perspectivas

Terça-feira, 28 Maio 2013

Os Prós e Contras de ontem, e a psicose LGBT

“O movimento LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] ocupa os mais elevados cargos e influência no Estado”. – Marinho Pinto, Bastonário da Ordem dos Advogados, citado de cor, no programa “Prós e Contras” de 27 de Maio de 2013 .

A politica transformou-se num manicómio elitista em que os malucos se protegem e se promovem uns aos outros.

São os líderes políticos do movimento LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros] que denunciam a existência de uma “ditadura da maioria”, quando de facto são eles uma minoria que impõe uma ditadura à maioria.

Ao contrário do psicótico, o neurótico sabe e admite que tem um “problema”. A psicose é uma doença mental que afecta gravemente a personalidade e a relação do sujeito com o mundo exterior. Distingue-se da neurose, entre outros factores, porque o sujeito não sabe, ou não admite, que está doente.

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Segundo Freud, enquanto que, na neurose, o Eu tenta recalcar as reivindicações pulsionais, na psicose produz-se uma ruptura entre o Eu e a realidade, o que deixa o Eu sob domínio do “ID”. Num segundo momento, o Eu reconstrói a realidade segundo os desejos do “ID”.

Ou seja, a psicose própria dos militantes políticos homossexualistas consiste em romper com a realidade tal qual ela se apresenta a qualquer mente saudável, quando, por exemplo, se reconhece que uma criança tem necessidade de um pai e de uma mãe. Não reconhecer este facto tão evidente e singelo, é sintoma de uma doença mental grave ou psicose aguda.

Feita a ruptura entre o Eu, por um lado, e a realidade, por outro lado, o gay/lésbica psicótico constrói a sua realidade própria segundo os impulsos do “ID” – em alemão das Es (que significa, “a coisa”). Segundo Freud, o “ID” constitui o papel pulsional da personalidade – é uma espécie de reservatório caótico e impessoal de tendências ou impulsos contraditórios.

O ID define-se de forma negativa pela ausência do sujeito coerente; os seus conteúdos, inconscientes, são, por um lado, herdados e inatos, e por outro lado, recalcados e adquiridos. Ou seja, no psicótico gay, a incoerência própria do “ID” assume e controla não só a sua personalidade mas também a sua mundividência desprovida de aderência elementar à realidade.

Em suma, gente com uma doença mental grave “ocupa os mais elevados cargos e influência no Estado”. A politica transformou-se num manicómio elitista em que os malucos se protegem e se promovem uns aos outros.

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