Teresa Forcades é uma freira católica espanhola que ainda não foi excomungada depois de ter defendido aberta e publicamente o “direito” ao aborto. Mas não se fica por aqui: defende a abolição do capitalismo, a nacionalização da comunicação social (jornais, televisão, Internet, etc.), a nacionalização de todos os Bancos, a independência da Catalunha em relação a Espanha, a abolição das restrições à imigração e o fim das Forças Armadas. Define-se a si mesma como uma “feminista radical” e identifica Jesus Cristo com Karl Marx.
Quando ao aborto, Forcades afirmou publicamente que é “um direito absoluto à auto-determinação da mulher”. Interpelada por escrito pelo cardeal Franc Rodé acerca das suas
“o direito ao aborto é tão substancial e absoluto como o direito de uma criança nascer; ninguém, seja o Estado ou a Igreja tem o direito de violar o direito ao aborto, em nenhuma circunstância”.
Ou seja, a freira católica Teresa Forcades considera que o direito da mulher à sua auto-determinação é equivalente ou igual ao direito de uma criança nascer. Compara a restrição legal do aborto, por um lado, com uma hipotética lei que obrigasse os cidadãos a doar os seus rins, por outro lado. É deste calibre, de uma irracionalidade sem medida, a retórica da freira Teresa Forcades.
E no meio disto tudo, Teresa Forcades ainda acusa a Igreja Católica de ser misógina. Com argumentos deste calibre, de que se queixa ela?! Com mulheres desta colheita, eu também sou misógino. E como é possível que ela ainda não tenha sido excomungada?!
(fonte)