« (…) avec elle, Jésus s’unit aux nombreux jeunes qui ne mettent plus leur confiance dans les institutions politiques, car ils y voient égoïsme et corruption, ou qui ont perdu la foi en l’Église, et même en Dieu, à cause de l’incohérence des chrétiens et des ministres de l’Évangile. »
Uma coisa é criticar e condenar os cristãos (incluindo os sacerdotes) que prevaricam gravemente em relação à ética; outra coisa, bem diferente, é culpar implicitamente os cristãos (que prevaricam) pelos males do mundo.
Este discurso de Francisco I, de auto-flagelação em relação à Igreja Católica, é politicamente correcto: faz parte do tipo de discurso marxista cultural que pretende criar um complexo de culpa colectivo dos povos da Europa — e do Ocidente, em geral — em relação à História. Pertence à categoria do discurso politicamente correcto e preconceituoso que, por exemplo, condena à partida um qualquer cidadão por ser de raça branca e do sexo masculino, e que cria uma nova forma de racismo (de tipo Obamista)em nome do combate ao racismo.
O jornal francês Le Figaro – que não é de esquerda – interpreta assim estas palavras de Francisco I:
« Le pape François a exprimé hier sa compréhension et son appui moral pour les “nombreux jeunes” qui “n’ont plus confiance dans les institutions politiques” corrompues et ceux qui “perdent la foi” à cause des mauvais prêtres qui n’observent pas l’Evangile.
Lors du Chemin de croix des JMJ, François a déclaré que “Jésus avec sa croix, s’unit aux nombreux jeunes qui ne mettent plus leur confance dans les institutions politiques, car ils y voient égoïsme et corruption”, et à “ceux qui ont perdu la foi en l’Eglise, et même en Dieu, à cause de l’incohérence des chrétiens et des ministres de l’Evangile”. Le pape faisait allusion aux divers scandales de pédophilie, de corruption, à la mondanité et à l’arrogance de nombreux laïcs, prêtres et évêques. »
Fico à espera da primeira encíclica escrita exclusivamente por Francisco I, para confirmar ou negar definitivamente a influência da Teologia da Libertação (marxista) na forma de pensar deste Papa.