perspectivas

Terça-feira, 19 Fevereiro 2013

O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos”, o “progresso da opinião pública”, o formalismo do Direito Positivo, e sonegação dos direitos das crianças

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos considerou esta terça-feira que a Áustria violou a Convenção Europeia dos Direitos Humanos ao não permitir a adopção co-parental a um casal do mesmo sexo. A Áustria foi acusada de discriminação. No comunicado do tribunal europeu, Portugal é citado, ao lado da Roménia, Rússia e Ucrânia, como um dos países que não permitem que os membros de um casal do mesmo sexo possam adoptar, em conjunto, uma criança, uma situação que atenta contra os direitos humanos.

via Tribunal Europeu diz que Portugal viola direitos humanos na adopção por casais do mesmo sexo – PÚBLICO.

Primeiro quiseram convencer os portugueses que os gays, coitadinhos, também podiam “casar”, para ter os “mesmos direitos nas heranças e no IRS, e o direito de ir ao hospital visitar o amásio”. E agora que existe o “casamento” gay, querem que os gays, coitadinhos, adoptem crianças. Coitadinhos dos gays…

Naturalmente que o pasquim Público, constituído na sua maioria por jornaleiros que não sabem juntar duas frases seguidas, teria que papaguear acriticamente a pseudo-informação emanada da União Europeia.

A adopção de crianças não é um “direito humano”. E portanto, o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” está errado. É preciso dizer alto e em bom som: o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” está errado, porque a adopção de crianças obedece a critérios do interesse da criança que escapa ao conceito de um “direito humano” universal. O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” perdeu qualquer credibilidade que ainda lhe restava. O Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” é fórum ideológico, e não de direito.

Portanto, se a ideologia gayzista na União Europeia continua a querer associar a adopção de crianças com o “casamento” gay, a solução é reverter o “casamento” gay e considerá-lo nulo, retirando-o do Código Civil. Nem que a vaca tussa!

Uma criança tem o direito de saber quem é o seu pai biológico e/ou a sua mãe biológica.

Ainda esta semana saiu uma notícia segundo a qual um tribunal alemão deu razão a uma mulher de 22 anos que foi concebida com esperma de um dador anónimo, e que pretendeu conhecer a identidade do seu (dela) pai biológico. Portanto, parece que o Tribunal Europeu dos “Direitos Humanos” decide contra os direitos humanos das crianças, ao querer retirar às crianças, que sejam eventualmente adoptadas por pares de gays, o direito à sua árvore genealógica e, portanto, a sua própria identidade pessoal e à sua história pessoal.

Tenho uma sugestão para o sr. Paulo Corte-Real, da ILGA-Portugal: que “vá apanhar onde apanham as galinhas”, que é o que ele gosta de fazer, e que deixe as crianças em paz.


A ler : O progresso da opinião pública e o processo de promulgação das leis

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