perspectivas

As diferenças de géneros são construções sociais

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Camaradas!

O progresso da humanidade contra os reaccionários e fascistas católicos manifesta-se, por exemplo, na vitória do menino transexual de 6 anos de idade, de seu nome Coy Mathis, que ganhou o direito de usar saias na escola e de frequentar a casa-de-banho das meninas.

Os fascistas católicos não compreendem que uma criança de 6, 5 anos, ou mesmo acabada de nascer, pode ser transexual — porque os fascistas negam o facto científico segundo o qual o género é uma construção cultural e social.

Camaradas!

Desde logo, nunca devemos dizer “sexo” (masculino ou feminino), mas antes devemos dizer “género” (masculino ou feminino), porque “sexo” é a actividade que alivia a líbido, enquanto o “género” é o que diz respeito à ausência de sexo em função do combate aos estereotipo de género. Isto pode parecer complicado de entender, mas é muito fácil como veremos a seguir.

O género é maleável! – excepto quando o Bloco de Esquerda e as forças progressistas decidem que não é. Explicamos melhor:

Não existem quaisquer diferenças entre os meninos e as meninas: as diferenças de género são construções sociais e culturais. Por isso é que o menino Coy Mathis pode ser menina, usar saias e frequentar o WC das meninas – exactamente porque as diferenças de género são construções sociais! Entenderam, camaradas? Não? Então nós explicamos melhor:

Não existe absolutamente nenhuma contradição entre o facto de os géneros serem construções sociais, por um lado, e por outro lado o facto de o menino Coy Mathis querer usar saias e seguir o estereotipo feminino. Qualquer contradição só existe na cabeça dos fascistas católicos. E se vocês não entenderam, não se preocupem: limitem-se à vossa insignificância e a seguir as nossas instruções, porque nós representamos o povo e seguimos a ciência!

A luta continua! A vitória é certa!

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