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Uma grande comoção por causa do verbete anterior

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Bento XVI foi duramente criticado pelo politicamente correcto e pelos me®dia por ter feito aquele célebre discurso na universidade de Regensburg, em que citou o imperador bizantino Manuel II Paleólogo acerca do Islamismo. Bento XVI fez a seguinte afirmação, parafraseando Manuel II Paleólogo:

“Mostra-me também o que trouxe de novo Maomé, e encontrarás apenas coisas más e desumanas tais como a sua norma de propagar, através da espada, a fé que pregava”.

Perante a crítica da esquerda e do politicamente correcto a Bento XVI, os bons “católicos” calaram-se.

Mas quando eu fiz uma crítica ao discurso do Papa Francisco I em que ele utiliza a palavra “gay” em vez da palavra “homossexual”, os bons “católicos” entraram em comoção colectiva e criticaram-me em todo o lado, chegando a dizer que sou da “extrema-direita” e “sede-vacantista”…!

1/ “Gay” não é a mesma coisa que “homossexual”!

Uma definição pode ser “nominal“, ou “real“.

As definições “nominais” assentam numa convenção prévia (por exemplo, os sinónimos de um dicionário); e as definições “reais” são as que resultam das características invariavelmente observadas a partir dos dados da experiência.

A definição (de algo) é inseparável da classificação (por categorias) – e por isso não se pode dar uma definição de um individuo, ou de uma unidade, enquanto tal.

A partir dos dados da experiência, ou seja, mediante uma DEFINIÇÃO REAL, “gay” não é a mesma coisa que “homossexual”.

2/ Desafio os “católicos” que me criticaram pelo meu verbete anterior , e que se referiram ao catecismo da Igreja Católica como escudo, que me demonstrem onde existe a palavra “gay” no catecismo.

3/ Um Papa não é Deus. Um Papa é um homem, e por isso não está acima da crítica. Quem considera o Papa uma espécie de deus, é estúpido.

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