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Com a mesma lógica que levou à criação do substantivo “presidenta“, é possível que venhamos a ter “agentas da polícia” (a prender “delinquentas”), “texugas”, “melras”, e outras curiosidades linguísticas.
Se assim for, proponho que, em compensação, se aplique a regra inversa aos substantivos “femininos” – passando a haver, p. ex., “polícios”, “guios turísticos”, para já não falar de “girafos”, “minhocos”, “carraços”, “pulgos” e outras palavras que facilmente enriqueceriam o Novo Acordo Ortográfico (visto que a novidade vem do Brasil – e do mais alto nível!).
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