O esquerdista radical e extremista português Rui Tavares é o responsável pelo chamado “relatório Tavares” que pretende expulsar a Hungria da União Europeia porque este país tem um governo conservador eleito pelo povo. Qualquer governo, de um país pequeno da Europa, que não seja de esquerda ou não esteja subordinado à esquerda, é perseguido pela União Europeia de Durão Barroso.
Entretanto, o governo conservador de Viktor Orbán já conseguiu reduzir o défice excessivo e reconduziu a Hungria à senda do crescimento económico; e as sondagens mais recentes dão o partido conservador de Viktor Orbán com 49% das intenções de votos, logo seguido dos 27% dos socialistas. Mas a União Europeia não aceita a democracia na Hungria.
Enquanto a União Europeia persegue literalmente a Hungria, o Portugal-colónia da União Europeia, com um défice excessivo e sem crescimento económico é o modelo de país preconizado pelo radical e extremista Rui Tavares.