perspectivas

Sábado, 2 Março 2013

Os seis filhos roubados a Liliana Melo custam 4.500 Euros mensais ao Estado

¿ Isto faz algum sentido?!

Não seria mais barato, para o Estado, dar um subsidio, por exemplo, de 500 Euros àquela mãe e mantendo-se a vigilância da Segurança Social (SS), ¿ em vez de lhe retirar os filhos? ¿ O que é que se passa com o Estado português?! ¿ Que interesses esconsos se movimentam por detrás desta absurdidade?

¿ O que leva o Estado a preferir gastar 4.500 Euros mensais e tirar os filhos a uma mãe, em vez de, com muito menos dinheiro, apoiar a família unida? A resposta a esta pergunta é: ideologia.
adopçao moderna
Estamos em presença de uma ideologia política que tomou conta do Estado. Tanto faz estar no governo o CDS/PP e o Partido Social Democrata, ou o Partido Socialista e Bloco de Esquerda: uma certa ideologia tomou conta da estrutura do Estado; e essa estrutura ideologizada funciona já em roda livre.

Essa ideologia política é fomentada pela União Europeia do ex-radical e extremista esquerdista do MRPP, Durão Barroso.

Por exemplo, a recente visita da comissária europeia a Portugal, Viviane Reding, feminista inveterada, fez parte da propaganda dessa agenda politica radical prevalecente na União Europeia que pretende substituir as instituições tradicionais e naturais — por exemplo, a instituição da família — pelo poder do Estado leviatão. No Partido Socialista, por exemplo, a deputada Isabel Moreira é a interprete perfeita desta ideologia do leviatão.

Essa ideologia predominante na União Europeia — ou “a lógica de uma ideia”, segundo o conceito de Hannah Arendt — está a destruir as sociedades dos países da Europa, por um lado, e a destruir a base fundamental da sociedade que é a família natural. Os contornos desta ideologia são velhos de séculos, e podemos encontrar o seu fundamento n’ “A República” de Platão.

Platão foi o primeiro indivíduo conhecido que concebeu os campos de concentração para os relapsos por delito de opinião; foi o primeiro ideólogo a conceber a destruição da família natural, e a tirania do filósofo-rei (as elites luminárias e neognósticas) que se julga iluminado e superior ao comum dos mortais. Portanto, a essência desta ideologia não é nova.

A única forma de combater esta ideologia é combater esta União Europeia, por um lado, e por outro lado erradicar as ervas daninhas que minam as estruturas do Estado português.

4 comentários »

  1. O Estado português não tem responsabilidade nenhuma. Os contribuintes não têm nada que sustentar os filhos dessa imigrante ilegal casada com um muçulmano que tem duas mulheres. Ela não quer recuperar os filhos e voltar para Cabo Verde? Pois bem, devolvam-lhe os filhos e mandem-nos a todos embora daqui. Aproveitem agora que Cabo Verde está numa de ajudar e acolher os seus compatriotas que estão mal no estrangeiro.

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    Comentar por Hugo Gaspar — Sábado, 2 Março 2013 @ 1:31 pm | Responder

    • Você está a confundir coisas diferentes porque você é burro. E vou explicar-lhe por que você é burro.

      1/ o facto de existir imigração ilegal, que deve ser evitada, não justifica que se tratem as pessoas imigrantes como animais irracionais. Eis a primeira razão por que você é burro.

      2/ a segunda razão por que você é um grande burro é que não se deu conta da contradição que advém da acção do próprio Estado português: se era para expulsar Liliana Melo e os seus filhos, por serem imigrantes ilegais, ¿ porque é que lhe tiraram os filhos? ¿ Não seria mais fácil pegar e nela e nos filhos e recambiá-los para Cabo Verde?

      Portanto, depois de ter feito a demonstração, verificação e comprovação científica da sua burrice, você fica proibido de comentar aqui. A partir de agora, os seus comentários vão para SPAM!

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      Comentar por O. Braga — Sábado, 2 Março 2013 @ 2:46 pm | Responder

  2. Para aligeirar, agora a moda é chamar ao leviatão “terceiro sector”, sector esse que, apesar de “terceiro”, também emprega boa parte das clientelas partidárias. Duas notícias à partida não correlacionadas:

    «Acusados de desviar para luxos 250 mil euros de apoios sociais»: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Seguranca/Interior.aspx?content_id=3057488

    «Governo vai reforçar verbas para instituições sociais e dá prioridade aos lares para crianças»: http://www.publico.pt/n1570571

    Está-se a criar uma geração sem sentido de pertença familiar custeada a dinheiros públicos!

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    Comentar por sublinhados — Sábado, 2 Março 2013 @ 3:52 pm | Responder

    • Os dois links do comentário anterior ilustram apenas, na minha opinião, a ponta do aicebergue: no primeiro, a corrupção e o compadrio partidários que fazem “milagres”; a segunda ligação, a realidade do divórcio “unilateral e na hora” e o repúdio da culpa no divórcio, que se começa a sentir na nossa sociedade.

      Mas tudo isto se liga a uma ideologia oriunda do norte da Europa e imposta no nosso país através da União Europeia, e a que podemos chamar de politicamente correcto ou marxismo cultural.

      A situação tende a piorar, com a passagem do tempo — porque com a politização da educação das nossas crianças, pretendem as elites políticas que as fracturas culturais e sociais tenham início bem cedo na vida dos cidadãos.

      Para o cidadão comum, isto que digo talvez seja difícil de perceber, embora por uma razão muito simples:

      ao tentarmos compreender-nos a nós próprios e à nossa situação existencial (e social), intervimos no nosso processo de vida e criamos dados que alteram o rumo dos acontecimentos; mas isto significa que a nossa existência precede sempre a reflexão que fazemos acerca da realidade social, e que a nossa reflexão apenas consegue compreender as características de um estado já ultrapassado no tempo.

      Por outras palavras, a maioria das pessoas só clama por Santa Bárbara quando já troveja há muito tempo — e as elites das “engenharias sociais” sabem muito bem disso.

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      Comentar por O. Braga — Sábado, 2 Março 2013 @ 6:18 pm | Responder


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