perspectivas

Segunda-feira, 18 Fevereiro 2013

Na Suécia já não há mulheres grávidas

O governo progressista e esclarecido da Suécia decretou por lei que já não existem mulheres grávidas no país. Em vez de mulheres grávidas, o governo sueco decidiu por decreto-lei que irão passar a haver apenas “pessoas grávidas”.

A razão desta mudança ontológica, progressista, moderna e revolucionária, prende-se com o facto insofismável e verificado cientificamente, segundo o qual uma mulher pode agora mudar de sexo sem fazer qualquer intervenção cirúrgica a nível da genitália. A ciência política sueca, altamente sofisticada e elaborada, demonstrou empiricamente que uma mulher pode passar a ser homem apenas “porque quer ser homem”. Assim, segundo a avançada ciência política sueca, basta que uma mulher diga o seguinte: “Eu quero ser homem!” — e passa automaticamente a ser homem.

A genialidade desta verificação científica da ciência política sueca deriva da sua semelhança com o Ovo de Colombo: nunca ninguém tinha pensado nela. Assim como Galileu combateu os arcaísmos do geocentrismo, a ciência política sueca verificou e demonstrou empiricamente que uma mulher pode ser homem apenas dependendo da sua vontade.

5 comentários »

  1. Qui viaje!
    Mas e se eu trepar com essa “mulher”, vou ser um …gay? kkkkk

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    Comentar por Fissil Yuzuki — Terça-feira, 19 Fevereiro 2013 @ 4:01 pm | Responder

  2. e as “putâncias” não param …
    e ainda insistem em afirmar que o homosexualismo não deturba valores morais, e agora não apenas, pois um ciclo natural pode vir a ser alterado diante de tais fatos… é muita putaria ….
    mas…
    se eu trepar uma “mulher” dessas eu serei gay? ilário

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    Comentar por GÉo Oliveira — Sábado, 23 Fevereiro 2013 @ 8:39 pm | Responder

  3. Qual a possibilidade deste texto ser publicado na Feedback Magazine (www.feedbackmag.com.br)? Fale comigo no fernando.trabalhos@gmail.com

    Abraços!

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    Comentar por Fernando Henriques — Domingo, 24 Fevereiro 2013 @ 2:42 am | Responder

  4. […] é uma contradição em termos defender uma sociedade baseada na pessoa — quando se reclama, como por exemplo na Suécia, o direito à autonomia radical do indivíduo que aponte para formas de casamento grupal e de […]

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    Pingback por Vem aí o “casamento” grupal | perspectivas — Quarta-feira, 13 Março 2013 @ 11:16 am | Responder


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