perspectivas

Quinta-feira, 25 Abril 2013

O homofascismo progressista e a legalização da escravatura e do eugenismo

A compra de uma criança será sujeita a um contrato de compra e venda legal.
Uma criança poderá custar entre 5 mil e 100 mil Euros (excluindo viagens e recrutamento), dependendo da raça da mulher que vai parir, do país dessa mulher, da qualidade da procriação, da qualidade do material oferecido pela “barriga de aluguer”, e do contrato em particular.

A reclamação do “direito” homofascista “a ter uma criança” permitirá a criação de um mercado “progressista” de compra e venda de seres humanos, e criará as condições para o aparecimento de uma nova escravatura de mulheres pobres e crianças em todo o mundo.

Antes de votar nas próximas eleições para o parlamento, há que saber o que cada partido pensa da adopção de crianças por pares de homossexuais. Eu votarei num partido que se oponha, nem que seja o Partido Comunista.

A aprovação do “casamento” gay e da adopção de crianças por pares de homossexuais em França vai ampliar o mercado do tráfico de crianças e estabelecer definitivamente um novo tipo de escravatura que é promovida não só pela Esquerda caviar, mas também por uma certa “Direita”.

1/ existe uma diferença entre o conceito de “ausência de fertilidade”, por um lado, e por outro lado, o de “infertilidade” propriamente dita e entendida como condição médica. A “ausência de fertilidade” não é uma condição médica, mas antes é uma opção do homem e/ou da mulher homossexuais — os homossexuais que escolheram não procriar mediante relações sexuais. A ausência de fertilidade não é determinada pela natureza, mas tem um fundamento volitivo (opção de estilo de vida).

2/ a procriação medicamente assistida está garantida pela lei portuguesa a casais inférteis que também podem adoptar crianças. Perante a legalização do “casamento” gay e da possibilidade de adopção de crianças por pares de homossexuais, o lóbi político progressista e homofascista vai invocar o “direito à igualdade”, o que significa que a procriação medicamente assistida será garantida também a pares de homossexuais “casados”. A diferença é que estes últimos não procriam por “ausência de fertilidade”, e não necessariamente por “infertilidade” propriamente dita.

3/ num casal em que um dos cônjuges é infértil (condição médica), a procriação medicamente assistida é levada a cabo por intermédio da mulher do casal que fica grávida. Assim, a mulher do casal faz questão de passar pela experiência da gravidez que cria os laços afectivos fundamentais, não só entre a futura mãe e a criança, mas também liga afectivamente o homem do casal à família.

4/ num par de homossexuais “casados”, a procriação medicamente assistida difere se o par é feminino ou masculino. Se o par for feminino, uma das mulheres do par, se for fértil, pode engravidar naturalmente por doação de esperma; se nenhuma delas for fértil, poderá recorrer qualquer uma delas à implantação de um embrião previamente fertilizado no seu útero. Porém, é certo que o próximo passo da reivindicação homofascista seja o da legalização das “barrigas de aluguer”.

5/ A “barriga de aluguer” é a possibilidade que uma mulher ou um homem, ou um par de homossexuais “casados”, têm de pagar a uma mulher pobre para transportar no seu útero e dar à luz uma criança a troco de dinheiro — criança essa que é objecto de negócio e não pertence legalmente à mãe natural ou biológica.

O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” já considerou legal a “barriga de aluguer”, o que significa que essa decisão do Tribunal será utilizada pelos homofascistas e progressistas no sentido de a legalizar também em Portugal. E mesmo que não seja imediatamente legalizada em Portugal por objecções éticas ou por oposição do povo, a sua legalização será objecto de reclamação dos progressistas e homofascistas através do conceito de “uso” — da mesma forma que as drogas tendem a ser legalizadas porque alguém as consome, ou o aborto que foi legalizado porque existiam mulheres que abortavam, etc. No Direito Positivo europeu actual, o uso justifica automaticamente a norma, o que significa que a norma adequa-se sistematicamente ao facto (o que é contrario à essência do próprio Direito).
Mesmo que seja ilegal em Portugal e num primeiro momento, o negócio da “barriga de aluguer” vai começar a “mexer” em Portugal através de intermediários que funcionam a partir de países como os Estados Unidos, os países nórdicos em geral, e mesmo na China, oferecendo os serviços de mulheres de países pobres e do terceiro mundo.

6/ os pares de homens homossexuais “casados” não dão filhos; não podem parir pela barriga das pernas. Por isso, estão condenados à condição de “ausência de fertilidade” e, por isso, ou recorrem à adopção de crianças ou ao negócio da “barriga de aluguer”. Mas, devido à reclamação do princípio da “igualdade”, os pares de homossexuais masculinos não serão tratados de forma diferente em relação aos pares homossexuais femininos, o que significará a instituição da “barriga de aluguer” por “uso” e, por isso, essa prática criminosa e anética será legalizada com o apoio do próprio Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos”; e, mediante o “progresso da opinião pública” que significa “adormecimento da consciência colectiva”, afirmar-se-á progressivamente este fenómeno de hegemonia social da cultura homofascista.

7/ com a adopção de crianças por pares de homossexuais que pressupõe a procriação medicamente assistida e a “barriga de aluguer”, a criança passa a ser “uma prenda para a família”, em vez de ser a “família uma prenda para a criança”. Os papéis e funções da família e da criança invertem-se. O homofascismo venceu.

adopçao moderna web8/ para tornar plenamente legais a procriação medicamente assistida e a “barriga de aluguer”, o progressismo e o homofascismo terão que reinstituir na lei uma nova forma de escravatura e de servidão, e criar as condições jurídicas para que seja legal o negócio de compra e venda de seres humanos em parte (órgãos humanos) ou no todo (embriões, recém-nascidos, crianças), o que fará retroceder o nosso Direito Positivo ao tempo dos progressistas nazis, ou ao dos progressistas eugenistas do princípio do século XX (com, por exemplo, intelectuais progressistas e eugenistas como Margaret Sanger ou Bernard Shaw).

9/ a compra de uma criança será sujeita a um contrato de compra e venda legal. Uma criança poderá custar entre 5 mil e 100 mil Euros (excluindo viagens e recrutamento), dependendo da raça da mulher que vai parir, do país dessa mulher, da qualidade da procriação, da qualidade do material oferecido pela “barriga de aluguer”, e do contrato em particular.

A reclamação do “direito” homofascista “a ter uma criança” permitirá a criação de um mercado “progressista” de compra e venda de seres humanos, e criará as condições para o aparecimento de nova escravatura de mulheres pobres e tráfico de crianças em todo o mundo.

10/ começando pela comunidade homossexual, o “direito” ao negócio da procriação medicamente assistida e ao da “barriga de aluguer” será, depois, alargado não só aos casais propriamente ditos, mas também aos indivíduos singulares. Uma criança poderá ser oferecida como prenda de aniversário de alguém, ou como uma oferta substitutiva de compensação emocional decorrente da morte de um animal doméstico.

11/ para além da reinstituição de um novo tipo de escravatura e da coisificação da mulher e da criança, o homofascismo e o progressismo preparam-se também para negar à criança a sua árvore genealógica e biológica, com consequências, por exemplo, na detecção e tratamento de doenças hereditárias e genéticas.

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