Já surgiram por aí algumas críticas segundo as quais eu seria um “católico retrógrado”, e que agora há os “católicos modernos” que seguem o Papa Francisco I.
Existem os “católicos modernos”, que seguem o Papa, e os “católicos retrógrados”, que o Papa explicitamente critica e condena — quando ele critica os católicos que se preocupam as coisas internas da Igreja Católica; mas se não forem os católicos, ¿quem se preocuparia com as coisas internas da Igreja?!
Os “católicos modernos”, alegadamente, não precisam de ir à missa dominical porque seguem o exemplo do Papa que não cumpre já algumas tradições e mesmo leis da Igreja Católica — porque se para o próprio Papa, a cerimónia do lava-pés (a cerimónia simbólica da iniciação dos apóstolos de Cristo) é feita a qualquer criatura e em desacordo com a tradição e lei da Igreja Católica, ¿como é ele, o Papa, pode racionalmente pedir a um católico que cumpra, por exemplo, o dever de ir à missa?
O Papa está a virar católicos contra católicos; e, na minha opinião, está a fazê-lo de propósito. Parece-me que temos um Papa que acredita piamente que é possível e desejável alterar a natureza humana.