perspectivas

Quarta-feira, 29 Maio 2013

Contra a violência do Estado maçónico

O problema da violência da guerra cultural das elites políticas contra o povo só pode ser revertido quando se começar a deitar fogo às lojas maçónicas.

Só depois vem o resto. A maçonaria, como máfia organizada, é a inimiga número um do povo português. Contra a violência da maçonaria — que, manipulando o Estado, utiliza a sua força bruta no sentido de impor ao povo uma nova forma de despotismo politicamente correcto — não há outro meio senão o uso da violência.

Adenda:

O Líder do Grande Oriente de França diz que quem é contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de invertidos, é da extrema-direita radical, e nazi. Ou seja, a maçonaria considera que mais de metade do povo francês é inimiga do povo francês.

4 comentários »

  1. Compreendo agora, o “Símbolo” monárquico no canto inferior direito do site…pobres de vós, o estigma é a Vossa Cruz…

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    Comentar por Pedro Adao — Sexta-feira, 31 Maio 2013 @ 9:03 am | Responder

    • Não compreendes nada porque, à semelhança dos aventaleiros, não discutes ideias mas antes funcionas sempre numa lógica ad Hominem. Hão-de morrer como os grilos, com os cornos espetados no chão e de cu para o ar.

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      Comentar por O. Braga — Sexta-feira, 31 Maio 2013 @ 10:14 am | Responder

  2. Quando um indivíduo destes, o líder do grande oriente de frança, afirma uma coisa destas, acabam-se as dúvidas sobre onde nasceram as teorias gayzistas. Os que se querem aproveitar da promoção gayzista, aspiram a outros planos que advirão.
    Eu posso dizer que há muito tempo defendo essa mesma ideia, incendiar as lojas maçónicas, mas de que forma poderá isso ser feito se são estas mesmas lojas que controlam tudo?

    O que se poderia fazer, numa primeira fase, seriam uma série de “boicotes activos” que iriam provocar alguns prejuízos em alguns dos integrantes das lojas. Estes “boicotes activos” poriam em alerta os “flibusteiros”, provocando-lhes algum medo e pânico. Esta seria a primeira fogueira. A fogueira seguinte, seria o “boicote político”, não propriamente dito, mas o “boicote ao clube dos cinco” da assembleia parlamentar, provocando assim um duplo rombo, um rombo partidocrático e um rombo “monopolista – interessista”. Os que financiam directamente esta palhaçada democrática chegariam à conclusão que teriam de mudar de estratégia: «o regime está roto, de nada nos serve investir mais nestes execráveis politiqueiros». A terceira fogueira viria a seguir, com a massiva deslocação de votos do “clube dos cinco” para os 5 ou 6 partidos extraparlamentares. Mas a grande fogueira seria o povo exigir a mudança da constituição, no imediato, aí que se veriam labaredas enormes.

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    Comentar por Emidio Crisóstomo (@Emidcrisos) — Sexta-feira, 31 Maio 2013 @ 1:53 pm | Responder

  3. Só para dizer que sou o Filipe, Skedsen, o meu nome é Filipe Emídio, mas por algumas complicações no twiter tive de fazer algumas modificações.

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    Comentar por Emidio Crisóstomo (@Emidcrisos) — Sexta-feira, 31 Maio 2013 @ 1:54 pm | Responder


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