perspectivas

O Jornal de Angola dá tiros nos próprios pés

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O Jornal de Angola ainda não percebeu que a obsessão contra os investimentos angolanos em Portugal vem da Esquerda portuguesa e dos círculos da maçonaria radical e jacobina ligados ao GOL (Grande Oriente Lusitano). E em função dessa ignorância, o Jornal de Angola ataca os sectores da sociedade portuguesa mais liberais ou conservadores:

“Portugal tem um problema insolúvel com os seus heróis” e que se hoje valoriza o que chama “lixo humano”, no tempo da guerra colonial “guindava aos píncaros da fama e cobria com o manto do heroísmo os que assassinavam populações indefesas”. “Anda por aí muito assassino com as mais altas condecorações portuguesas. Alguns até se opuseram ao 25 de Abril de 1974 e tentaram salvar o império combatendo ao lado das tropas do regime de ‘apartheid’ da África do Sul ou integrando esquadrões especiais armados pelo ditador Mobutu” [antigo Presidente do Zaire, actual República Democrática do Congo].

via Jornal de Angola defende fim dos investimentos em Portugal – PÚBLICO.

Este discurso é incoerente e irracional. Parece o discurso do político brasileiro vulgar, que culpa o colonialismo português de há 250 anos, pelo analfabetismo funcional no Brasil actual. Por absurdo, daqui a mil anos, o Jornal de Angola virá invocar o “lixo humano do tempo colonial português” para justificar as insuficiências e o insucesso da política angolana.

O Jornal de Angola, não satisfeito com os inimigos que já tem em Portugal (a Esquerda e a maçonaria jacobina), parece querer encontrar ainda mais inimigos. Parece querer virar Portugal inteiro contra Angola, fabricando inimigos externos à moda da URSS.

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