perspectivas

Quarta-feira, 27 Março 2013

Não há cu que os aguente

“Os novos dados nacionais revelam que entre grupos de difícil acesso em matéria de prevenção do VIH a incidência do vírus chega a ser 14 vezes superior à estimada para a população global. Os dados apresentados ontem em Lisboa mostram que entre homens que têm sexo com homens, mas também entre trabalhadoras sexuais que exercem a actividade na rua, a taxa de prevalência da infecção, reportada pelos próprios, se aproxima dos 10%. Na população global portuguesa a incidência é de 0,7%.”

via VIH. Grupos de risco têm nível de infecção até 14 vezes maior | iOnline.

Uma das razões invocadas pela classe política para legalizar o chamado “casamento” gay foi o de que este seria um factor de diminuição da promiscuidade sexual típica da cultura gay. Anos volvidos, aí estão os números: não só o “casamento” gay tem uma expressão irrisória e quase nula em relação ao total dos casamentos, porque de facto praticamente não existe — trata-se apenas de um direito negativo —, mas também os números de incidência do HIV/SIDA/AIDS relativos à comunidade gay mantiveram-se praticamente estáveis, não obstante os rios de dinheiro gastos (à custa dos contribuintes) com publicidade em relação à prevenção da transmissão da doença.

foi cesarianaOutro argumento do politicamente correcto — e da classe política, em geral — é o de que não existiriam grupos de risco; e que o conceito de “grupos de riscos” era “um preconceito produto da ignorância dos reaccionários da direita radical e de obscurantistas religiosos”. Pois aí temos oficialmente reconhecidos os grupos de risco, embora depois da legalização do “casamento” gay.

Agora, depois do “casamento” gay, o politicamente correcto diz que a forma de prevenir o comportamento sexualmente promíscuo da comunidade gay é através da legalização da adopção de crianças por pares de gays.

Afinal, depreende-se, o “casamento” gay por si só não resolveu o problema; e alegadamente só a adopção de crianças por duplas de gays pode incutir a responsabilidade nos relacionamentos gay. Pretende-se, assim, transferir para as crianças a responsabilidade da legitimação social de uma determinada “orientação sexual” e de um comportamento sexual abstruso, por um lado, e por outro lado pretende-se que as crianças carreguem nos seus ombros o ónus da responsabilização moral e ética dos relacionamentos homossexuais.

E é isto que a classe política em geral, apoiada pela maçonaria do GOL (Grande Oriente Lusitano), defende.

Deixe um Comentário »

Ainda sem comentários.

RSS feed for comments on this post. TrackBack URI

AVISO: os comentários escritos segundo o AO serão corrigidos para português.

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: