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Sexta-feira, 29 Março 2013

O cardeal Bergoglio e o milagre da hóstia de Buenos Aires

Filed under: Igreja Católica — O. Braga @ 7:41 am
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Em 18 de Agosto de 1996, no fim de uma Missa em uma paróquia de Buenos Aires, uma mulher veio dizer ao Padre que se encontrava uma hóstia abandonada em um candelabro atrás do edifício da igreja. O Padre foi ao local indicado pela mulher, pegou na hóstia, e obviamente como não a podia consumir, colocou-a em um recipiente cheio de água que se encontrava na sacristia da igreja.

papa francisco e um bebé webNa Segunda-feira seguinte, dia 26 de Agosto, ao abrir a sacristia o Padre verificou, com espanto, que a hóstia se tinha transformado em uma substância ensanguentada. O Padre comunicou ao cardeal Bergoglio o estranho acontecimento, que deu instruções para que a hóstia fosse fotografada por profissionais. As fotos foram tiradas no dia 6 de Setembro de 1996 e mostravam que a hóstia se tinha transformado em uma espécie de carne ensanguentada, e que tinha aumentado de tamanho.

Durante alguns anos, a hóstia de Buenos Aires foi mantida na sacristia da igreja, e em absoluto segredo pelo cardeal Bergoglio. E, com o decorrer dos anos, e dado que a “nova matéria” da hóstia não aparentava ter sofrido qualquer decomposição, o cardeal Bergoglio decidiu que a hóstia deveria ser analisada cientificamente.

Em 5 de Outubro de 1999, na presença de representantes do cardeal, um cientista (Dr. Castañon) retirou uma amostra do fragmento ensanguentado e enviou-o para Nova Iorque para análise laboratorial. Na medida em que não queria influenciar a análise laboratorial, o Dr. Castañon não informou propositadamente a equipa de cientistas americanos que analisou o fragmento acerca da proveniência do dito. Um dos cientistas que analisou o fragmento de Buenos Aires foi o Dr. Frederic Zugiba, um cardiologista conhecido e patologista forense, que determinou que o fragmento material analisado era uma parte do músculo do ventrículo esquerdo de um coração humano.

O Dr. Frederic Zugiba constatou que o coração humano em causa naquela amostra de Buenos Aires estava vivo na altura da sua recolha agora analisada, porque o fragmento apresentava a existência de glóbulos brancos que tinham tinham morrido fora de um organismo vivo. Ou seja, segundo o Dr. Frederic Zugiba, o coração humano em causa estaria vivo aquando da recolha da amostra analisada em Nova Iorque. Ademais, o referido cientista constatou que os glóbulos brancos penetraram no tecido da amostra, o que significa que o coração estaria sob uma condição de forte stress — como se a pessoa a quem pertenceu aquele coração estivesse a ser severamente agredida, por exemplo, na área do peito.


«On October 5, 1999, in the presence of the Cardinal’s representatives, Dr. Castanon took a sample of the bloody fragment and sent it to New York for analysis. Since he did not wish to prejudice the study, he purposely did not inform the team of scientists of its provenance. One of these scientists was Dr. Frederic Zugiba, the well-known cardiologist and forensic pathologist. He determined that the analyzed substance was real flesh and blood containing human DNA. Zugiba testified that, “the analyzed material is a fragment of the heart muscle found in the wall of the left ventricle close to the valves. This muscle is responsible for the contraction of the heart. It should be borne in mind that the left cardiac ventricle pumps blood to all parts of the body. The heart muscle is in an inflammatory condition and contains a large number of white blood cells. This indicates that the heart was alive at the time the sample was taken. It is my contention that the heart was alive, since white blood cells die outside a living organism. They require a living organism to sustain them. Thus, their presence indicates that the heart was alive when the sample was taken. What is more, these white blood cells had penetrated the tissue, which further indicates that the heart had been under severe stress, as if the owner had been beaten severely about the chest.”»

via Eucharistic Miracle in Buenos Aires.

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