que PRESSENTIRA ser o Santo Padre” (que será morto em seguida na descrição da mensagem), ela insinua que há outro bispo vestido de branco. Mas, desde aquela época (1917), somente os Papas podem se vestir de branco. Portanto, há dois Papas na visão dela, sendo que um será perseguido.

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    Comentar por Ebrael Shaddai — Quarta-feira, 2 Outubro 2013 @ 6:46 am | Responder


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