perspectivas

Segunda-feira, 6 Maio 2013

O novo tipo de totalitarismo e o movimento político homossexualista

Num dos verbetes atrás, um leitor (Skedsen) perguntava num comentário sobre a razão da promoção e celebração do “casamento” gay por parte das elites. Este verbete no LOGOS levanta um pouco a ponta ao véu:

O’Neill wrote that while the movement normally gets cast as a continuation of the American civil rights movement of the 1950s and ‘60s, “it’s better understood as a continuation, and intensification, of the modern state’s desire to get a foot in the door of our private lives and to assume sovereignty over our relationships“.

Caldwell writes, “Never since the Progressive Era has there been a social movement as elite-driven as the one for gay marriage. No issue divides the country more squarely by class. Opponents of California’s anti-marriage Proposition 8 have come to include virtually all of Hollywood, Apple, Google, Amazon, and the White House.”

O fenómeno de estigmatização social — que sempre existiu em relação a quem se desviava da lei natural (enquanto “lei racional” dos estóicos), por um lado, e por outro lado em relação a quem desafiava os valores de uma ética fundamentada racionalmente — inverteu-se: hoje, são os que criticam o “casamento” gay, a sodomia e o estilo de vida dos fanchonos que são considerados anormais, malucos, uma espécie de psicopatas, radicais políticos.

Esta inversão do estigma social é dirigida e controlada pelas elites — no sentido de “ruling class” — que por sua vez controlam os me®dia.

Ao patrocinar um determinado tipo de relacionamento sexual (a sodomia e o “casamento” gay), promovendo-a e impondo-a coercivamente a toda a sociedade através da força bruta do Estado, as elites entraram já também pela nossa vida privada adentro, e abriram um precedente histórico ao redefinirem a noção de casamento, que é anterior ao Estado que essas elites controlam.

A partir da redefinição arbitrária de casamento, as elites assumiram para si próprias um “direito”, que consiste em deter o poder de redefinir as relações pessoais e íntimas de qualquer indivíduo, ou de grupo de indivíduos, ou de um grupo social. E esse “direito” reivindicado e assumido unilateralmente pelas elites é imposto à sociedade através de uma estigmatização invertida — utilizando a comunicação social, também conhecida como me®dia — em relação a qualquer pessoa ou uma qualquer comunidade que se oponha à tomada coerciva desse “direito”.

Estamos perante a construção de uma nova forma de totalitarismo, e o movimento político homossexualista é parte activa e integrante dele.

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